Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: ego

A Cartada: Corte e Carta

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Nesta jornada do caminho… por vezes, as trilhas são feitas do que queremos e como gostamos… noutras vezes, trilhamos por onde é essencial e como o caminho/a vida é…

Os passos são escolhidos mais intuitivamente, menos impulsivamente… A vontade do ser prevalece… sobre os desejos do ter… ter controle é quando já se perdeu o controle… estar inteiro é ser confiável, abertamente centrado e equilibrado… controle somente sobre a própria decisão… os efeitos serão vivenciados e reconhecidos ao londo das experiências… é jogar a pedra no lago e seguir sentindo as ondas que se expandem sem fim…

 

Louco Mago

Guerreiro Eremita

no Sol do Luar

Devida Fonte

Yoni Mandala

Yoni em sânscrito:

“Passagem divina”

“Lugar de nascimento”

“Templo sagrado”

“Fonte de vida”.

Símbolo de Shakti, Kali (Consorte de Shiva)

E de tantas deusas indianas…

Figuras arquetípicas da “Grande Mãe”

Que habitam a nossa psique ainda tão desconhecida…

 

 

* Tapeçaria: Mandala “Yoni” (que significa também o órgão genital feminino).

Ação reVELAção

“Melhor acender uma vela do que maldizer a escuridão.”

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Além de transmutar a ignorância em sabedoria… A paixão em compaixão… O sofrimento em gratidão… Iluminar-se é ver-se e aceitar a sua escuridão… Pois ela é a matéria bruta da qual realizamos a alquimia, desenvolvemos o discernimento, a humildade e compreensão… Nos harmonizamos feito obra prima…. desta perene elevação…

No velado é que se encontra… Desvelando, revelando-se uma vela acesa… 

“A mente Zen”

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“O Buda falou… em silêncio. Talvez tenha dito: “Da lama de Samsara o Lótus cresce puro e imaculado. Transcende a consciência do ego. Sê uno com a flor”.”

O caminho é o permanente nesta impermanência. Onde está o silêncio?

Absoluta Relatividade

Mentir para si mesmo é o que mais fazemos.

Desmentir nós mesmos é para o que viemos.

 

Verdade, nada menos que a verdade…

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* Imagens: Retrato em dezembro/2014. E Autorretrato em junho/2018.

RepetidaMente: Reaprendendo NovaMente

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Esteja sempre e por enquanto, aberto…

Pois no mínimo terá que aprender…

E no máximo terá que desaprender…

 

Desprender é reaprender a Ser… Aquele sábio que É em Si: Eterno aprendiz.

Matriz e Força motriz em Si

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Que o nosso gavião… Dê fim a cobra que habita em nós…

O ser fiel e alado… Voa alto e livremente… Por vencer o duelo com o ser desleal e rastejante, diariamente, a todo instante…

A existência não resume-se a “matar um leão por dia”, mas a salvar a sua integridade… todo dia… 

Sobre o Julgamento – OSHO

Por que fazemos o mal? - Transformando a sombra personalidade

“Um dos exercícios mais praticados pela humanidade é o julgamento.

Julgamos o outro, baseados em nosso código de valores, nossas percepções e naquilo que nossa imaginação cria a respeito de cada pessoa com a qual convivemos.

Ocorre que nem sempre esta avaliação se mostra correta e, por essa razão, ao julgar corremos o risco de cometer equívocos e praticar injustiças.

O pior que pode acontecer quando julgamos alguém é, sem dúvida, não levar em conta os sentimentos daquele que estamos criticando.

Por mais que não concordemos com as atitudes de uma pessoa, não podemos nos esquecer de que elas são motivadas, de um modo geral, pelas suas emoções e que agindo de modo rígido e inflexível também estamos nos deixando levar por nosso lado emocional.

Saber reconhecer quando estamos sendo influenciados por nossos conflitos internos no momento em que avaliamos as ações alheias, é o primeiro passo para que possamos abandonar a postura de juízes implacáveis e nos colocar no lugar de quem estamos julgando.

O sistema judiciário se baseia em leis pré-concebidas com o objetivo de garantir a convivência civilizada entre os seres humanos. Mas, fora desta esfera, nas atitudes cotidianas, nos arvoramos muitas vezes no papel de juízes implacáveis daqueles que não se enquadram em nossos hábitos e costumes.

Humildade, sabedoria e a capacidade de aceitar as diferenças de modo tolerante, constituem os melhores instrumentos para que escapemos da armadilha do julgamento.
Quando você diz que você se julga, isso é algo tomado emprestado. As pessoas julgaram-no, e você deve ter aceitado as idéias delas sem nenhuma investigação. Você está sofrendo de todas as espécies de julgamento das pessoas, e você está jogando esses julgamentos nas outras pessoas. E todo esse jogo desenvolveu-se além da proporção – a humanidade inteira está sofrendo disso.

