Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

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Em Ti. És Tu. Ação.

Acessar ao insight, a intuição, ao silêncio esclarecedor… Ascender a luz da consciência…

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Por princípio, intuição;

O meio, intuição;

Por fim, intuição.

 

A pergunta e responta estão em ti. Mas é vivendo que se pode discernir e compreender a natureza da pergunta e resposta.

Olho O olhO

Olho o Círculo… Circulando o Circu-lar…

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É preciso. É precioso.

Somos cada folha… e a árvore.

Não se pode ter tudo… mas pode escolher estar aqui no agora.

Caminho Atual. Atualmente Caminho.

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“Nunca faça nada para sempre. Exceto amar.” Mia Couto

 

* Fonte de Informação sobre o “Portal 333” (12/12/2019): Isaharaujo.com

A Prova e o Proveito.

Os momentos mais difíceis, trazem em si, os ensinamentos mais profundos…

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Confie no processo da vida, confie no fluxo… Permitindo-se aprender com as várias facetas, nuances e etapas da experiência… Aceitando o aprendizado, aceitando-se aprendiz… Discernindo aquilo que vem daquilo que vai… Reconhecendo o que muda para melhor. para fortalecer, para clarear… O envelhecido que foi para que o renovado possa vir a se realizar… Lembre-se de que é da lama que nasce uma flor de lótus… do caminho espinhoso é que nasce uma rosa… das sombras revela-se aquela luz… a luz da consciência… que clareia o nosso olhar, pacificando cada um dos nós em nós… Almas amantes… Almas amadas… Em “metAMORfose ambulante” como a borboleta ensina…

Metamorfose

A existência é inevitavelmente uma experiência transformadora… E que vale o voo da pena… Ao nos entregarmos as vivências de certas e incertas travessias… Que por natureza estamos a experimentar… Mas é por vontade própria, que decidimos aceitar o chamado sempre a nos chamar… feito uma chama viva… do fundo, em silêncio a nos revelar os mistérios da vida…

É difícil por não compreender… É possível ao se aceitar…

Eu sou Flor. Tu és Florescer.

A vida dá graça, via o ar de tua graça…

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A fonte estás no céu coração,

No silêncio central,

No ser espiral,

Em comum união.

 

Escuta repleta,

Repleta visão,

Compassiva, Agraciada, Agradecida…

És Um Todo Translúcido… Ó Lúcido Coração…

“Doze passos da mandala” – Adélia Maria Woellner

Doze passos da mandala

(I)

Despertei…

Consegui pronunciar

palavras

e tudo começou,

só para perceber

a experiência de existir.

(II)

Encontrei

fronteiras,

segui rumos,

observei belezas e sombras,

só para perceber

que estava em terra firme.

(III)

Andei pelo mundo,

colhendo imagens duplas,

leste, oeste,

norte, sul

(— pra que lado eu vou?).

Com minha própria imagem,

no espelho da vida,

falei comigo,

tanto, tanto,

só para perceber

que eu era uma só.

(IV)

Uni semelhantes

e até estranhos,

me enrosquei,

criei laços,

só para perceber

que precisava buscar

a libertação.

(V)

Ousei invadir

a jaula do meu leão,

só para perceber

que as grades

deixam fluir a luz.

(VI)

Metódica, disciplinada,

persistente,

criei resistências

só para perceber

o prazer de poder mudar.

(VII)

Saltei pelos pratos da balança.

Fui sacudida

em altos e baixos,

só para perceber

que no centro

estava a paz.

(VIII)

Juntei, amealhei,

pensando na eternidade.

Conceitos e coisas

envelheceram,

esgarçaram.

O sino ecoou

em despedida.

Morri um pouco,

só para perceber

o impulso da renovação.

(IX)

Ansiei expansão.

Insisti para encontrar

espaços amplos,

benéficos.

Pintei rosto alegre,

nas folhas do tempo…

Construí morada em lábios de

sorriso.

Na porta da casa,

fiz da flecha

fechadura e proteção.

(X)

Percorri estágios,

montei estruturas,

seduzida pelo poder.

