Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: coruja

Sincrônica Viagem

Somos o meio de ser inteiro princípio…

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final de madrugada na praia…

duas corujas, gato preto e pé na estrada…

amanheceu na cidade natal…

1111 na placa, retorno ao princípio, de volta pra casa…

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* Sobre o meu retorno das férias, um tanto quanto sincrônica.

Aquilo que é essência na existência.

“O oposto de morte é nascimento… A vida é eterna.”

“O meu olhar é nítido como o girassol; eu não penso… pensar é estar doendo os olhos, pensar é não compreender. O mundo não foi feito para pensarmos sobre ele mas, sim, para olharmos para ele e estarmos de acordo. Eu não tenho filosofia, eu tenho sentidos e se eu falo sobre a natureza não é porque eu saiba o que ela é; é porque eu a amo e amo-a por isso, porque quem ama nunca sabe o que ama, nem por que ama, nem o que é amar. Amar é a eterna inocência, e a única inocência, não pensar.” Fernando Pessoa, em Guardador de Rebanhos

“O pensamento é o ruído do passado. Quando estou doente, eu penso. Descartes, um dos pais da modernidade, afirmava: penso, logo existo! Poderemos dizer: não penso, logo eu sou!” Krishnamurti

Diga a si mesmo… assim como Cristo falou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”… E assim É…

 

Fonte:  RobertoCrema.com.br – Citações do texto: Liderança no Século XXI – Impactos da passagem do milênio.

Honrar é Aceitar-se

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Honre o teu passado… Aceitando aquele que tu és.

Honre a origem e teus ancestrais… Aceitando este aqui-agora… Como a legítima e gratificante realidade… A se vivenciar… Criando, transformando e desfrutando… Celebrando e Consagrando-se…

Aprendendo e ensinado a Sabedoria – em Si – Perene… A presença presente na escola da vida…

Realizando-se em vida… Ao permitir que a vida possa espontaneamente circular… Inovando e se Renovando… Sendo por princípio, finalmente, o próprio Lar e-terno Lar…

 

A Cura está no Encontro com Aquele que proCura-se…

Por uma vida, una vidas.

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Por vezes a vida (unicamente múltipla que só ela)…

Pontua, põe ponto final… Ou seria ponto e vírgula?

Com ela faço rascunhos, interpretações, exclamações, reticências…

Mas cedo ou tarde retorno às interrogações e à fonte criativa.

No prefácio, parece rápido, fácil…

Porém, o sumário é sumério, segredos do mistério…

Onde termina o princípio?

Qual é o meio?

Aonde começa o fim?

E assim, capítulos rolam, uns enrolam outros desenrolam…

Figuras, personagens, riscos, teorias… Citações, traduções, justificativas ocupam longos parágrafos…

Apesar das leituras e releituras… há letras, linhas, entrelinhas, significados… sentidos que permanecem codificados em aberto espaço…

Palavras erradas, não escritas, mal entendidas, revisadas, nem sempre, quase nunca compreendidas…

Páginas e mais páginas difíceis de serem enumeradas… mas ainda assim escritas…

E a capa dura, mesmo que não ceda, envelhece e há de se dobrar ou cair naquele dia…

O livro, dura o tempo que durar… Simplesmente por cumprir o seu papel de mensageiro da vida…

De repente num tao não-lugar há de se completar histórias…  A causa e-feito poesia… A página em branco comunica além das palavras… encerra o princípio em si… 

 

* Texto revisado, publicado originalmente em 23/04/2014.

Justa Vida Aberta

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Tudo o que você faz… não é perdido…

Tudo o que não se faz… não será recebido…

A vida é abertaMente justa…

E justaMente aberta… para as nossas sinceras realizações…

 

Aqui se faz, aqui se desapega… Se é agora, agora se realiza…

Das penas, o voo

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A nuvem sob os 4 montes…
O caminho sob os 4 ventos…
Na fonte com os 4 elementos…
Eu sou o 5° elemento…

Transformar as penas em plumas… para realizar o voo…

“Um túnel no fim da luz”

saber de cor…

da cor e da corja

no escuro, o incolor

saber de coruja…

Saber de Cor… de Coruja.

Olhos de coruja
Vendo na escuridão
Sombria sabedoria…

Olha e vê, não dá para esconder
Mas ainda por um tempo debaixo do tapete
Não mais debaixo dos escombros
Bate nos ombros, tira o pó
O vivo é durante, antes e pós…

 

* Inspirado na poesia Vida de pó de Cristileine Leão – Blog Depressão com Poesia.

A coruja lembra…

cor

A escuridão não pode nos cegar…

Mas ao fecharmos os olhos para a luz…

O medo e a insegurança aumentam…

Nos fazendo distanciar do centro do nosso universo…

Da fonte que é sempre nascente…

Aquela que atravessou a escuridão do espaço sideral…

Gerando essa vida misteriosamente colossal.

Sábia Noturna

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a coruja,

escuta o que pouco se ouve,

enxerga com clareza na escuridão,

observa de cabeça erguida…

qualquer direção,

a coruja olha através, enxerga além,

sem medo do que vê.