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T O D O S O U O UM : OM E S M O U T R O

SOU CAosPAZ

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Paz em caos

Caos em paz

São o que é:

Equilíbrio.

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“Fé na vida todo santo dia”

Humildade é a porta para o discernimento…

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Humildade, lealdade, fidelidade… Ser de fé… Ser feliz por aquele que é…

“Faça a sua escolha. Ganhe a sua decisão.”

cruzAR a ponTE

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Erguendo a ponte

Atravessando horizontes

Unindo pontos

Retornando à fonte

 

mutante e perene, aqui-agora

“O menino Montanhas de Neve”

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Há muito tempo, viveu um menino chamado Montanhas de Neve. Apesar de ter aprendido todos os ensinamentos não budistas, ainda lhe faltava conhecer o budismo. Então, um dia, ouviu um demônio recitar um verso que começava assim:

— Tudo é mutável; nada é permanente — esta é a lei de nascimento e morte.

No entanto, o demônio recitou apenas os primeiros oito ideogramas do verso, omitindo o resto. Apesar de ter ficado feliz, o menino se sentiu e como se tivesse ganho somente metade de uma joia da realização dos desejos. Quando pediu para ouvir os oito ideogramas restantes, o demônio respondeu:

— Não me alimento há vários dias. Estou fraco demais para recitar os oito ideogramas restantes. Primeiro, dê-me algo para comer!

— O que você come? — perguntou o menino.

— Alimento-me de carne e sangue frescos de seres humanos. Porém, eles estão protegidos pelas divindades celestiais; por isso, não posso matá-los, a menos que cometam o mal — respondeu o demônio.

Decidido, o menino Montanhas de Neve declarou:

— Oferecerei meu corpo. Em troca, recite os oito ideogramas restantes para que eu possa registrar o ensinamento na totalidade.

— Você é esperto. Com certeza, está tentando me enganar — retrucou o demônio.

— Se eu morrer sem propósito, meu corpo será devorado por abutres e isso não me trará o menor benefício. Porém, se eu sacrificar a vida pelos oito ideogramas restantes, será como trocar esterco por alimento — respondeu Montanhas de Neve.

O demônio ainda não estava convencido.

— Há quem confirme minha honestidade. Invoco o grande rei celestial Brahma, a divindade celestial Shakra, os deuses do Sol e da Lua e os quatro reis celestiais para serem minhas testemunhas — garantiu o menino.

Finalmente o demônio aceitou revelar a segunda metade do verso e começou a recitar:

— Ao extinguirmos o ciclo de nascimento e morte, entramos na alegria do nirvana.

Quando o menino aprendeu o verso completo, inscreveu-o no tronco das árvores e nas rochas. Cumprida a tarefa, atirou-se em direção à boca do demônio.

Nesse instante, o demônio revelou ser a divindade celestial protetora Shakra, disfarçada de demônio. Ele segurou o menino e o colocou devagar no chão observando o grande espírito de devoção dele à Lei budista.

 

* Esta história é citada pelo buda Nichiren Daishonin no escrito Carta para a Venerável Nichimyo. No início dessa carta, ele cita sete histórias a respeito das práticas de bodisatva conduzidas pelo buda Shakyamuni em existências passadas, entre elas a história do menino Montanhas de Neve.

Daishonin utiliza esta parábola para mostrar a grandiosidade do espírito de procura e da sinceridade da prática. Ele ensina que o caminho para fazer as outras pessoas felizes é o caminho para a nossa própria iluminação.

Daishonin declara: “Conforme o grande mestre Zhangan afirmou: ‘As escolhas devem ser adequadas [ao tempo] e jamais se restringir a um ou a outro [método]’” (Carta para a Venerável Nichimyo — CEND, v. I, p. 34).

O Nam-myoho-renge-kyo contém todos os benefícios que o buda Shakyamuni acumulou durante as inúmeras existências. Por isso, ao recitá‑lo podemos obter os mesmos benefícios que o próprio buda Shakyamuni obteve. Ou seja, uma pessoa comum pode se tornar buda.

* Fonte: BudismoFacil

eu S O U Luz

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Já estive solto, mas feito lagarta…

Já estive fechado, no invisível escuro do meu casulo…

Ando entreaberto, reabrindo… entregando, confiando, transmutando… aceitando, agradecendo, expandindo… até star por inteiro…

Naquele presente… no em si-agora dos tempos… no encontro do passado com o futuro…

Hei de ser livre… feito o que sou… pura energia em circulação…

SimplesMente Não-Mente

AGOSTO1

Assumir o que sente

E viver o presente.

Eis o caminho do coração…

A verdade está no detalhe, é o todo. 

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Fonte de inspiração…

O grande besouro-hércules, escaravelho rinoceronte…

Quando larva, sobrevive perfurando madeira em decomposição…

Atravessa uma longa jornada até voltar-se para dentro, feito pupa… Para conhecer os mistérios do coração…

É uma silenciosa luta para tornar-se o animal mais forte do mundo…

Não se pode medir esforços, é pura entrega e dedicação… Ao seu processo moroso e amoroso de transformação…

Quando finalmente se é um besouro adulto… começam então, as disputas pela conquista de fêmeas… A autorrealização é também uma procriação…

Assim como os 12 trabalhos de Hércules… É heroico o caminho dos besouros… Ser aquele que somos… É um caminho de fé e bravura, de amor e ternura… É claro no desconhecido… É certo neste incerto destino… Tudo o que temos é alimento para a evolução…

Ser são… É ser em si o vence-dor… Realizar a vitória sobre o próprio mal-estar… É atravessar a escuridão, brilhando assim a tua estrela… Suspenso no ar… 

Vida: Graça Absurda

A graça e o absurdo da existência…

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Velam reVelando que… O todo é vazio, o vazio é o todo.

 

Aceite-se, não aceite.

Discernimento na escolha, fé na decisão.

escolhas

Perde-se a paz…

Não por encontrar o conflito,

Mas por negar-se, aceitando o conflito.

 

Fluir é discernir.

 

“Aquele que trabalha as pedras, trabalho terá com isso, e aquele que corta lenha, ao cortá-la correrá risco.”

Equânime.

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é preciso…

submeter-se a determinadas regras.

é preciso…

não se submeter a regras determinadas.

parece impreciso mas…

é preciso…