Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: Eckhart Tolle

Desembrulhe o presente.

“A consciência é o grande agente da mudança.” Eckhart Tolle

como seguir jornada do herói

“Este é o verdadeiro segredo da vida – estar completamente envolvido no que você está fazendo aqui e agora. E ao invés de chamar isso de trabalho, perceba que é um jogo.” Alan Watts

“A única coisa que é verdadeiramente real em sua jornada é o passo que você está dando neste momento. E isso é tudo que há.” Eckhart Tolle

“Quando você está presente, pode permitir que a mente seja o que ela é, sem ficar preso nela.” Eckhart Tolle

“Se você perder o momento presente, você perde o seu compromisso com a vida. Isso é muito sério!” Thich Nhat Hanh

“Minha experiência é que os professores que mais precisamos são as pessoas com as quais estamos vivendo agora.” Byron Katie

 

* Fonte: Awebic.com

Entrega. Receba.

“Visão é a arte de ver o que é invisível…”

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Aquele que serve.

Aquele ser que vê.

 

“A entrega não transforma aquilo que é, ao menos não diretamente. A entrega transforma você. Quando você estiver transformado, todo o seu mundo fica transformado, porque o mundo é somente um reflexo.” Eckhart Tolle

Toda Negatividade é uma Resistência

negatividade

Toda resistência interior é vivenciada como uma negatividade. Toda negatividade é uma resistência. Nesse contexto, as duas palavras são quase sinônimas. A negatividade vai de uma irritação ou impaciência a uma raiva furiosa, de um humor deprimido ou um ressentimento a um desespero suicida. Às vezes, a resistência faz disparar o sofrimento emocional, caso em que mesmo uma situação banal pode produzir uma negatividade intensa, como a raiva, a depressão ou um profundo pesar.

O ego acredita que, através da negatividade, pode manipular a realidade e conseguir o que deseja. Acredita que, através dela, pode atrair uma circunstância desejável ou dissolver uma indesejável. Sempre que estamos infelizes, acreditamos inconscientemente que a infelicidade “compra” para nós o que queremos.

Se “você” – a mente – não acreditou que a infelicidade funciona, por que a criaria? O fato é que essa negatividade não funciona. Em vez de atrair uma circunstância desejável, ela a interrompe ao nascer. Em vez de desfazer uma circunstância indesejável, ela a mantém no lugar. Sua única utilidade é que ela fortalece o ego, e essa é a razão pela qual ele a adora.

Uma vez que você tenha se identificado com alguma forma de negatividade, não vai querer que ela desapareça e, em um nível inconsciente mais profundo, não vai desejar uma mudança positiva. Ela iria ameaçar a sua identidade como uma pessoa depressiva, zangada ou difícil de lidar. Você então passa a ignorar, negar ou sabotar aquilo que é positivo em sua vida. É um fenômeno comum. E também doentio.

A negatividade é completamente antinatural. É um poluente psíquico e existe um vínculo profundo entre o envenenamento e a destruição da natureza e a grande negatividade que vem sendo acumulada na psique coletiva humana. Nenhuma outra forma de vida no planeta conhece a negatividade, somente os seres humanos, assim como nenhuma outra forma de vida violenta e envenena a Terra que a sustenta. Você já viu uma flor infeliz ou um carvalho estressado? Já cruzou com um golfinho deprimido, um sapo com problemas de autoestima, um gato que não consegue relaxar, ou um pássaro com ódio e ressentimento? Os únicos animais que eventualmente vivenciam alguma coisa semelhante à negatividade, ou mostram sinais de comportamento neurótico, são os que vivem em contato íntimo com os seres humanos e assim se ligam à mente humana e à insanidade deles.

Observe as plantas e animais, aprenda com eles a aceitar aquilo que É. Deixe que eles lhe ensinem o que é Ser, o que é integridade, estar em Unidade, ser você mesmo, ser verdadeiro. Aprenda como viver e como morrer, e como não fazer do viver e do morrer um problema.”

(por Eckhart Tolle em O Poder do Agora)

Fonte: DespertarColetivo.com

Pleno. No momento.

