Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Devir

coisa mais preciosa da vida.

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a coisa mais preciosa dá vida.

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coisa mais preciosa: a vida.

 

A vida tem um fim. Eis o perene princípio.

Do veneno é que se faz o antidoto.

“O segredo da noite é que ela é uma iluminação.”

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Aprendemos na dor com amor…

A dor é a margem

Amor é a ponte

Amar é o caminho, o atravessa-dor…

Olhar e ver, ouvir e escutar… Aceitar, acolher o sombrio em nós, assumir a sombra… Pois “é na sombra que enxergamos a luz” da vida… Mas enquanto não nos apropriamos do veneno que está em nós… Julgamos, negamos, mentimos, culpamos e acabamos nos envenenando, fragmentando, perdendo-se nas próprias ilusões, ficamos aprisionados… Porém se tomarmos posse do mal-estar que nos habita… As mágoas, a raiva, o orgulho, o ódio, o ciume, o medo, a inveja, etc… Podemos realizar a alquimia interior, transmutar o veneno em antidoto, o mórbido em vida… O dito mal, o negativo, destrutivo… É surpreendentemente o potencial, o combustível para a transformação do lamacento em fluido, do repetitivo em renovável, do estagnado em fluxo…

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Ser vivo, vivente… Realizar a passagem noite e dia… Morrer para o que não tem mais vida… O que protege e nutre o renascimento da árvore… são as folhas caídas… 

InvisivelMente

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Eu Li…

ALi!

A Libélula.

 

Nada é o que parece, mas o que transparece…

Por princípio, chega ao fim.

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“Não espere o tempo passar, pra ver se tudo passa”…

Atravesse as sombras do passado, pra ver que tudo se transforma…

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As paixões são cegas, viciam… e terminam em sofrimento…

A compaixão dói, desnuda… mas leva ao fim do sofrimento…

 

* Dialogando com a canção “Basta” – Esteban Tavares.

“O Refúgio”

Transmutar, amargura em ternura. Ter coragem, amar cura.

“Para desenvolver a verdadeira confiança

Que varre tendências e véus cármicos

Fazendo-nos reconhecer o nosso despertar inato,

Tomemos apoio no refúgio relativo.

O refúgio absoluto, nosso despertar inato, é o fruto:

A natureza de Buda, presente mas ignorada,

O estado natural de cada ser, de cada coisa.

Ao reconhecer o nosso despertar inato, tomamos refúgio absoluto.

O refúgio absoluto é a verdadeira natureza da mente

Cujo conhecimento imediato tem três aspectos:

A vacuidade, que constitui a sua essência, a luminosidade a sua expressão.

E a sua bondade profunda como uma imensidade onde nada faz obstáculo.”

 

Tulku Pema Wangyal Rinpoche, “O Cortador de Diamantes”.

Fonte: Quietamente.blogspot.com