Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

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Provérbios Transcendentes

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”Em teu segredo não entre minha alma, nem em teu porto meu navio”.

Beba a gota de tua cisterna ou a abundância do teu poço.”

“Não empunhe a espada vingadora, nem tenha temor da espada reparadora.”

”Edifica um altar em teu coração, mas não faça de teu coração um altar.”

 

* Citações do “Oráculo Egípcio Kier”.

* Imagem: Arcano 22 – “O Louco – O Regresso”

 

Provérbios Transcendentes

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“Mãos preparadas para dar e pés dispostos a cumprir, com você estou nas encostas ou na planície.”

”Em todo trabalho há um fruto e, em todo fruto, um trabalho”.

Contentar-se com pouco abre as portas do muito.”

”O vento e as ondas vão sempre a favor de quem sabe navegar.”

 

* Citações do “Oráculo Egípcio Kier”.

* Imagem: Arcano 2 – “A Sacerdotisa”

Conto Zen: Os Portais do Paraíso

Um orgulhoso guerreiro chamado Nobushige foi até Hakuin, e perguntou-lhe: “Se existe um paraíso e um inferno, onde estão?”

“Quem é você?” perguntou Hakuin. “Eu sou um samurai!” o guerreiro exclamou. “Você, um guerreiro!” riu-se Hakuin. “Que espécie de governante teria tal guarda? Sua aparência é a de um mendigo!”.

Nobushige ficou tão raivoso que começou a desembainhar sua espada, mas Hakuin continuou: “Então você tem uma espada! Sua arma provavelmente está tão cega que não cortará minha cabeça…”

O samurai retirou a espada num gesto rápido e avançou pronto para matar, gritando de ódio. Neste momento Hakuin gritou:

“Acabaram de se abrir os Portais do Inferno!”

Ao ouvir estas palavras, e percebendo a sabedoria do mestre, o samurai embainhou sua espada e fez-lhe uma profunda reverência.

“Acabaram de se abrir os Portais do Paraíso,” disse suavemente Hakuin.

“A lua aparece quando as águas se acalmam”

lua

“Sentar não cria verdade,

meditar não produz insight,

assim como cheirar uma flor

não produz sua fragrância.

O perfume da rosa está aí.

Acalmamos para observar o desdobrar

e o florescer da sua natureza.

Acalmar e observar

a mera respiração permite

que a realidade do Agora revele sua natureza.

Sentar quietos nos dá a oportunidade

de testemunhar a revelação da verdade.

A lua aparece somente quando as águas se acalmam.”

 

* Texto extraído do Ebook: A lua aparece quando as águas se acalmam– Reflexões sobre o Dhamma – Ian McCrorie

∞ Sugestão de Biblioteca: OlharBudista.com – Livros, E-books e Weblivros

 

Lhe diz… silêncio.

Em si, o Ser lhe diz: Entre… Caminhe nas entrelinhas da corda bamba, encontre o equilíbrio no caminho do meio… Encontre-se no centro-aberto… no vazio inteiro, repleto de paz… Em teu silêncio, uma só voz… a voz que renova o silêncio…

 

“Não siga o passado, não se perca no futuro. O passado não existe mais, o futuro ainda não chegou. Observando profundamente a vida como ela é, aqui e agora, é que permanecemos equilibrados e livres.” Bhaddekaratta Sutta

Silêncio EsclareceDor

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Uma palavra: precisa…

É preciso silêncio.

 

Talvez o Acaso, seja mais precisamente o Inesperado… pois os fatos, parecem ser de natureza sincrônica… nada aleatório, tudo e todos no todo interligados… simplesmente ação-reação no vácuo… uma passagem feita de travessias… nós feito laços, navegando nesta rede universal de consciência cósmica… (rs)

Véu e Céu é VC.

o que falo

é dispensável.

o silêncio…

que é indispensável.

Em princípio, amor. Enfim, amar.

na busca pela verdade… saímos da real? deixamos a verdade? ou velada em nós, buscamos tão somente desvelar?

a existência é uma curta jornada, da imensa saga (ao que transparece, sem fim)… para se encontrar a nossa pedra filosofal, revelar a quintessência, a essência universal?

trilhando fora do caminho… estamos enganados, nos enganamos…

mentimos, fingimos, contradizemos, desmentimos, até que nos desiludimos…

despertamos… mas é hora desperto, hora sonolento e até tentamos voltar a dormir, devido a grande responsa, mas não dá… não tem volta… é deixar-se fluir…

a existência é jogo de ilusionismos… jogo de espelhos… 

e quem reconhece, quem percebe, aprende a blefar…

vê a real, em verdade… mas não se pode mostrar para aquele que não a vê… apenas apontar… pois é em si que o mistério se desvela… 

e a tal verdade que não é um fim… o gran finale, o final feliz… é a conclusão de um ciclo… e abertura para um novo giro… desta infinita espiral…

pois não esgota-se, já é antes de existir… é o caminho… é um estado pleno… o olho do furação, o observador que tudo vê, uma nudez contínua… mesmo fantasiada, vestida…

com a verdade somos o que somos… encarnados ou não…

só precisamos precisaMente estarmos conscientes dela… ser uno com ela… numa dança sincrônica, feito a síntese do paradoxal… 

neste incerto campo aberto… em que vemos limitadaMente com dois olhos e muita imaginação…

podemos no agora de quaisquer presentes… enxergar com aquela visão, na mais pura intuição… a vida como ela é, assim como nós somos… uma energia translúcida e silenciosa em expansão…

buscar é deixar ou sair, encontrar é estar em si… ouça, veja o que é em ti. é absurda a graça… é paradoxal o óbvio… é síntese a complexidade… é universal a tua unicidade…

Tu

i n s t i t u i r

i n s t i t u i ç ã o

i n s t i t u a