Provérbios Zen

“Este é o verdadeiro segredo da vida – estar completamente envolvido no que você está fazendo aqui e agora. E ao invés de chamar isso de trabalho, perceba que é um jogo.” Alan Watts

“A única coisa que é verdadeiramente real em sua jornada é o passo que você está dando neste momento. E isso é tudo que há.” Eckhart Tolle

“Quando você está presente, pode permitir que a mente seja o que ela é, sem ficar preso nela.” Eckhart Tolle

“Se você perder o momento presente, você perde o seu compromisso com a vida. Isso é muito sério!” Thich Nhat Hanh

“Minha experiência é que os professores que mais precisamos são as pessoas com as quais estamos vivendo agora.” Byron Katie

“Culpa, arrependimento, ressentimento, tristeza e todas as formas de falta de perdão são causadas por muito passado e pouco presente.” Eckhart Tolle

“Durante esta vida, você nunca pode ter certeza de viver o suficiente para respirar mais uma vez.” Huang Po

“A consciência é o grande agente da mudança.” Eckhart Tolle

“Quando você faz algo, deve se queimar completamente, como uma boa fogueira, sem deixar nenhum rastro de você.” Shunryu Suzuki

“A arte de viver não é nem uma deriva descuidada, por um lado, nem o medo de se apegar ao passado, de outro. Ela consiste em ser sensível a cada momento, considerando isso como totalmente novo e único, em ter a mente aberta e totalmente receptiva.” Alan Watts

“O reconhecimento intuitivo do instante, portanto, a realidade é o maior ato de sabedoria”. D.T. Suzuki

“Nada nunca existe totalmente sozinho. Tudo está relacionado com todo o resto.” Buddha

“Tudo se resume a isso: todas as vidas estão interligadas. Todos estamos presos à uma inescapável rede de mutualidades, amarrados em uma única peça de destino. Qualquer coisa que afeta alguém diretamente, afeta todos indiretamente.” Martin Luther King Jr.

“Estamos aqui para despertar da nossa ilusão de separação”. Thích Nhat Hanh

 

Fonte: Awebic.com

Vivenciando a Consciência em Si

Trecho do livro: O Poder do Agora – Eckhart Tolle

Presença é o mesmo que Ser?

Quando tomamos consciência do Ser, o que de fato acontece é que o Ser se torna consciente de si mesmo. Quando o Ser toma consciência de si mesmo, isso é presença. Como o Ser, a consciência e a vida são sinônimos, podemos dizer que a presença significa a consciência se tornando consciente de si mesma, ou a vida tomando consciência de si mesma. Mas não se apegue às palavras e não se esforce para entendê-las. Não há nada que você precise entender antes de conseguir se tornar presente.

Compreendo o que você acabou de dizer, mas isso parece implicar que o Ser, a realidade transcendental definitiva, ainda não está completo e que está passando por um processo de desenvolvimento. Será que Deus precisa de tempo para um crescimento pessoal?

Sim, mas somente se visto da perspectiva limitada do universo manifesto. Na Bíblia, Deus declara: “Eu sou o Alfa e o Omega, eu sou Aquele que está vivo”. No reino eterno em que Deus habita, que também é a nossa casa, o começo e o fim, o Alfa e o Omega, são uma unidade, e a essência de todas as coisas que existem e existirão está eternamente presente na forma de um estado não manifesto de unidade e perfeição, totalmente além de qualquer coisa que a mente humana possa vir a imaginar ou compreender. Entretanto, em nosso mundo de formas aparentemente separadas, a perfeição eterna é um conceito muito difícil de imaginarmos. Aqui, até mesmo a consciência, que é a luz emanando da Fonte eterna, parece estar sujeita a um processo de desenvolvimento, mas isso se deve à nossa percepção limitada. Não é isso o que acontece em termos absolutos. Ainda assim, vou continuar a falar por um momento a respeito da evolução da consciência em nosso mundo.

Todas as coisas que existem têm um Ser, têm uma essência divina, têm algum grau de consciência. Até mesmo uma pedra tem uma consciência rudimentar, do contrário não existiria e seus átomos e moléculas se dispersariam. Tudo está vivo. O sol, a terra, as plantas, os animais, as pessoas, todos são expressões da consciência em níveis variáveis, a consciência se manifestando como forma.

