Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

JustaMente Aberta

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Se não é justo… não se pode expandir… interiormente…

“Aquilo que escuto eu esqueço. Aquilo que vejo eu lembro. Aquilo que realizo eu aprendo”… e inevitavelmente serve de exemplo…

Abrace. Abra-se para o Aberto.

Abra-se e saia da redoma, dome o medo, desperte do coma, abrace e ama…

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Faça o casamento místico, equilibre os polos, harmonize os opostos, una um e outro, ele e ela, realize a síntese… seja inteiro em si mesmo…

Enquanto houver em si, uma vítima e um culpado, não há o ser humano autorresponsável… com amor e responsabilidade, tu és compaixão e liberdade de ser…

Aceite-se para sentir-se pertencendo… ao pertencer se reconhece parte do todo… ao fazer a sua parte, realizando seu propósito vital, pode tornar-se inteiro… sendo um com o todo…

Se reconheça luz, iluminando suas sombras… permanecer impermanente, transmutando a morbidez em lucidez… somos oceánicos: partícula-onda…

A Montanha

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nascemos ao pé do monte

com o íntimo desejo de alcançar o alto.

mas chegar ao alto não é o fim e sim recomeço…

logo, o caminho é o princípio em si, sendo, transcendendo…

 

O caminho é o meio… do princípio realizar o seu fim: eterno retorno, infinito recomeço…

 

Quando olho e vejo-me… não sou eu, mas eu sou – aquele que é… sagrado…

 

* Imagem: Capa do filme A Montanha Sagrada – Alejandro Jodorowsky

O caminho, aberto em si…

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a negação não vê saída, aceitação é o caminho…

o apego não vê escolha, desapego é o caminho…

a ignorância não se vê, ser de fé – aquele que sou – é o caminho…

A causa humildade… é o árduo caminho das pedras, o sagrado ofício de lapidação dos estados de ser… inevitavelMente para que num inesperado em si-agora, sejamos íntegros, límpidos e transparentes como um luminoso cristal… e-feito espontaneidade, simples de coração, sendo de fé, e-feito humildade… além da paixão, compaixão…

Espelho, Espelho Eu…

Uma verdade… é que até pode fingir, negar, renegar… mas não se pode fugir nem escapar… do tao caminho… adia, adia, adia… mas inesperadamente chega o dia… do encontro…

A mesma verdade… é que o caminho é o meio para sempre, desde sempre, aqui-agora em si, a presença do teu presente… dia após dia, vida após vida… no centro aberto, na tal consciência, nas entrelinhas da teia vital… nesta inteireza essencial… nos encontramos… feito um jogo de espelhos, espelhando… vemos o que refletimos, nos vemos no outro e reconhecemos este outro igual…

Dentro e fora, um e outro é tão somente o véu desta realidade transitória e dual… somos um todo… um total… interligados por esta natureza múltipla e igualmente sem igual… ao sermos aquele que somos… somos aquilo que já é… mas fácil não é, cair em si, despertar e manter-se desperto é simplesmente paradoxal… labiríntico, abissal…

“Não coloque limites em seus sonhos, mas fé.”

 

Fotografia: Ari Fararooy

Estação Central

An Image of a clock at Antwerp Central Station

outono ou não

inverno inverso

primavera à vera

ao ver agora, verão

 

Foto: Estação Central de Antuérpia, Bélgica.