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T O D O S O U ♾ UM : OM E S M O U T R O

Mudo. U dom.

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mude, muda

se transforma…

quem sabe você

se torne igual

àquele que é.

 

A vida muda, por isso é ela mesma…

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Qualquer dia, nada qualquer.

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Sempre

A mesma

Natureza.

A mesma

Mudança

De sempre.

123 e já!

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Intensão

Atenção

E ação.

Continua, continuaMente

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Muda

Aceita

O que não

Se pode mudar:

A mudança.

 

Salve-se quem Curar-se.

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Quem só impõe e não cede, é boicotado.

Quem não se põe e só cede, é explorado.

Ser íntegro, em equilíbrio… É estar a salvo.

“MUI”

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AMA

AME

AMO

 

Quando muito não é demais, mas tudo mais. Dê sol, dilua…

O sentido é sentir-se…

north-shore

Quando nada mais faz sentido…

Faça nada mais que sentir-se amado…

Desfazendo em si o mal entendido…

 

Esteja em si.. No silêncio renovador, fonte inesgotável da paz interior… Além das ondas… É sempre mar aberto… Naquele oceano de amor…

cruzando A MARgem

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nesta onírica metAMORfose…

o encontro da terra com o céu

a fusão da cobra com a águia

dá origem a um dragão…

aquele ser que é em si…

ao cruzar a margem e realizar a ponte

descobre-se os mistérios da fonte

caminhando no escuro com a visão, com a sabedoria do coração…

desfazendo-se ao fazer o caminho de volta, da autorrealização…

Parece contradição, mas o paradoxo… é que a força da criação é também da destruição… por sua perene e mutante preservação…

Não há palavras para descrever… O silêncio, o oceano pacífico que nos faz transparecer…

Conto Zen: “Nadologia”

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“Uma vez um jovem professor estava fazendo uma viagem pelo mar. Ele era um homem altamente instruído com um grande currículo, mas tinha pouca experiência de vida.

Na tripulação do navio em que ele estava viajando, havia um velho marinheiro analfabeto.

Todas as tardes o marinheiro visitava a cabine do jovem professor para ouvi-lo falar sobre os mais diversos assuntos. Ele estava muito impressionado com o conhecimento do rapaz.

Uma tarde, o marinheiro deixava a cabine depois de horas de conversa, o professor perguntou:

“Meu velho, você estudou geologia?”

“O que é isso?”

“É a ciência da terra”

“Não, professor. Eu nunca estudei nada”

“Meu velho, você desperdiçou um quarto da sua vida”

Com uma expressão desanimada, o velho marinheiro foi embora. “Se uma pessoa tão estudada disse isso, certamente deve ser verdade” ele pensou. “Eu desperdicei um quarto da minha vida!”

Na tarde seguinte, novamente o marinheiro estava por deixar a cabine quando o professor lhe perguntou:“Meu velho, você estudou oceanografia?” “O que é isso?”

“A ciência dos mares”

“Não, professor. Eu nunca fui a nenhuma escola”

“Meu velho, você desperdiçou metade da sua vida”

Com uma expressão ainda mais desanimada, o marinheiro foi embora. “Eu desperdicei metade da minha vida. Este homem culto me disse isso.”

Na outra tarde o professor perguntou outra vez: “Meu velho, você estudou meteorologia?”

“O que é?” “É a ciência dos ventos, chuvas e clima”

“Não. Eu nunca estudei na vida”

“Você não estudou a ciência da terra onde você vive. Você não estudou a ciência do mar de onde você tira seu sustento. Você não estudou a ciência do clima que você encontra todos os dias. Meu velho, você desperdiçou três quartos da sua vida”

O velho marinheiro ficou muito triste. “Este homem tão estudado diz que eu desperdicei três quartos da minha vida! Certamente eu devo ter gastado três quartos da minha vida”

No dia seguinte foi a vez do velho marinheiro. Ele entrou correndo na cabine do rapaz e gritou:

“Professor! O senhor estudou nadologia?”

“Nadologia? O que quer dizer?” “O senhor sabe nadar?” “Não. Eu não sei nadar”

“Professor, o senhor desperdiçou toda a sua vida! O navio bateu numa rocha e vai afundar. Quem souber nadar vai chegar na costa, mas quem não souber nadar vai se afogar. Sinto muito professor, o senhor certamente perdeu sua vida inteira!”

**

Nós podemos estudar todas as “logias” do mundo, mas se não soubermos nadologia, todos nossos estudos são inúteis. Podemos ler e até escrever livros sobre nadologia, podemos debater os aspectos sutis da sua teoria, mas como isso pode servir se nos recusamos a entrar na água por nós mesmos? Devemos aprender a nadar.”

William Hart em The Art of Living (Vipassana Meditation)

 

Fonte: VentosDePaz

Sinta-se Renascente.

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Desnudar
Ao nadar
Em mar
Aberto

Naquele
Oceano
Pacífico

Que brota
Da fonte
Cristalina
Em si.