Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

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Encontrar o caminho sem esforço

A água suja é melhor clareada ao deixá-la quieta.” Alan Watts

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“A busca da felicidade é uma das principais fontes de infelicidade.” Eric Hoffer

“A resistência à situação desagradável é a raiz do sofrimento.” Ram Dass

“Para que as coisas se revelem a nós, precisamos estar prontos para abandonar nossos pontos de vista sobre elas.” Thích Nhat Hanh

“Se você não consegue encontrar a verdade exatamente onde está, onde mais você espera encontrá-la?” Dogen

“O sentido da vida é apenas estar vivo. É tão óbvio e tão simples. Ainda assim, todos ficam em pânico como se fosse necessário alcançar algo além de si mesmos.” Alan Watts

“A vida não é tão séria quanto a mente faz parecer.” Eckhart Tolle

“Quando quero dançar, eu danço. Eu não me importo se ninguém mais está dançando ou se todos estão rindo de mim. Eu danço.” Rachel Danson

“Um seguidor do caminho não tem forma nem contorno, nem raiz nem tronco; nem lugar de habitação; como um peixe pulando na água.” Provérbio Rinzai Zen

“Não posso lhe contar nenhuma verdade espiritual que você já não conheça. Tudo que posso fazer é lembrá-lo daquilo que esqueceu.” Eckhart Tolle

“Todo ser está em busca da verdade, mas pequenos medos continuam lhe impedindo.”  Osho

“Todos os verdadeiros artistas, eles sabendo ou não, criam de um lugar onde não há mente, de uma quietude interior.” Eckhart Tolle

“Eu vivi com vários Mestres Zen – todos eles gatos.” Eckhart Tolle

 

Fonte: Awebic.com

CircuLar em Paz

A cada noite, todo dia… Renascendo, retornando ao centro…

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A jornada da alma

Ao longo da vida.

 

Circulando o labirinto… Ouvindo o inaudível… Vendo o invisível… Desvelando a luz do caminho… Desvelando-se luz no caminho…

Qual o Enigma da Esfinge?

“Decifra-me ou te devoro.”

“Decifra-me ou devoro-te, eu sou teu eu interior. Teu verdadeiro eu. Sou teu subconsciente e inconsciente, teus sonhos e devaneios, tuas dúvidas e perplexidades, tuas crenças e valores, teus defeitos e qualidades, amores e ódios, desejos e aversões, fragilidades e fortalezas.

Se não me decifrares não crescerei em consciência, não evoluirei como ser porque o autoconhecimento é o primeiro passo e eu te devorarei ao transformar-te de ser humano livre e autônomo em mero joguete das Parcas, mera folha ao vento do destino.”

Quem não se conhece será sempre refém de suas emoções, de suas desconhecidas crenças limitantes e de suas percepções distorcidas.

Quem não se conhece diz A quando queria ter dito B. Tira conclusões equivocadas sobre si e sobre os outros já que é comandado pelas crenças que tem e desconhece que as têm.

Quem não se conhece tem maior chance de fazer escolhas não benéficas para si mesmo e depois fica culpando fulano ou beltrana ou a má sorte.

Quem não se conhece mais facilmente entra em conflito com os demais.

Quem não se conhece pode ficar marcando passo, estagnado em alguma situação onde não vê saída porque desconhece o próprio potencial ou, ao contrário, pode dar o passo maior que a perna porque desconhece suas limitações.

E lembre-se… Ao se aprofundar no seu lado sombrio, jamais julgue-se ou condene-se… Aquele que É em Si “Ama e Aceita como nós Somos”.

Quem não se conhece não pode amar-se de verdade, pois só após conhecer cada canto obscuro seu, só após chegar ao âmago de sua menosvalia, será capaz de começar a dar valor a todo o brilho que tem a despeito de todo o obscuro que em si encontrou. Irá conscientizar que isso tudo que é – é simplesmente ser humano.

Nem pior nem melhor que todos os demais. Somente diferente em sua individualidade.

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“Conhece-te a ti mesmo.”

 

Fonte: OSegredo.com.br

Sobre o Julgamento – OSHO

Por que fazemos o mal? - Transformando a sombra personalidade

“Um dos exercícios mais praticados pela humanidade é o julgamento.

Julgamos o outro, baseados em nosso código de valores, nossas percepções e naquilo que nossa imaginação cria a respeito de cada pessoa com a qual convivemos.

