A lagarta enfim, atravessou a si e voou livre…

por EM SI: LUGAR DE GRAÇA

lagarta

Dar à luz a borboleta…

Criar asas da liberdade…

Saber e ser a sua verdade…

É inevitavelmente conhecer a sua própria natureza, sua legitimidade…

Adentrar o casulo, mergulhar em si, atravessar, purificar todo o mal que fez, recebeu e que ainda habita ti.

É transmutar suas ilusões, fazer dos venenos o antídoto, limpar toda a sujeira das crenças e descrenças e tirar o peso da consciência… 

Para tornar-se leve, sua pura essência, com visão clara, todo ouvidos, aberto para o ser e de coração limpo…

Voar é renascer para aquilo que é eternamente vivo, aqui, agora, com sua voz interior… no silêncio que é paz em meio a qualquer ruído…

Descobrimos que nunca estivemos sozinhos… revelamos a beleza abundante, o amor de sermos quem somos e a preciosa gratidão por existirmos.