I N O W A

EM PAZ. POR AMOR. TUDO ACABA DE ACONTECER.

Tag: aceitação

OM MOM OM

432Hz Music : White Mandala Meditation for Inner Peace and Light

equilibrando… harmonizando frequências…

purificando… resgatando a inocência…

liberando… aquilo que nos bloqueia…

retornando a paz profunda…

transparecendo amor… exalando a florescência…

 

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c i r c u LÁR v o r e

Totalmente simples… Simplesmente total… Sendo aquela que é: circuLar…

larvore

Raízes, galhos e tronco.

Folhas, frutos e seiva.

Tudo muda. Noite e dia.

Arvorece a sabedoria

Da Árvore da Vida.

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“Absorvendo a sabedoria de cada momento, que cada experiência traz. Aceitando serenamente o caminho da vida.” Leonardo Mansinhos

O que você Entrega?

Tudo o que faço… É o que ofereço à vida e às vidas…

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Compaixão recebo…

Perdão recebo…

Gratidão recebo…

Ao entregar-me de coração…

Cada pensamento, cada sentimento, cada intenção… dão forma a nossa ação… Conscientes ou não, entregamos sementes… que serão nossos frutos alimentando o todo…

Ser reto neste caminho tortuoso.

Ilumine as tuas sombras e o caminho lhe será revelado…

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“O menor ato de bondade vale mais do que a melhor intenção.”

A primeira intenção é a vontade do coração… A segunda é o desejo da razão…

Consciência é… Agir justamente com a mente aberta… Em sintonia com o intuitivo coração…

 

“Os vossos pomares dão para continuar a viver, pois reter é perecer.”

“Pois na verdade é a vida que dá vida – enquanto você, que se considera um doador, é apenas uma testemunha.”

“Eremita é o guardião do tempo. […] Que distribui a sabedoria e a verdade que foi buscar na eternidade de conhecimentos que o precedeu” Stuart R. Kaplan

 

* Citações de Khalil Gibran

Intui São.

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intui, és tu.

são, és tu.

tu és intuição.

 

ora São. orAção.

…Ora por Ora…

Lugar certo é onde a sua presença está…

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Das pedras, a bruta.

Da bruta, a preciosa.

 

Que o coração endurecido… Encoberto por pedras… Possa revelar seu brilho e preciosidade… Hora racha, hora rocha, hora esfarela, hora rola… Abrindo a mente, afinando a atenção, refinando os sentimentos, agindo em sintonia com  consciência, na mais curativa vibração… Lapidando-se até encontrar o ponto central, o espaço aberto, o sol interior, a fonte renascente do céu coração…

 

Foto: “Caminho Zen” –  HW Kateley

“O superior com a cabeça do inferior.”

A natureza inferior nos oprime, vicia, desvirtua e aliena, nos derruba… A natureza superior nos liberta, eleva, aprofunda, expande e centra, nos torna virtuosos…

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Entre os diferentes e repetidos duelos… em nosso universo interior…

Eis o grande embate entre as virtudes e vícios…

A batalha enfrentada

A heroica espada

A veemente vontade

A humildade aplicada

A vitória em si realizada.

 

Sábia humildade… Sábio humilde…

A luz emana… Em meio a sua escuridão…

 

* Pintura “Davi com a cabeça do Golias”, de Caravaggio. “O corajoso, fiel e inspirado Davi-Caravaggio derrota o Golias-Caravaggio criminoso e errante, através da humildade que supera o orgulho”. Fonte: Gnosisbrasil.com

“Quando tudo se desfaz” – Pema Chödrön

Doses generosas de realidade. Pés fincados na realidade.

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Metáforas

“Iniciar uma jornada espiritual é como entrar em um barquinho muito pequeno e sair pelo mundo em busca de terras desconhecidas. Com a prática vem a inspiração mas, cedo ou tarde, encontraremos também o medo.” (p. 1)

“Quando iniciamos nossa exploração, temos todo tipo de ideal e expectativa. Procuramos respostas que satisfaçam anseios muito antigos e a última coisa que queremos é um reencontro com o bicho-papão.” (p. 2)

“A palavra desejo inclui aquela qualidade de vício que já mencionamos, nossa tendência a nos apegarmos a algo porque queremos encontrar uma maneira de deixar tudo bem, Isso decorre de nunca termos crescido. Ainda queremos ir para a casa, abrir a geladeira e encontrá-la cheia de nossas guloseimas favoritas.” (p. 62)

“A verdade, dizia um antigo mestre chinês, não é nem isso nem aquilo. É como um cão diante de uma tigela de gordura fervente. Ele não pode desistir dela porque é saborosa demais e não pode lambê-la porque está quente demais.” (p. 126)