O universo desponta quando a consciência toma um corpo e uma forma, formas abstratas e formas materiais. Olhe para os milhões de formas de vida só neste planeta. No mar, na terra, no ar e, em seguida, como cada forma de vida se reproduz milhões de vezes. Com que propósito? Será que alguma coisa, ou alguém, está jogando um jogo com a forma? É isso o que os antigos profetas da Índia se perguntavam. Viam o mundo como lila, uma espécie de jogo divino jogado por Deus. As formas de vida individuais não são obviamente muito importantes nesse jogo. No mar, a maioria das formas de vida não sobrevive por mais de alguns minutos depois de ter nascido. A forma humana também vira pó bem rapidamente e, quando ela se vai, é como se nunca tivesse acontecido. Isso é trágico ou cruel? Só se criarmos uma identidade separada para cada forma e esquecermos que a consciência de cada uma é a expressão da essência divina através forma. Mas você não sabe de verdade essas coisas até que vivencia a sua própria essência divina como pura consciência.

Se um peixe nasce no seu aquário e você lhe dá o nome de John, escreve uma certidão de nascimento, conta-lhe a história da família dele e, dois minutos depois, o vê sendo engolido por um outro peixe, isso é trágico. Mas só é trágico porque você projetou um eu interior separado onde não havia nenhum. Você se apoderou de uma fração de um processo dinâmico, uma dança molecular, e fez dela uma entidade separada.

A consciência assume formas tão complexas para se disfarçar que acaba se perdendo completamente nelas. Nos dias atuais, a consciência está totalmente identificada com seu disfarce. Só se conhece como forma e assim vive com medo da destruição da sua forma física ou psicológica. Essa é a mente egoica, e é aqui que surge uma grave disfunção. Agora parece que alguma coisa deu errado em algum ponto ao longo da linha da evolução. Mas mesmo isso é parte da lila, o jogo divino. Por fim, a pressão do sofrimento criada por essa aparente disfunção obriga a consciência a se desidentificar da forma e a faz despertar do sonho da forma. Ela recobra sua autopercepção, mas num nível muito mais profundo do que quando a perdeu.

Esse processo é explicado por Jesus na parábola do filho pródigo, que deixa a casa paterna, esbanja a sua fortuna, vira um mendigo e então é forçado por suas provações a voltar para casa. Ao chegar, seu pai o ama mais do que antes. O estado do filho é o mesmo que anteriormente, ainda que não o mesmo. Tem agora uma dimensão adicional de profundidade. A parábola descreve uma trajetória a partir de uma perfeição inconsciente, passa por uma aparente imperfeição e “demonismo”, até chegar a uma perfeição consciente.

Você consegue perceber agora a profundidade e a grandeza de se tornar presente como o observador da sua mente? Sempre que observamos a mente, livramos a consciência das formas da mente, criando aquilo que chamamos o observador ou a testemunha. Consequentemente, o observador – que é a pura consciência além da forma – se torna mais forte, e as formações mentais se tornam mais fracas. Quando falamos sobre observar a mente, estamos personalizando um fato de verdadeiro significado cósmico porque, através de você, a consciência está despertando do seu sonho de identificação com a forma e se retirando da forma. Isso é o prenúncio – e também parte – de um acontecimento que provavelmente ainda está num futuro distante, no que diz respeito ao tempo cronológico. Esse acontecimento é conhecido como o fim do mundo.

Quando a consciência se liberta da sua identificação com as formas física e mental, torna-se o que podemos chamar de consciência pura ou iluminada, ou presença. Isso já aconteceu com alguns indivíduos e parece que está destinado a acontecer em breve em uma escala muito maior, embora não haja garantia absoluta que vá acontecer. Muitos seres humanos ainda estão identificados com a mente e são governados por ela. Se não se libertarem a tempo, serão destruídos por ela. Vão se ver envolvidos em confusões cada vez maiores, conflitos, violência, doenças, desespero, loucura. A mente se transformou em um navio que naufraga. Se você não pular, vai naufragar com ele. A mente egoica coletiva é a entidade mais perigosamente insana e destruidora que jamais habitou nosso planeta.

O que você acha que acontecerá ao planeta se a consciência humana não se modificar?

