Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Um Poema Zen – por Thich Nhat Hanh

“Este corpo não sou eu.
Eu não sou limitado por este organismo.
Eu sou a vida sem limites.
Eu nunca nasci,
Eu nunca morri.

Olhe para o mar e o céu cheio de estrelas,
manifestações da minha mente,
verdade maravilhosa.

Desde antes dos tempos, eu sou livre.

O nascimento e a morte são apenas portas pelas
quais passamos,
limiares sagrados no nosso caminho.

Nascimento e morte são um jogo de esconde-esconde.
Então ria comigo,
segura minha mão,
vamos dizer adeus,
despedir-se, reunir-se novamente em breve.

Nós nos encontramos hoje.
Nós vamos nos encontrar novamente amanhã.
Nós vamos nos encontrar na fonte a cada momento.

Nós nos encontramos uns aos outros em todas as formas de vida.”

 

por Thich Nhat Hanh

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Ando SerpenteAndo

Ser)pente serena. Ser)pente severa. Ser)pente selvagem.

O ser e a serpente são distintos? Intuição e instinto?

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Não traia como aquela serpente, não corrompa-se… Mas seja sábia como uma serpente… para defender-se, se preservar, rompa ou se afaste, se precisar… é precisamente inesperado, o bote… Não espere o bote salva-vidas… Atenção! Cuide de sua integridade… Elevando-se aos céus, enraizadamente… No coração está a fonte cristalina e inata…

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Para discernir e seguir em frente… Continue presente… Confiando em si, com a tua força de vontade e intuitivamente… Tomando posse de si: Aja… Naja? …Haja coragem para expandir-se e transmutar o que procuras em cura… Aquele que tu procuras encontra-se na autoconsciência.. e por fim, em princípio, na consciência limpa…

 

Tememos nada mais nada menos do que Aquele que Somos… Em antídoto transformemo-nos…

Consciência limpa. Alma livre.

Em síntese… Ande na trilha sonora do silêncio… Em si…

Da beleza oculta ao silêncio esclarecedor…

Da misteriosa metamorfose ao voo da liberdade…

Borboleta livremente encontrou a sua verdade…

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Flores que voam e cantam o perfumado silêncio…