Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: empatia

Amor que é.

Não se sabe lidar… Até religar-se… E enxergar esta vida infinita…

colibri

Sentir pena é olhar e desejar… não estar naquele lugar.

Compaixão é enxergar… e doar o amor que há, preencher aquele lugar chamado coração.

 

Alegria de viver… Dê vida e receba-se com alegria…

Vivo o Vivo

A vida chama. A chama dá vida. Eis a chama da vida.

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A vida vale a pena ser vivida?

A vida vale a pena ao ser vivida.

E como é que se vive a vida?

Dando vida àquele que é… como a vida é.

 

Ao vivo. Ao todo. Agora.

O tao dia a dia é todo dia.

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Caros(as) amigo(as), compartilho 9 dicas para um comportamento saudável no trabalho… para lembrarmos de pôr em prática diariamente… Aquilo que já sabemos mais que nem sempre exercemos:

  1. Falar somente quando for necessário é uma forma assertiva de se comunicar… desfrutar mais da serenidade do silêncio que nos permite concentrar e pensar com mais clareza;
  2. Evitar a fofoca… procurar criar o espaço para o diálogo entre os colegas, a ponto de poder sugerir alguma melhora e ouvir sugestão de algo que precisa ser melhorado em si mesmo;
  3. Evitar usar palavras de baixo calão… é uma forma de cultivarmos o respeito e a harmonia entre as pessoas;
  4. Manter a ordem, manter organizado… é um exercício diário, uma atitude que pode até dar trabalho, mas a finalidade é justamente não acumular trabalho, tornar mais fácil e tranquilo a realização das nossas atividades;
  5. O local de trabalho é de todos que o utilizam… ter bom senso, empatia e respeitar o lugar em comum… não é uma obrigação, mas uma consciência de que somos responsáveis pelos próprios atos;
  6. Sugerir, ouvir, contribuir, tomar a iniciativa, ajudar e aceitar ajuda… é uma forma de juntos melhorarmos;
  7. Cuidar é essencial, o cuidado é saudável… lembrar que é bom e faz bem a todos;
  8. Agradecer pelo trabalho que escolhemos, agradecer pela oportunidade que temos… reconhecer o que há de bom nos ajuda a manter a paz e o equilíbrio;
  9. Aprender nos faz crescer, nos prepara e amadurece… enobrece o ser. Tudo o que somos foi por aprendizado… Somos eternos aprendizes.

Ser autentico. Comumente único.

Cada um é um, ao mesmo tempo, todos somos um.

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Seja, exista.

Esteja, experiencia.

Se preciso, resista.

Mas se flexibiliza.

Só não desista.

Viva e reviva.

Abra-se, mergulhe-se e ascenda…

O Papa-Hierofante nos tarôs Fenestra e Waite

Leal consigo mesmo… Fiel ao caminho… Com fé consigo…

Tu és a Ponte para o Uno.

“O Tempo e a Empatia” – Leonardo Maia

Num tempo onde não se pode perder tempo, não temos tempo para as coisas mais essenciais. Essenciais? Sim… o que chega na essência. Para se chegar a essência é preciso dedicação… dedicar meu tempo e meu espaço interior para aprofundar minha percepção.

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Mas a demanda de compromissos e o tempo corrido não nos permite mais a este luxo. Mesmo quando estamos sem o compromisso, nossa mente não consegue mais desacelerar, e ela continua preocupada (pré-ocupada). O ócio acaba nos trazendo um incômodo, um vazio inquietante.

A vida moderna exige que estejamos atentos e ativos. Tempo é dinheiro, consumo ou diversão (distração). Mas isso nos torna extremamente focados em nossas necessidades e compromissos, nos faltando tempo para olhar o outro. Tempo para ouvir, perceber e acolher o outro com interesse genuíno, não egoísta – onde essa atenção poderia me trazer algum benefício. O sofrimento do outro passa a ser responsabilidade exclusivamente dele, cada um com seus problemas. Eu me torno indiferente a eles.