Alcancei o cimo,

olhei em torno,

para enxergar o vazio.

Desci pelo outro lado

da montanha,

só para perceber

o valor

da reconstrução.

(XI)

Percorri o caminho

do meu menino

carregando água,

borrifando, por igual,

gotas nas margens,

alegrando rosas e ervas daninhas,

só para perceber

a partilha

e a natureza saciada e feliz.

(XII)

Mergulhei no mar,

perdi a noção do tempo.

Nele, não era mais eu.

Investiguei profundezas,

me diluí num céu misterioso,

só para perceber

que existem encantamentos.

 

Adélia Maria Woellner é uma senhora poetisa de 79 anos, do qual tenho um grau de parentesco, pois também sou Woellner. Fico feliz por saber que esta veia poética vem de tempos imemoriais…

Sincroniza Lá em Si.

Sincronicidade… É sintonia fina… Entre a cósmica cidade e sua cidade interior…

“Não posso provar a você que Deus existe, mas meu trabalho provou empiricamente que o “padrão de Deus” existe em cada homem, e que esse padrão (pattern) é a maior energia transformadora de que a vida é capaz de dispor ao indivíduo. Encontre esse padrão em você mesmo e a vida será transformada.” Carl Jung

“O poeta sabe muito bem que a combinação de palavras e sentenças, antes desconexas, faz-se de modo inesperadamente harmônico, sem que se possa afirmar que o poeta seja o autor, isto é, a causa do poema. O poema se cria à sua revelia, como se ele fosse apenas o espectador e o escrevente de “coincidências” significativas de palavras. Seu agrupamento harmônico não depende do poeta.

Assim são as sincronicidades. Elas se efetuam, apesar das pessoas a quem se destinam e para quem fazem sentido. A criação poética tem, pois, o aspecto de uma sincronicidade, bem como todo ato de criação. Criar, inventar, consiste em juntar elementos díspares numa combinação impregnada de um novo sentido. Lembremos aqui que os nossos mutantes (buscadores do caminho) são particularmente criativos, quando não simplesmente poetas.

Para quem procura um criador, um autor da criação, podemos perguntar se o criador não seria o próprio processo criativo — o processo seria, assim, acausal. Para existir, ele precisa de uma testemunha, para quem ele tem significado. Assim como o poeta é testemunha do processo criativo da poesia, a pessoa é testemunha do processo de sincronicidade que lhe é dirigido.”

“Quando o discípulo está pronto, o mestre desaparece.”

 

* Trecho do Ebook Os Mutantes – Uma nova humanidade para um novo milênio

Tudo acaba de acontecer.

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O amigo…

Ama o inimigo.

Ame-se.

 

* Imagem: Elena Kallis. Da série fotográfica que reconta a “Alice no País das Maravilhas”.

Ela viEla

Toda viagem é em si… A viagem toda. 

viela

Sincronicidade é a via…

Da una cidade… Inteiramente interligada…

Por ruas, travessas e avenidas…

Onde encontram-se estreitas passagens…

Daquela rua sem saída…

Em si… Em silêncio…

Em si… Em sintonia…

Em síntese… Em si…

Ensinando… Com a vi(d)a…

 

Pode-se viajar mundo afora não realizando a viajem interior. Pode-se não viajar mundo afora, mas realizando a viagem interior. E pode-se realizar a viagem interior, viajando mundo afora.

Em ti está o ponto central… ponto de partida e chegada. Tu és o viajante. És tu a viagem.

 

* Foto: AturistaAcidental.com.br/

No centro, o aberto.

No caminho do silêncio…

A voz que se escuta

É a do coração.

A imagem que se vê

É a da intuição.

E aquilo que se encontra

É nada mais que o todo… impermanente.

Recebendo-me inteiramente.

Abro-me para a luz da consciência que é em mim… E ilumino as sombras da ignorância que amedrontam-me…

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Já está em mim

aquilo que procuro.

Aceito-me como eu sou

e assim me curo.

Sigo a me curar

encontrando-me

a cada instante da vida.

Viva! Eu sou em si a vida…