Para a maioria dos seres humanos, a única maneira de descansar a mente é ocasionalmente reverter a um nível de consciência abaixo do pensamento. As pessoas fazem isso todas as noites, durante o sono. Mas, até certo ponto, isso também acontece através do sexo, da bebida e de outras drogas que suprimem a atividade excessiva da mente. Se não fosse pela bebida, por tranquilizantes e antidepressivos, bem como pelas drogas ilegais, todas consumidas em grandes quantidades, a insanidade das mentes humanas seria até mais óbvia do que já é. Acredito que, impedida de usar drogas, uma grande parte da população se transformaria num perigo para ela mesma e para os outros. Essas drogas mantêm as pessoas paralisadas dentro da disfunção. Sua ampla utilização apenas retarda a ruptura das velhas estruturas mentais e o aparecimento de uma consciência superior. Enquanto os usuários individuais puderem obter algum alívio da tortura diária a eles infligi da por suas próprias mentes, estarão sendo impedidos de gerar uma presença consciente o bastante para se elevarem sobre o pensamento e assim encontrarem a verdadeira libertação.

Retomar a um nível de consciência abaixo da mente, que é o nível pré-pensamento dos nossos ancestrais distantes e também dos animais e das plantas, não é uma opção válida para nós. Não há como retomar. Se a raça humana tiver de sobreviver, terá de passar para o estágio seguinte. A consciência está se desenvolvendo por todo o universo através de bilhões de formas. Portanto, mesmo se não conseguirmos, não terá a menor importância numa escala cósmica. Nunca se perde um avanço na consciência cósmica, ele simplesmente vai se expressar através de uma outra forma. Mas o simples fato de eu estar falando aqui e de você estar me ouvindo, ou lendo, é um sinal claro que uma nova consciência está ganhando espaço no planeta.

Não há nada de pessoal nisso: não estou ensinando nada a você. Você está consciente e está prestando atenção. Há um ditado oriental que diz: “O mestre e o ensinamento juntos criam o ensino”. Em qualquer caso, as palavras em si não são importantes. Elas não são a Verdade, só apontam para ela. Falo num momento de presença e, enquanto falo, você pode querer se juntar a mim nesse estado. Embora cada palavra que eu empregue tenha uma história, e, é claro, venha do passado, assim como todas as línguas, as palavras deste momento são condutoras de uma alta frequência de energia de presença, bem diferente do significado que elas transmitem como simples palavras.

O silêncio é um condutor até mais potente de presença, portanto, quando você ler estas palavras ou me ouvir dizê-las, perceba o silêncio entre e sob as palavras. Perceba os espaços. Ouvir o silêncio, onde quer que você esteja, é um caminho fácil e direto de tornar-se presente. Mesmo quando há barulho, há sempre um pouco de silêncio sob e entre os sons. Ouvir o silêncio cria imediatamente uma serenidade dentro de nós. Só a serenidade dentro de nós percebe o silêncio lá fora. E o que é serenidade senão a presença, a consciência livre das formas de pensamento? Eis aqui a realização exata do que venho falando.

 

Fonte: Blog CaminhoNativoAncestral

Mude o mundo, Transforme-se.

“O início da liberdade é a percepção de que você não é “o pensador”. No momento em que você começa a assistir o pensador, um nível mais alto de consciência se torna ativado. Você então começa a perceber que há um vasto domínio da inteligência além do pensamento, que o pensamento é apenas um pequeno aspecto dessa inteligência. Você também percebe que todas as coisas que realmente importam – beleza, amor, criatividade, alegria, paz interior – surgem de além da mente. Você começa a despertar.” Eckhart Tolle

Talvez, você não possa mudar a natureza do mundo… mas pode mudar a sua natureza, o que acaba por mudar o mundo…

Entrar em Alfa… Theta… Delta…

Entrar em Alfa é entrar em estado de profundidade mental, de relaxamento e concentração, de atenção plena e meditação. É através do relaxamento profundo, do equilíbrio e paz interior, que se entra em nível Alfa.

Comumente existem quatro níveis de ondas cerebrais, quatro estados de espírito, estados de consciência: nível Beta (vigília, normal), nível Alfa (concentrado e relax), nível Theta (relax profundo e criatividade) e nível Delta (mente universal e cura). Mas fala-se também em um quinto nível, o Gamma, que é ainda mais sutil, onde se origina o insight.

Este conhecimento/sabedoria não é novo, no oriente, nas antigas religiões e tradições espirituais, nas escolas de mistérios e tribos ancestrais, sempre se ensinaram a desenvolver estes estados alterados de consciência, por meio de diferentes práticas e métodos. Os nomes para estes estados elevados e para o tal “despertar”, também variam em cada cultura, época e tradição.