Ocorre que nem sempre esta avaliação se mostra correta e, por essa razão, ao julgar corremos o risco de cometer equívocos e praticar injustiças.

O pior que pode acontecer quando julgamos alguém é, sem dúvida, não levar em conta os sentimentos daquele que estamos criticando.

Por mais que não concordemos com as atitudes de uma pessoa, não podemos nos esquecer de que elas são motivadas, de um modo geral, pelas suas emoções e que agindo de modo rígido e inflexível também estamos nos deixando levar por nosso lado emocional.

Saber reconhecer quando estamos sendo influenciados por nossos conflitos internos no momento em que avaliamos as ações alheias, é o primeiro passo para que possamos abandonar a postura de juízes implacáveis e nos colocar no lugar de quem estamos julgando.

O sistema judiciário se baseia em leis pré-concebidas com o objetivo de garantir a convivência civilizada entre os seres humanos. Mas, fora desta esfera, nas atitudes cotidianas, nos arvoramos muitas vezes no papel de juízes implacáveis daqueles que não se enquadram em nossos hábitos e costumes.

Humildade, sabedoria e a capacidade de aceitar as diferenças de modo tolerante, constituem os melhores instrumentos para que escapemos da armadilha do julgamento.
Quando você diz que você se julga, isso é algo tomado emprestado. As pessoas julgaram-no, e você deve ter aceitado as idéias delas sem nenhuma investigação. Você está sofrendo de todas as espécies de julgamento das pessoas, e você está jogando esses julgamentos nas outras pessoas. E todo esse jogo desenvolveu-se além da proporção – a humanidade inteira está sofrendo disso.

Se você quiser livra-se disso, a primeira coisa é esta: não se julgue. Aceite humildemente sua imperfeição, seus fracassos, seus erros, suas faltas. Não há nenhuma necessidade de fingir outra coisa. Seja você mesmo: “É assim mesmo que eu sou, cheio de medo. Eu não posso andar na noite escura, não posso ir lá na densa floresta.” O que há de errado nisso? – é humano.

Uma vez que você se aceite, você será capaz de aceitar os outros, porque você terá um clara visão interior de que eles estão sofrendo da mesma doença. E a sua aceitação deles, os ajudará a aceitarem-se.

Nós podemos reverter todo o processo: aceite-se. Isso o torna capaz de aceitar os outros. E porque alguém os aceita, eles aprendem a beleza da aceitação pela primeira vez – quanta tranqüilidade se sente! – e eles começam a aceitar os outros.

Se a humanidade inteira chegar ao ponto onde todo mundo é aceito como é, quase noventa por cento da infelicidade simplesmente desaparecerá – ela não tem fundamentos – e os seus corações se abrirão por conta própria e o seu amor estará fluindo.

Neste exato momento, como você pode amar? Quando você vê tantos erros, tantas fraquezas… – como você pode amar? Você quer alguém perfeito. Ninguém é perfeito, assim, você tem de aceitar um estado de não-amor, ou aceitar que não importa se alguém não é perfeito. O amor pode ser compartilhado, compartilhado com todas as espécies de pessoas. Não faça exigências.

O julgamento é feio – ele fere as pessoas. Por um lado, você vai machucando, ferindo-as; e por outro lado, você quer o amor delas, seu respeito. Isso é impossível.

Ame-as, aceite-as e, talvez, seu amor e respeito possa ajudá-las a mudar muitas de suas fraquezas, muitas de suas falhas – porque o amor lhes dará uma nova energia, um novo significado, uma nova força. O amor lhes dará novas raízes para se erguerem contra os ventos fortes, um sol quente, a chuva forte.

Se apenas uma única pessoa o ama, isso o faz tão forte, que você nem pode imaginar. Mas, se ninguém o ama neste vasto mundo, você fica simplesmente isolado; então, você pensa que é livre, mas você está vivendo numa cela isolada em uma cadeia. É que a cela isolada é invisível; você a carrega consigo.

O coração abrirá por si mesmo. Não se preocupe com o coração. Faça o trabalho preparatório”.

Osho em The Transmission of the Lamp.

Fonte: VentosDePaz

Integridade, questão de caráter.

Traidor

Só não

Trai

Dor

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Depois do fim, o recomeço

aurynsale

ao invés de julgar, observar-se.

ao invés de culpar, aceitar-se.

ao invés de condenar, perdoar-se.