Se você quiser livra-se disso, a primeira coisa é esta: não se julgue. Aceite humildemente sua imperfeição, seus fracassos, seus erros, suas faltas. Não há nenhuma necessidade de fingir outra coisa. Seja você mesmo: “É assim mesmo que eu sou, cheio de medo. Eu não posso andar na noite escura, não posso ir lá na densa floresta.” O que há de errado nisso? – é humano.

Uma vez que você se aceite, você será capaz de aceitar os outros, porque você terá um clara visão interior de que eles estão sofrendo da mesma doença. E a sua aceitação deles, os ajudará a aceitarem-se.

Nós podemos reverter todo o processo: aceite-se. Isso o torna capaz de aceitar os outros. E porque alguém os aceita, eles aprendem a beleza da aceitação pela primeira vez – quanta tranqüilidade se sente! – e eles começam a aceitar os outros.

Se a humanidade inteira chegar ao ponto onde todo mundo é aceito como é, quase noventa por cento da infelicidade simplesmente desaparecerá – ela não tem fundamentos – e os seus corações se abrirão por conta própria e o seu amor estará fluindo.

Neste exato momento, como você pode amar? Quando você vê tantos erros, tantas fraquezas… – como você pode amar? Você quer alguém perfeito. Ninguém é perfeito, assim, você tem de aceitar um estado de não-amor, ou aceitar que não importa se alguém não é perfeito. O amor pode ser compartilhado, compartilhado com todas as espécies de pessoas. Não faça exigências.

O julgamento é feio – ele fere as pessoas. Por um lado, você vai machucando, ferindo-as; e por outro lado, você quer o amor delas, seu respeito. Isso é impossível.

Ame-as, aceite-as e, talvez, seu amor e respeito possa ajudá-las a mudar muitas de suas fraquezas, muitas de suas falhas – porque o amor lhes dará uma nova energia, um novo significado, uma nova força. O amor lhes dará novas raízes para se erguerem contra os ventos fortes, um sol quente, a chuva forte.

Se apenas uma única pessoa o ama, isso o faz tão forte, que você nem pode imaginar. Mas, se ninguém o ama neste vasto mundo, você fica simplesmente isolado; então, você pensa que é livre, mas você está vivendo numa cela isolada em uma cadeia. É que a cela isolada é invisível; você a carrega consigo.

O coração abrirá por si mesmo. Não se preocupe com o coração. Faça o trabalho preparatório”.

Osho em The Transmission of the Lamp.

Fonte: VentosDePaz

É aqui-agora, e agora?

cristal

Não importa se estiver existindo…
Aqui ou no além, no céu ou inferno
No intra ou extraterreno, no passado ou futuro
Não há nenhum lugar além de sua consciência.

O estado de ser, define a forma
Em que a realidade se apresenta.
Ao mudar seu estado de ser
Você muda de lugar
Muda a realidade, muda sua vida.
Num certo nível de consciência
Na “consciência de unidade”
Não há mais os olhos da dualidade
Aquela sensação de separação – dentro e fora, aqui e lá –
A visão holística harmoniza os opostos
Revelando uma visão multidimensional.

Poderia até ser um filme de ficção
Mas está em si a real.
Superar aos egoísmos
Estar aqui em paz consigo
É transcender ao infinito
Em eterno princípio.

 

* Postado originalmente em setembro/2016.

“A Metamorfose do Ser Humano”

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“A borboleta sofre muitas mudanças: nasce como lagarta, adentra o seu casulo, depois luta para sair dele e quando sai, precisa desenvolver pacientemente as suas asas para enfim aprender a voar. Quando aprende a voar, tem que lidar com um ambiente totalmente novo, entretanto concluindo sua autorrealização.

Nossa trajetória de vida é similar. Nascemos e somos criados com características próprias. Ao longo de nossa vida nos deparamos com situações novas, internas e externas, onde precisamos mudar nosso estado inicial: buscar um autoconhecimento, analisando antigos valores pessoais, refletindo e buscando mudanças internas necessárias para nos adaptarmos ao nosso habitat atual.

Desta forma, melhoramos como ser humano num ciclo interminável de lapidações e conquistamos mudanças efetivas.

A metamorfose da borboleta possui um único grande ciclo com início, meio e fim. Diferente de nós seres humanos. Temos diferentes ciclos de mudanças, vários recomeços, muitas vezes nos sentiremos como lagartas ou presos num casulo e precisaremos mudar novamente para voltar a voar como livres borboletas.”

“Afinal, uma lagarta não se transforma em borboleta acidentalmente…” mas por ser inerente a sua natureza…

 

Fonte: PsicologaRegina.com.br