Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: casulo

A condição é ser incondicional.

Passado e futuro encontram-se aqui-agora… no renascente casulo presente.

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A borboleta leva consigo o jardim… eleva em si o perfume das flores.

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Pousa… Repousa a borboleta… Sobre a espiralada rosa da vida.

“Antes lagarta, depois crisálida, agora borboleta!”

Você cresce, depois de muito peso, cair no fundo, se desfazendo e refazendo-se adubo, vai em direção ao mais alto, nobre e leve futuro…

Com a permanente mudança você muda, depois de enraizar-se, planta nova muda… mesmo no óbvio incerto, se dá o presente aberto…

E agora continuamente, segue em frente, reconhecido, aceito e renovado… desapegando do profundo passado, apontando ao elevado futuro… o desconhecido presente é simplesmente fonte criativa, luminosa… mesmo neste espaço obscuro… pois é ele-ela… senão, aquele um todo… que nos dá a luz…

Gratidão encerra o éter-no princípio: Amor…

 

* Título do livro de Laurência Santana – “Antes lagarta, depois crisálida, agora borboleta! Uma vida de superação”

“A Crise da Crisálida”

“Ninguém transforma ninguém e ninguém se transforma sozinho, nós nos transformamos no encontro.” Roberto Crema

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Vivemos um tempo absurdo, onde perdemos a escuta. Alguém perguntou a um índio de 101 anos, um Xamã, um Pajé americano: – O que você faz? Ele disse:

– Eu ensino meu povo.

– O que você ensina?

– Quatro coisas, ele respondeu: Primeiro, a escutar;

– Segundo: que tudo está ligado com tudo;

– Terceiro: que tudo está em transformação;

– Quarto: que a terra não é nossa, nós é quem somos da terra.

“Não é esmagando a lagarta que faremos nascer a borboleta.” Jean Yves Leloup

“Você muda de roupa em dois minutos; leva-se uma existência inteira mudar o coração.”

Até onde eu posso enxergar, existem 3 tipos de seres humanos:

– Aqueles que nascem e morrem piores do que nasceram – são os degenerados;

– Aqueles que nascem e morrem como nasceram – são os que mantiveram a saúde;

– Aqueles que nascem e se tornam quem eles são, assim como uma flor se torna uma flor, uma mangueira se torna uma mangueira – são os que aceitaram o desafio da evolução.

“Num certo sentido, apenas os santos são a humanidade.” Abraham Maslow

“Santidade não é um privilégio de poucos, é uma necessidade de cada um de nós.” Teresa de Calcutá

O que acontece se você fugir do caminho, o que acontece ao se desviar do caminho? O caminho volta-se contra você… e não chega a ser uma maldição… é a reação à sua negação… pois negar o caminho é rejeitar-se e abandonar-se… é fechar-se para a realidade primordial, para a sua natureza essencial… pois para onde o caminho o leva, senão, para o encontro consigo mesmo… Quando se reconhecer este ser vivente… Participante da criação e transformação… Reconhecerá também toda esta natureza que é… Simplesmente uma só natureza em si…

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Um poema de um poeta espanhol, Juan Ramon Jimenez, concebido quando ele vivia um tempo muito depressivo, quando percebia que a sua alma estava sendo subtraída. Então ele retirou-se por algum tempo numa montanha, nos Pirineus. Ao descer da montanha ele nos brindou com a inspiração sagrada desta poesia:

“Eu não sou eu.

Sou este que caminha ao meu lado sem eu vê-lo;

que por vezes, vou visitar, e que, às vezes, esqueço.

O que cala, sereno, quando falo, o que perdoa, doce, quando odeio,

o que passeia por onde estou ausente,

o que estará de pé quando eu estiver morrendo.”

Hoje não tem sol! “É verdade? Haverá um dia em que não há sol? A verdade é que hoje tem nuvens!”

 

Fonte:  RobertoCrema.com.br – Citações do texto: Liderança no Século XXI – Impactos da passagem do milênio.

EsvaziAndo o Casulo

Tenho três notícias para compartilhar contigo. Uma refere-se ao passado, outra ao futuro, e a essencial é referente ao agora:

A primeira notícia é que… está morta a lagarta.

A segunda… está viva a borboleta.

A terceira é… que esta metamorfose, diz respeito ao ser que eu sou…

Mesma Mudança

ace of wands

Lagarteando, no outono cai em si…

No fundo sem fundo, o casulo do inverno…

No renascer das borboletas, mesma primavera…

No alto do céu coração, o eterno retorno ao verão…

 

* Imagem – “Ace of Wands” – Inner Child Cards

Conto: Verdade é meia verdade

E o velho paciente falou:

“Veja… a lagarta que virou borboleta ou a borboleta que deixou de ser lagarta?”

O jovem estudante, ansioso e curioso, antes mesmo de responder lhe fez outra pergunta:

“E o casulo?”

O velho, sem mais delongas respondeu:

“Atravesse-o e o encontre…”

adriaNOWamente

Tudo em seu Tempo, tu És o Tempo.

lagarta

A lagarta não está perdida, está buscando o caminho…

No casulo, a lagarta não está presa, está conhecendo o caminho…

A borboleta é a lagarta… que atravessou as sombras em si escondidas… desvelou, reconheceu que é no corpo e na terra por onde se anda, semeia, se alimenta, aonde doa-se e cultiva… o mesmo lugar onde se aterrissa… ao voar pelos ares, pelo céu coração, pela leveza da vida…

Pois a borboleta integrou em si a lagarta com seu casulo… compreendeu, elevou e desapegou-se ao fluir com a fonte…

Fez da luz e escuridão o ser num só coração… com a eterna e infinita nascente que nos respira… eis a autorrealização do amor, da consciência universal que nos vivifica…