Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

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“O Tempo e a Empatia” – Leonardo Maia

Num tempo onde não se pode perder tempo, não temos tempo para as coisas mais essenciais. Essenciais? Sim… o que chega na essência. Para se chegar a essência é preciso dedicação… dedicar meu tempo e meu espaço interior para aprofundar minha percepção.

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Mas a demanda de compromissos e o tempo corrido não nos permite mais a este luxo. Mesmo quando estamos sem o compromisso, nossa mente não consegue mais desacelerar, e ela continua preocupada (pré-ocupada). O ócio acaba nos trazendo um incômodo, um vazio inquietante.

A vida moderna exige que estejamos atentos e ativos. Tempo é dinheiro, consumo ou diversão (distração). Mas isso nos torna extremamente focados em nossas necessidades e compromissos, nos faltando tempo para olhar o outro. Tempo para ouvir, perceber e acolher o outro com interesse genuíno, não egoísta – onde essa atenção poderia me trazer algum benefício. O sofrimento do outro passa a ser responsabilidade exclusivamente dele, cada um com seus problemas. Eu me torno indiferente a eles.

Mas a calma e a tranquilidade aprofunda minha conexão com o mundo ao meu redor, ao contrário da pressa, que mantém minhas relações na superfície (superficiais). Minha percepção aumenta e com ela, minha sensibilidade e minha atenção. Começo a apreciar as coisas. O mundo, a natureza, o outro, a música, a arte, a solidão e a interação. Para isso é preciso estar no tempo e não correr contra ele.

O tempo é amigo da empatia, a falta dele… da indiferença.
O tempo é amigo da percepção, a falta dele… da insensibilidade.
O tempo é amigo da tranquilidade, a falta dele… da tensão e do estresse.
O tempo nos leva à essência, a falta dele… à superficialidade.
O tempo nos leva ao altruísmo, a falta dele… ao egoísmo.

Se você está correndo demais com seus compromissos, anda muito ocupado e estressado? Cuidado… você pode estar fora do tempo. Procure se proporcionar uma vida com mais tempo: tempo sem compromisso, tempo com a família, na natureza ou qualquer outro tipo de meditação.

por Leonardo Maia

 

Fonte: Antroposofy.com.br

De volta ao Caminho De volta

mandala

mutantes e aventureiros…

somos irmãos e diferentes meios,

para devidos fins e recomeços,

em aprendizados, amores e amadurecimento.

por um mesmo princípio,

a essência do indivíduo…

ciclos no completar do círculo.

Somos o manifestar d’Oculto

corpo

até o amor dito próprio,

é uma relação com o outro (em nós).

ninguém está intimamente a sós,

somos no mínimo corpo-alma-espírito,

em essência, uno com o todo.

Habitar o Vivo – Renovar a Essência

libe

repetimos por hábito,

transformamos por hábito.

somos essencialmente mutantes,

por maus hábitos somos relutantes.

Essência em Experiência

a pedra bruta,

em essência é preciosa…

pedra

a preciosa,

por experiência é pedra…

De volta, de onde nunca saiu

quando se reinaugura a ‘identidade’…

reavivando a essência…

é um novo estado de consciência…

red

um outro olhar… um exalar…

do que se purificou no transformar…

eis o mutar sem deixar de ser…

Entrega & Autodescoberta

o amor se faz amando…

cresce, doando…

e floresce, cultivando…

1306756178

herdamos, negamos…

esquecemos, relembramos…

que o amar, são tons, sabores…

perfumes, valores…

de uma mesma essência…

pura, fecunda, incondicional…

Somos o que Somos: Mutação

ima

mudar hábitos, heranças, facetas…

elaborar as faltas, purificar a essência…

por uma nobre causa, tua vontade verdadeira…

que habita o eterno interior, infinito exterior…