Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Borboleta és Tu!

“eu vou indo, e vou fluindo, evoluindo, num voo lindo”

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5 ensinamentos que a sabedoria da borboleta nos inspiram:

1. Elas vivem inteiramente o momento.

Elas flutuam de uma coisa para a outra – ligando-se a lugar nenhum em particular. Em seus momentos de voo, elas estão livres.
“A borboleta não conta meses mas momentos, e tem tempo suficiente.” Rabindranath Tagore

2. Elas encontram a felicidade na simplicidade do ser.

Suas asas os levam ao redor do mundo – mas estão satisfeitos com o dom de uma única flor.
“A felicidade é uma borboleta que, quando perseguida, está sempre além de seu alcance, mas que, se você se sentar em silêncio, pode pousar sobre você.” Nathaniel Hawthorne

3. Elas vêem o perene nesta rápida passagem.

Elas sabem que todas as coisas são temporárias – e que a mudança e a incerteza nunca são partes permanentes da vida.
“O que a lagarta chama de fim do mundo, o mestre chama uma borboleta.” Richard Bach

4. Elas aceitam a mudança e permanecem belas.

Elas aceitam a natureza transformadora da existência. Eles abraçam o desconforto para se tornar algo mais livre e bonito.
“Nós nos deleitamos com a beleza da borboleta, mas raramente admitimos as mudanças pelas quais ela passou para alcançar essa beleza.

5. Elas sabem esperar sem parar nem desistir.

Por natureza, elas entendem o valor da paciência e persistência. Elas entendem que a verdadeira beleza leva tempo para se desenvolver.
“Assim como a borboleta, eu também vou despertar em meu próprio tempo.”  Deborah Chaskin

Por princípio e experiência… As borboletas atravessaram todas as etapas da metamorfose em si… Por isso mesmo, expressam, cultivam e compartilham da essencial beleza da vida… Sendo silenciosamente e simplesmente uma espontânea leveza… Forjada nos mistérios que iniciam, transformam e renovam a vida… a cada instante desta sagrada, morosa e amorosa… Inefável, perene e transcendente via… “AnowA borboletA”

 

* Fonte: Mindfueldaily.com

conFluência

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nem ir

nem voltar

nem parar:

pairando…

Claro Mistério

Lar, flor e ser… Exalar, florescer… Perfume essencial…

cheiro

Num silêncio esclarecedor ouviu:

“Não duvide. Dê vida...”

“Uma criança é pura atenção.”

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“Havia uma árvore que virou barco que se tornou mesa, banco e depois foi queimada para aquecer, cozinhar, alimentar, dar vida. Vida sempre produz vida. Cinzas não voltam a ser brasa, mas retornam à santa terra imaculada e se misturam com restos de gente, de porcos, de peixes, de árvores, de agentes químicos, de ferro, de plástico. Misturando-se e virando pó, terra, que fertiliza a planta que alimenta a vida que retorna à terra para alimentar a vida.
Não há nascimento, não há morte.
Esse o ensinamento supremo da Mahayana.
Você percebe?”

Monja Coen

“Cada fenômeno não existe separado do todo.
Cada fenômeno é único, está em constante mudança e não se repete jamais.
Um fenômeno não é parte do todo.
Um fenômeno é o todo manifesto.
A interconexão de todos os fenômenos é o todo manifesto.
O surgir e desaparecer de um fenômeno é o todo manifesto.
Entende-se o todo como ABSOLUTO.
Entende-se um fenômeno como RELATIVO.
Não há nada fora de lugar.
Nada puro ou impuro.
No aqui-agora, é como é.”

Shojun Nilton Jurandir Dias

 

* Fonte: MonjaCoen.com.br