Mas a calma e a tranquilidade aprofunda minha conexão com o mundo ao meu redor, ao contrário da pressa, que mantém minhas relações na superfície (superficiais). Minha percepção aumenta e com ela, minha sensibilidade e minha atenção. Começo a apreciar as coisas. O mundo, a natureza, o outro, a música, a arte, a solidão e a interação. Para isso é preciso estar no tempo e não correr contra ele.

O tempo é amigo da empatia, a falta dele… da indiferença.
O tempo é amigo da percepção, a falta dele… da insensibilidade.
O tempo é amigo da tranquilidade, a falta dele… da tensão e do estresse.
O tempo nos leva à essência, a falta dele… à superficialidade.
O tempo nos leva ao altruísmo, a falta dele… ao egoísmo.

Se você está correndo demais com seus compromissos, anda muito ocupado e estressado? Cuidado… você pode estar fora do tempo. Procure se proporcionar uma vida com mais tempo: tempo sem compromisso, tempo com a família, na natureza ou qualquer outro tipo de meditação.

por Leonardo Maia

 

Fonte: Antroposofy.com.br

Empatia. Em paz.

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o silêncio

da paz.

o silêncio

dá paz.

Conto: O bigode do tigre

Uma jovem mulher, Yun Ok, foi até o célebre monge da montanha.

– Ó respeitável sábio – disse ela. – Estou em dificuldades! Faça-me uma poção.
– Tudo bem – disse o sábio. – Qual é sua história?
– É o meu marido. Nos últimos anos, ele esteve ausente, lutando numa guerra. Agora que voltou, quase não fala comigo. Se falo, ele parece não ouvir. Quando abre a boca para falar, é rude. Se lhe sirvo comida, ele não gosta; empurra o prato para o lado e sai da mesa, raivoso. Preciso de uma poção para que ele volte a ser amoroso e carinhoso!
O sábio respondeu:
– Tenho a receita. Mas o ingrediente essencial é o bigode de um tigre vivo.
– O bigode de um tigre vivo! – Disse a moça. – Como vou conseguir isso?
– Se a poção for realmente importante para você, então você terá êxito – respondeu o monge.

A moça foi para casa. Naquela noite, enquanto o marido dormia, saiu furtivamente com uma tigela de arroz e um naco de carne. Chegou a uma prudente distância da caverna de um tigre, estendeu a comida e o chamou para comer. O tigre não veio. Na noite seguinte, fez a mesma coisa, desta vez mais perto da caverna. De novo, nada aconteceu. Todas as noites ela ia à caverna, cada vez se aproximando mais. Pouco a pouco, o tigre acostumou-se com ela. Certa noite, chegou a uma distância da qual se poderia atirar uma pedra na caverna e parou. A moça e o tigre fitaram-se sob a luz da lua. Na noite seguinte, ela se aproximou ainda mais, a ponto de estar tão próxima que poderia falar com o tigre com uma voz muito suave. Pouco depois, o tigre comeu a comida oferecida.

Na outra noite, o tigre a esperava. Depois que ele comeu, ela passou a mão sobre sua cabeça, e ele começou a ronronar. Seis meses tinham passado desde a noite da primeira visita. Finalmente, depois de tê-lo acariciado na cabeça, ela disse: “Ó generoso Tigre, preciso de um dos seus bigodes. Por favor, não se zangue comigo!”. E ela cortou um dos bigodes. O tigre não se zangou, e lambeu-a. Ela correu disparada, com o bigode nas mãos. Exultante, chegou à caverna do eremita: “Ó grande sábio, consegui o bigode do tigre! Agora você pode fazer a poção mágica!”. O sábio examinou o bigode cuidadosamente, satisfeito, porque era mesmo de tigre, e jogou-o na fogueira.