Autoconhecimento

“A verdade é que, a partir do momento em que realmente iniciamos esse processo, nós nos tornamos cada vez mais modestos.” (p. 3)

“Relacionar-se honestamente com a qualidade imediata de nossa experiência, com respeito suficiente para não julgá-la, é uma jornada para toda a vida.” (p. 35)

“Contentamento é sinônimo de solidão, de solidão tranquila, de acomodar-se na solidão refrescante.” (p. 60)

“De algum modo, nesse processo de tentar negar que tudo está sempre em mudança, perdemos nossa percepção do sagrado da vida. Temos uma tendência a esquecer que fazemos parte do esquema natural das coisas.” (p. 65)

“A ausência de ego é um estado mental que implica total confiança no sagrado do mundo.” (p. 66)

“A honestidade, sem bondade, humor e boa vontade, pode ser simplesmente mesquinha.” (p. 81-82)

“Para pôr um fim às guerras é preciso deixar de odiar o inimigo.” (p. 119)

“Entretanto, você já deve ter percebido que frequentemente existe uma divergência irritante, se não deprimente entre nossas ideias e boas intenções e as reações que temos diante dos detalhes mais básicos das situações da vida real.” (p. 122)

Medo

“Mais cedo ou mais tarde compreendemos que, embora não possamos fazer com que o medo seja agradável, é ele que acabará por nos colocar diante de todos os ensinamentos que algum dia lemos ou ouvimos.

Portanto, considere-se com sorte na próxima vez em que encontrar o medo, pois é nesse ponto que entra a coragem. Geralmente pensamos que as pessoas corajosas não sentem medo, mas a verdade é que elas estão familiarizadas com ele.” (p. 5)

“Como dizia Shunryu Susuki Roshi, mestre Zen – viver é como entrar em um barco prestes a sair para o mar e afundar.” (p. 46)

“Na verdade, temos o direito a algo melhor, àquilo que é nosso estado de direito inato, ao caminho do meio – um estado mental aberto onde é possível relaxar no paradoxo e na ambiguidade,” (p. 57)

“Não há ponto de referência no caminho do meio.” (p. 56)

“Quando nos protegemos do sofrimento, achamos que estamos sendo bondoso conosco mesmos. A verdade é que apenas nos tornamos mais amedrontados, endurecidos e alienados.” (p. 93)

O que vem depois do fundo do poço

“Há, com certeza, uma qualidade delicada e vibrante quando experimentamos não ter nenhuma base.” (p. 9)

“Quando tudo se desintegra, somos submetidos a uma espécie de teste, e também a um certo processo de cura.” (p. 9)

“Ficar nesse desequilíbrio – com o coração partido, o estômago apertado, o sentimento de desesperança e o desejo de vingança – é o caminho do verdadeiro despertar.” (p. 12)

“Atingir o limite não é encontrar um obstáculo ou uma punição, mas uma saída em direção à sanidade e incondicional bondade dos seres humanos.” (p. 17)

“A morte e a desesperança fornecem a motivação correta para viver a vida com mais discernimento e compaixão.” (p. 47)

“Frequentemente, diz-se que a paz é a quarta marca da existência. Não se trata da paz em oposição à guerra, mas do bem-estar que surge quando vemos os infinitos pares de opostos como complementares.” (p. 69)

“Os ensinamentos budistas são dirigidos às pessoas que não têm muito tempo a perder. Isso inclui todos nós, quer saibamos ou não. Do ponto de vista dos ensinamentos, achar que ainda temos muito tempo e que podemos deixar essas coisas para depois constitui o maior dos mitos, a grande loucura e o pior veneno.” (p. 137)

“Quando compreendemos que o caminho é o objetivo, surge uma sensação de viabilidade.” (p. 156)

“Afinal, como disse Ösel Tendzin, todos vêm para o Dharma pelos motivos errados – é o caminho que nos corrige.” (p. 159)

Meditação

“Não nos sentamos em meditação para nos tornarmos bons meditadores. Sentamos em meditação para estarmos mais despertos na vida.” (p. 17)

“Anos mais tarde, [Rinpoche] usou uma analogia bem-humorada, ao comparar a meditação a uma pessoa fantasiada segurando uma colher cheia de água. É possível estar tranquilamente sentado ali, vestindo uma roupagem rebuscada e, ainda assim, estar bastante atento à colher de água que se tem nas mãos.” (p. 21)