Por exemplo, para os hindus, Samadhi (“ser um com a meta”), tornar-se um com Deus dentro de nós. É o Nirvana de Buda, o Satori do Zen, a União Mística (Eu Sou) de Jesus Cristo, o Poder do Agora de Eckhart Tolle, tem relação com o Tao de Lao Tsé, com o Logos de Heráclito, o êxtase espiritual, experiencia de platô, o arrebatamento, a iluminação, etc.

O despertar é a religação, realizar a comunhão, a conexão com o ser interior, o repouso no espírito. É elevar, expandir a consciência, abrir as portas da percepção, despertar para a alma, despertar para o eu superior, estar plenamente em Si… é ter visão, enxergar com o terceiro olho… “Eu e o Pai somos Um.”

“A Consciência Suprema está dentro de você assim como a manteiga existe no leite; bata a sua mente com o processo de meditação, e Ela surgirá – você verá que a resplandecência da Consciência Suprema ilumina todo o seu Ser interior. Ela é como um rio subterrâneo dentro de você. Remova as areias da mente e encontrará a água fresca e límpida do interior”. Shrii Shrii Anandamurti

É tempo de Despertar… e mergulhar na expansão de Si além de ti… somos o caminhante, o caminhar e o caminho… o que É está em nós, somos todos UmTodo…

Sem pressa, sem demora, em equilíbrio… com coragem e confiança, compassivo… é estar em si, no aqui-agora, em todo lugar, a qualquer instante… é um processo de transformação, testemunhar, observar e transformar-se. É uma mudança de hábitos, a metAMORfose… o tal autoconhecimento… se aperfeiçoar, curar-se… agir com plena atenção para reduzir a inconsciente reação… descobrir-se e seguir o teu próprio caminho, teu coração, sua vocação, sua criança, a chama interior… revelar a tua essência em sua própria realidade… é mudar o mundo ao mudar a sua realidade intimamente pessoal… esvaziar a mente e acolher o coração… se abrir, receber e trocar, vivenciar sozinho e no convívio… crescer, amadurecer no envelhecer… ser, rejuvenescer ao encontra-se no mistério revelado que é o viver…

“Sorria, respire e vá devagar. Os sentimentos são como nuvens num céu ventoso. A respiração consciente é minha âncora.” Thich Nhat Hanh

O Despertar – por Eckhart Tolle

“Qual a relação entre consciência e pensamento? Consciência é o espaço em que os pensamentos existem quando esse espaço já se tornou consciente de si mesmo.

Quando temos um lampejo de consciência ou presença, reconhecemos isso de imediato. Não se trata mais de um simples conceito na nossa mente. Então, somos capazes de fazer a escolha consciente de nos manter presentes em vez de nos entregar ao pensamento inútil. Podemos convidar a presença para nossa vida, isto é, criar espaço. Com a graça do despertar vem a responsabilidade. Temos a opção de continuar em frente como se nada tivesse ocorrido ou ver a importância disso e reconhecer o despertar da consciência como a coisa mais importante que pode nos acontecer. Estarmos abertos à consciência emergente e atrair sua luz para o mundo torna-se então o propósito primário da nossa vida.

“Quero conhecer a mente de Deus. O resto são detalhes”, disse Einstein. O que é a mente de Deus? Consciência. O que significa conhecer a mente de Deus? Estarmos conscientes. Quais são os detalhes? Nosso propósito exterior e qualquer coisa que aconteça no mundo externo. Portanto, enquanto talvez ainda estejamos esperando que algo especial surja na nossa vida, podemos não perceber que a coisa mais importante que pode acontecer a um ser humano já ocorreu em nosso interior: o início da separação entre o pensamento e a consciência.

Muitas pessoas que estão passando pelos estágios iniciais do despertar já não sabem mais com certeza qual é seu propósito exterior. O que move o mundo não as move mais. Reconhecendo com tanta clareza a loucura da nossa civilização, elas podem se ver de certa forma alienadas da cultura ao seu redor. Algumas sentem que habitam uma terra de ninguém entre dois mundos. Elas não são mais conduzidas pelo ego, mesmo que a consciência emergente ainda não tenha se tornado plenamente integrada à sua vida. Os propósitos interior e exterior não se fundiram.”