– O que você fez? – Gritou a moça. – Depois de todo o esforço que eu fiz para conseguir o bigode!
– Conte-me como você o conseguiu – pediu o sábio.
– Todas as noites, eu ia à caverna do tigre com uma tigela de comida, para ganhar a sua confiança. Falava docemente com ele, para fazê-lo compreender que só queria o seu bem. Fui paciente. Cada noite, levava comida sabendo que ele não a comeria. Mas não desisti. Nunca falei asperamente, nem o censurei. Finalmente, numa noite, ele andou alguns passos em minha direção. Nas noites seguintes, ele já estava à minha espera e comia mesmo da tigela. Passei a mão na sua cabeça e ele começou a ronronar. Foi aí que consegui cortar o bigode dele.
– Você domesticou o tigre com a sua persistência e amor – disse o sábio.
– Mas você jogou o bigode do tigre no fogo! Foi tudo a troco de nada! – Lamentou-se ela.
– Não, não foi tudo a troco de nada. Você não precisa mais do bigode. Será que o seu marido é mais feroz que um tigre? Será que ele é menos sensível ao carinho e à compreensão? Se você foi capaz de ganhar a confiança de um animal selvagem e sedento de sangue, usando suavidade e paciência, certamente poderá fazer o mesmo com o seu marido!

Yun Ok permaneceu emudecida por alguns momentos. Então despediu-se, agradecendo, e foi-se embora, refletindo sobre a grande verdade que havia aprendido do sábio da montanha.

O segredo para lidar com pessoas difíceis é não morder a isca da negatividade delas e deixar que elas mordam a isca de um coração empático e cheio de amor.

Fonte: CasuloBorboleta

A Dor sinaliza o que mudar. Amar é a mudança.

Da dor ao Amor – por Helena Cecília de Fraga Verhagen

“O presente de um curandeiro é a sua própria ferida pois ela é sua fonte de empatia e verdadeira compreensão da compaixão e do perdão.”

“Descobri que foi por pura questão de qualidade de vida interna que me aliei ao perdão.

Perdoar os outros é um bem que faço por mim, não pelo outro. Ele pode ou não carregar culpa. Mas eu escolho não levar mais o sentimento dolorido dentro de mim. Perdoar é transformar.

Perdoar a mim mesma certamente foi um dos gestos mais generosos que aprendi nessa caminhada. Precisei de muitas feridas para praticar bastante o verdadeiro perdão, aquele que transforma a dor e quando você revisita o passado, é capaz de olhar com neutralidade, ou seja, sem sentir nada de ruim.

Assim como o curandeiro da frase, me sinto privilegiada pelas minhas feridas. Elas certamente foram minhas melhores professoras. Me tornaram muito mais humilde. Muito mais empática. Muito mais aberta. Muito mais leve e solta.

Disso, a compaixão. Sob a minha ótica, para a compaixão é necessário um olhar além… é você ver e saber que o que o outro está fazendo algo que pode lhe trazer problemas, mas ao invés de julgá-lo, você sorri com o seu coração compreendendo que este é o aprendizado dele. E que, na maioria das vezes, ele precisa desse aprendizado para também se transformar.

Assim, feridos, cicatrizados, curandeiros ou não, aos poucos, vamos nos tornando seres mais humanizados capazes de compreensão, compaixão, perdão e… quem sabe… amor incondicional.”

Fonte: Nowmaste.com.br

Aceite o Presente: Esteja em Paz

Paciência é aceitar o fato… que não se pode mudar…

Paciência é agir compassivamente… na direção do que se pode mudar…

Paciência é não reagir… ao ser empático…

Paciência é confiar… no processo espontâneo da vida…

Paciência é não julgar… observar e acolher ao estar atentamente presente…

Paciência é apesar de tudo… preservar e prevalecer a paz do equilíbrio…

 

*Stone Art by Michael Grab – GravityGlue.com

Amor em Expansão

10641sol

viva o transpare)ser…

renascer na empatia,

crescer na compaixão.