“Portanto, como meditadores, também podemos parar de lutar contra nossos pensamentos e perceber que honestidade e senso de humor são muito mais inspiradores e úteis do que qualquer tipo de solene esforço religioso contra ou a favor de algo.” (p. 24)

“O próximo passo consiste em conter-se. A atenção plena é a base, conter-se é o caminho. […] [Conter-se] É a prática de não preencher imediatamente o espaço apenas porque surgiu uma lacuna.” (p. 35)

“Conter-se – não reagir por hábito ou impulso – relaciona-se com deixar de lado a disposição para a distração.” (p. 36)

“Simplesmente parar, em vez de preencher imediatamente o espaço, representa uma experiência transformadora.” (p. 38)

“Quando somos capazes de estar bem ali sem dizer: ‘Eu definitivamente concordo com isso’ ou ‘eu definitivamente não concordo com isso’, mas apenas estando ali muito diretamente, encontramos a riqueza fundamental por toda parte.” (p. 107)

“Se realmente soubéssemos quanto sofrimento nossa tentativa de evitar a dor e buscar o prazer traz ao planeta como um todo – como essa atitude nos torna infelizes e interrompe a ligação com nosso coração e inteligência fundamentais – sairíamos correndo e praticaríamos meditação como se a casa estivesse pegando fogo. Praticaríamos como se uma enorme cobra tivesse acabado de cair em cima de nós – não pensaríamos que temos tempo de sobra e que podemos deixar esse assunto para mais tarde.” (p. 113)

“A meditação é, provavelmente, a única atividade que não acrescenta nada ao cenário.” (p. 113)

Que se desfaça

“Ficaremos dando voltas inúteis com nossos pensamentos se acreditarmos em sua solidez.” (p. 24)

“O que torna maitri [conceito budista traduzido por Pema como bondade amorosa] uma abordagem tão diferente é o fato de não estarmos tentando resolver um problema. Não estamos lutando para afastar a dor ou para nos tornarmos uma pessoa melhor. Na verdade, estamos desistindo completamente de ter controle e deixando que os conceitos e ideais desmoronem.” (p. 28-29)

“Há um ensinamento sobre os três tipos de despertar: despertar do sonho do sono normal, despertar, ao morrer, do sonho da vida e despertar, em plena iluminação, do sonho da ilusão.” (p. 31)

“Esse é um ponto importante, pois representa o início do início. Sem desistir da esperança – de que há um lugar melhor para estar, de que há alguém melhor para ser – nunca relaxaremos onde estamos ou naquilo que somos!” (p. 41)

“Não-teísmo é perceber, finalmente, que não existe babá com quem contar. Você consegue uma babá ótima e, então, ela se vai. Não-teísmo é compreender que não são apenas as babás que vêm e vão. A vida toda é assim. Essa é a verdade, e a verdade incomoda.

Para aqueles que desejam agarrar-se a algo, a vida é ainda mais difícil. Sob esse ponto de vista, o teísmo é um vício. Somos viciados em esperança – esperança de que a dúvida e o mistério se dissipem. Essa dependência tem um doloroso efeito sobre a sociedade: uma sociedade baseada em muitas pessoas viciadas em conseguir um apoio para si mesmas não é um lugar compassivo.” (p. 43)

“Permitir que as coisas se dissolvam é, às vezes, chamado de desapego.” (p. 54)

“O ego pode ser definido como aquilo que encobre a bondade fundamental.” (p. 66)

 

* Citações do livro “Quando tudo se desfaz: orientações para tempos difíceis” de Pema Chödrön.

* Fonte: Blog As Melhores Partes.

Ser… Inocente… Selvagem…

A mando se arma. Amando se ama.

Descarregue sua arma

Recarregando sua alma.

 

Pelo sim, pelo não… Dê gratidão.

 

* Imagem: Alex Grey

Aceitando o mistério.

Consigo vencer o desânimo, cavaleiro das sombras e do não. Pois minha vontade é maior. Percebo a álgida beleza das coisas, que ardem, ilusórias. Percebo, mas não desisto.” Marco Lucchesi

Imagem relacionada

caminho deserto.

caminho longe. caminho cego.

caminho deserto.

caminho adentro. caminho aberto.

caminho desperto.

 

Um mosteiro no deserto é uma luz que avistamos de longe, é uma parada na estrada, uma etapa da peregrinação, na qual Deus se torna nosso hóspede e nos tornamos hóspedes de Deus.” Paulo Dall’Oglio

* Imagem: “Estas incríveis estruturas em formas de cones são obra de um grupo de de arte grego, que são chamados D.A.S.T, que desenvolveu a chamada “Respiração do Deserto”. Tendo quase 100 mil metros quadrados, foi realizado em 1997.