Trecho do Livro: O Despertar de Uma Nova Consciência

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Além do Ego: Nossa Verdadeira Identidade – por Eckhart Tolle

“Quando o ego está em guerra, saiba que isso não passa de uma ilusão que está lutando para sobreviver. Essa ilusão pensa ser nós. A princípio, não é fácil estarmos lá como testemunhas, no estado de presença, sobretudo quando o ego se encontra nessa situação ou quando um padrão emocional do passado é ativado. No entanto, depois que sentimos o gosto dessa experiência, nosso poder de atingir o estado de presença começa a crescer e o ego perde o domínio que tem sobre nós. E, assim, chega à nossa vida um poder que é muito maior do que o ego, maior do que a mente. Tudo de que precisamos para nos livrar do ego é estarmos conscientes dele, uma vez que ele e a consciência são incompatíveis. A consciência é o poder oculto dentro do momento presente. É por isso que podemos chamá-la de presença.

O propósito supremo da existência humana, isto é, de cada um de nós, é trazer esse poder ao mundo. E é também por isso que nossa libertação do ego não pode ser transformada numa meta a ser atingida em algum ponto no futuro. Somente a presença é capaz de nos libertar dele, pois só podemos estar presentes agora – e não ontem nem amanhã. Apenas ela consegue desfazer o passado em nós e assim transformar nosso estado de consciência.

O que é a compreensão da espiritualidade? A crença de que somos espíritos? Não, isso é um pensamento. De fato, ele está um pouco mais próximo da verdade do que a ideia de que somos a pessoa descrita na nossa certidão de nascimento, mas, ainda assim, é um pensamento. A compreensão da espiritualidade é ver com clareza que o que nós percebemos, vivenciamos, pensamos ou sentimos não é, em última análise, quem somos, que não podemos nos encontrar em todas essas coisas, que são transitórias e se acabam continuamente.

E provável que Buda tenha sido o primeiro ser humano a entender isso, e dessa maneira anata (a noção do não-eu) se tornou um dos pontos centrais dos seus ensinamentos. E, quando Jesus disse “Negue-se a si mesmo”, sua intenção era afirmar: negue (e assim desfaça) a ilusão do eu. Se o eu – o ego – fosse de fato quem somos, seria um absurdo “negá-lo”. O que permanece é a luz da consciência, sob a qual percepções, sensações, pensamentos e sentimentos vêm e vão. Isso é o Ser, o mais profundo e verdadeiro eu.

Quando sabemos que somos isso, qualquer coisa que ocorra na nossa vida deixa de ter importância absoluta para adquirir importância apenas relativa. Respeitamos os acontecimentos, mas eles perdem sua seriedade plena, seu peso. A única coisa que faz diferença realmente é isto: podemos sentir nosso Ser essencial, o “eu sou”, como o pano de fundo da nossa vida o tempo todo? Para ser mais exato, conseguimos sentir o “eu sou” que somos neste momento? Somos capazes de sentir nossa identidade essencial como consciência propriamente dita? Ou estamos nos perdendo no que acontece, na mente, no mundo?”

Trecho do Livro: O Despertar de uma Nova Consciência

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A Guerra é um Modelo Mental – por Eckhart Tolle

“(…) Nós fortalecemos tudo aquilo que combatemos, enquanto todas as coisas a que resistimos persistem. (…)

Reconheça o ego pelo que ele é: um distúrbio coletivo, a insanidade da mente humana. Quando o identificamos pelo que ele é, deixamos de interpretá-lo erroneamente como a identidade de uma pessoa. E temos mais facilidade em não adotar uma atitude reativa em relação a ele. Já não o tomamos como algo pessoal. Não existe queixa, culpa, acusação nem ação equivocada. Ninguém está errado. É apenas o ego em alguém, só isso.

A compaixão surge quando compreendemos que todas as pessoas sofrem do mesmo distúrbio mental, algumas delas de forma mais aguda do que outras. Assim, paramos de nutrir o conflito que faz parte de todos os relacionamentos
egoicos. E o que o alimenta? A atitude reativa: com ela, o ego prospera.”

Trecho do Livro: O Despertar de uma Nova Consciência

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