Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: amor

dança…MU…dança

A natureza é cor-ação… expressando-se livre-mente…

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“Já era de se esperar…”

Já é de se encontrar…

 

Tu és a essência do perfume vida…

Amor e A morte

Entregue-se a vida, receba a morte… Entregue-se a morte, receba a vida.

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“Só podemos viver no presente, no agora, só existe aqui-agora, ainda que a mente teime em nos levar para o passado ou o futuro, muitos mestres já nos alertaram para isso.

Não é fácil, trata-se de trabalho para uma vida inteira, mas temos a missão de sermos a melhor versão de nós mesmos para irmos além.

Desligue o seu piloto automático e viva cada dia como se fosse o último”… Por princípio, afinal, cada momento, cada dia é único…

 

Iluminamos o que está escuro. Preenchemos o que está vazio. Sonorizamos o que está em silêncio. E agora, como retornamos ao princípio, sem fim nem começo?

O mistério sobre o fim… encerra o mistério sobre o princípio.

 

* Obra de Johfra Bosschart – “Escorpião”

Em nome da vida, estamos vivos.

A vida inteira neste exato momento.

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Transforme Roma em Amor.

Transforme o Raso em Rosa.

 

Uns me chamam de rosa… Outros me chamam de amor…

Em(b)Arco

Sem pressa. Na prece. Para sempre.

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UNA

(um)

NUA

(novo)

AUN

(ainda)

NAU

(agora)

 

“Que rosas floresçam em vossa cruz.”

Deixar ir… Voltar a ser…

Vivo, caminho… Caminho vivo…

Entregue. Desapegado do resultado.

Recebido. Desapegado do resultado esperado.

Presente. Conectado ao processo…

Ao contínuo caminho sob nossos pés.

 

Assim como a nossa existência, os pensamentos vem e vão… Ondas do mar vem e vão… Nuvens no céu vem e vão… Entre a inspiração e a expiração… A imanência que paira no ar… A perene presença… Repleto silêncio no coração da vida…

modo OM

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O dOM

Modo

do OM

rosAMORosa

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Rosa

Amo

Rosa

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Rosa amorosa. Alma perfumada.

 

* Fiz estas fotos ontem (02.10.19), rosas no jardim da Ordem Rosacruz – AMORC (Curitiba/Brasil)

Deserto é.

Não faça para provar ao outro. Mas prove-se e verá o outro…

desertos

no caminho

o obvio

é óbvio.

“Eternidade Reencontrada” – Jean-Yves Leloup

Entrevista com Jean-Yves Leloup ao jornal Diário do Nordeste, em 09/09/2002.

Para você, o que significa a fé?

Jean Yves Leloup – A fé é o que os antigos chamam uma virtude teologal, ou seja, um poder de ordem divina, uma inteligência maior do que minha inteligência. Em certos momentos, sou mais inteligente do que a inteligência que tenho…! E nesses momentos eu sei o que é a fé. Os latinos insistem, sobretudo, na noção de ‘confiança, de nos confiarmos a …’, enquanto que os gregos chamam a atenção para ‘a abertura de nossa inteligência para uma maior’. A proclamação eu creio em Deus significa literalmente ‘conheço a Deus como Deus se conhece; deixo Deus conhecer-se em mim’.

Você pensa que, na educação cristã, a noção de perdão é bem explicada?

Jean Yves Leloup – É verdade que não se pode dizer a alguém que ‘é necessário perdoar’, assim como não é possível dizer que ‘é necessário amar’; a fórmula é necessário é algo supérfluo. No entanto, podemos aceitar o que é, procurar compreender, até mesmo exigir compreender o que se passa. Com efeito, exigir é também uma forma de respeitar o outro, é exigir dele que se dê conta do que fez. Em seguida, no âmago do enfrentamento que reclama justiça, há um momento em que somos como que lavados de nossas memórias. Neste instante, intervém alguma coisa que está para além do eu, para além do dom: é isso o que se pode chamar perdão.

Você diz que o orgulho é pura estupidez. Não poderíamos dizer o mesmo do medo: o medo do julgamento dos outros, o medo de nossos próprios limites, de nossas fraquezas?

Jean-Yves Leloup – É verdade que o orgulho é, muitas vezes, alguém fraco, frágil; ele tenta preencher sua carência com vaidade. É por isso que devemos ter compaixão pelos orgulhosos: na maior parte das vezes , eles são miseráveis. Com alguém que reconhece sua fraqueza, sua carência, é possível crescer. Trata-se de devolver-lhe seu amor próprio, sua dignidade. Pelo contrário, não é possível devolver ao orgulhoso seu amor próprio, sua dignidade, porque ele julga que já é detentor de tudo isso!

Será possível que alguém que tenha vivenciado experiências afetivas decepcionantes, traumatizantes, conserve a confiança no ser humano?

Jean-Yves Leloup – Não. Estou pensando no versículo que diz: ‘Infeliz do homem que confia no homem’. A confiança deve ser depositada não no homem, mas na vida que está nele: depositar confiança no que há de melhor nele; caso contrário, depositar confiança em uma pessoa é dedicar-se a uma grande decepção.

Será que podemos reencontrar o sentido profundo da palavra felicidade?

Jean-Yves Leloup – A etimologia da palavra felicidade é muito significativa. É a ‘boa hora’, de estarmos presente onde estamos! Seria necessário devolver à palavra felicidade sua dimensão feminina (a boa hora) que é uma forma de esposar o instante. A felicidade é reencontrarmos em nós a capacidade para amar, porque tudo o que fazemos sem amor é tempo perdido, é feito em má hora, é uma infelicidade… Enquanto tudo o que fazemos com amor é a eternidade reencontrada. Desse modo, a felicidade nos é dada por acréscimo.

A M O – R – T E

Aprove a vida. Lembre-se de que você é mortal. Aproveite o dia. Há provação. Prove-se. Prove… Que a vida é… Prova de amor.

a cada morte…

…amor te amo

por toda vida…

…amor te amo

renascemos, viva!

…amor te amo

 

* Hoje pela manhã, minha filha de 7 anos, me disse: “Hoje é o melhor dia da minha vida”. E eu comentei: “Isso mesmo. Todo dia tem que ser o melhor dia da sua vida”. E a pequena gigante concluiu: “Eh! Hoje e sempre…”.

É Presente… Hoje e Sempre.