Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

“A Metamorfose do Ser Humano”

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“A borboleta sofre muitas mudanças: nasce como lagarta, adentra o seu casulo, depois luta para sair dele e quando sai, precisa desenvolver pacientemente as suas asas para enfim aprender a voar. Quando aprende a voar, tem que lidar com um ambiente totalmente novo, entretanto concluindo sua autorrealização.

Nossa trajetória de vida é similar. Nascemos e somos criados com características próprias. Ao longo de nossa vida nos deparamos com situações novas, internas e externas, onde precisamos mudar nosso estado inicial: buscar um autoconhecimento, analisando antigos valores pessoais, refletindo e buscando mudanças internas necessárias para nos adaptarmos ao nosso habitat atual.

Desta forma, melhoramos como ser humano num ciclo interminável de lapidações e conquistamos mudanças efetivas.

A metamorfose da borboleta possui um único grande ciclo com início, meio e fim. Diferente de nós seres humanos. Temos diferentes ciclos de mudanças, vários recomeços, muitas vezes nos sentiremos como lagartas ou presos num casulo e precisaremos mudar novamente para voltar a voar como livres borboletas.”

“Afinal, uma lagarta não se transforma em borboleta acidentalmente…” mas por ser inerente a sua natureza…

 

Fonte: PsicologaRegina.com.br

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“As vespas e borboletas”

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Em Verdade, SouLua.

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“Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade.”

Seja onde for, esteja aonde estiver, é em si-agora…

Guerreiro, preserva a paz…

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O nobre guerreiro… mais forte e sagaz…

Enfrenta seus inimigos mais perigosos e temidos…

No lugar onde não se pode escapar nem fugir: em si… humildeMente.

 

Depois do inverno é sempre primavera…

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A Vida… é também conhecida como Milagre, Metamorfose, Magia… A ConsCiência que o diga…

O Amor pode até não impedir que a morte realize o seu fim… mas Amar transmuta, ressuscita…

 

No casulo, uma lagarta abate-se… A borboleta do casulo ressuscita…

“Em prece, sem pressa”

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Preciosamente estamos aqui… Precisamente agora…

 

“Em prece, sem pressa”… pra sempre, aberto, diante do silêncio…

Amar é lapidar o seu Amor

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Não se pode saber tudo…

Pois tudo está em transformação…

Mas tudo o que souber… Transforme em sabedoria…

Realizando-se na vida… Em sintonia com seu coração…

 

Em si, há um rubi feito para brilhar, pronto para a lapidação…

Conto Zen: Os homens cegos e o elefante

Vários cidadãos se depararam com uma discussão acalorada sobre Deus e diferentes religiões, e cada um deles não podia concordar com uma resposta comum. Então eles vieram ao Senhor Buda para descobrir exatamente como Deus é.

O Buda pediu a seus discípulos que pegassem um grande e magnífico elefante e quatro cegos. Ele então trouxe os quatro cegos para o elefante e disse a eles para descobrirem como o elefante “se pareceria”.

O primeiro homem cego tocou a perna do elefante e relatou que ela “parecia” um pilar. O segundo homem cego tocou a barriga do elefante e disse que o elefante era uma parede. O terceiro cego tocou a orelha de elefante e disse que era um pedaço de pano. O quarto homem cego segurou a cauda e descreveu o elefante como um pedaço de corda. E todos eles se depararam com uma discussão acalorada sobre a “aparência” de um elefante.

O Buda perguntou aos cidadãos: “Cada homem cego tocou o elefante, mas cada um deles dá uma descrição diferente do animal. Qual resposta está certa?”