Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: lago

Por favor, por ti.

domando o medo, amando a si mesmo.

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lute pela vida.

não em luto,

em paz…

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por existir,

gratidão.

por ser,

compaixão.

 

sem preconceitos. sem julgamentos. se compreendendo.

Barco vazio no lago, no rio…

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Sem travessia

Não há caminho.

Conto Zen: Torne-se um Lago

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O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.

“Qual é o gosto?” Perguntou o Mestre.

“Ruim”, disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse: “Beba um pouco dessa água”.

Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:

“Qual é o gosto?”

“Bom!” disse o rapaz.

“Você sente o gosto do sal?” Perguntou o Mestre.

“Não”, disse o jovem.

O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:

“A dor na vida de uma pessoa é inevitável. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Então, quando você sofrer, a única coisa que você deve fazer é aumentar a percepção das coisas boas que você tem na vida.

Deixe de ser um copo. Torne-se um lago.

Dê graça de graça.

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Quando se está

Em estado de graça…

Se reconhece

O impagável

Preço da vida…

Livre Corrente

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“Amar incondicionalMente

Entendendo tudo ImpermanenteMente…”

Água corrente… Da fonte, sob o lago, do rio ao mar…

 

* Diálogo poético com a MonicaVox sobre o Conto “A sábia iluminada”.

Conto Zen: Sabedoria do Lago

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“Um samurai depois de ter sido derrotado numa importante prova de habilidades, vagou sem rumo com os pensamentos confusos, enfurecido, sem querer aceitar a derrota.

Parou em um lago que encontrou no seu caminho e lançou violentamente
uma pedra contra as suas águas, que se agitaram violentamente.

O samurai ainda com raiva e ressentido, percebeu algo e refletiu: – “Mesmo ofendido e perturbado com a pedra que atirei, em instantes o lago se recompôs, retornando a tranquilidade inicial.”

O samurai concluiu que mesmo que lançasse todas as pedras da redondeza, pequenas ou grandes, o lago sempre retornaria à sua natural tranquilidade, como se nunca tivesse sido atingido por nada.

Ao refletir sobre isso o homem evocou “Mizuno kami” (O Espírito das Águas):

– “Espírito das Águas, por que quando meu coração é ferido ficam cicatrizes e este lago, em instantes apaga todos os vestígios da agressão sofrida”?

Respondeu o “Espírito das Águas”:

– “O Lago faz com que a pedra se perca na sua grandeza e profundidade, logo, é como ser atingido por nada. O lago conserva consigo o silêncio, e não as queixas. Eis o segredo de sua serenidade”.

O Samurai curvou respeitosamente em gratidão para o lago e declarou ao “Espírito das águas”:

– “Hoje aprendi um grande ensinamento com as águas silenciosas de um lago”! “

**
A profundidade da Consciência dispensa explicações. É espaço, totalidade, absoluto; do que iria reclamar, do que iria se afastar, e como?
Inclusão, aceitação, e acolhimento e gratidão são da natureza do Ser. Reconhece a sua Totalidade, reconhece que nada esta fora de Si, tudo lhe pertence.. porque iria dizer não para SI mesmo?
Somente a ideia de um ego separado do Todo, e que detém em si alguma autonomia, seria capaz de imaginar ser possível se afastar de algo.
Somente a ideia de frações e fragmentos pode imaginar que podemos de fato nos afastar de alguma coisa, ou alguém.
Nada está fora, simplesmente porque “fora” é algo que nunca existiu, nem tem como existir, já que a existência é completa em Si mesma, é Total e absoluta em tudo e em todos.
A gota no oceano é também o oceano na gota…
Reconhecer isso é descansar em SI mesmo, e desfrutar da jornada da vida, sendo lá qual for, o encontro é sempre consigo mesmo…

Fonte: VentosDePaz

 

Conto: Continuando

Naquela noite enluarada de outono, a lua no lago refletia:

“Nua…” ouviu o apressado aprendiz.

“Continua…” é o que o silêncio diz.

 

Água Doce Lar

oxum

om

um

oxum

Conto Zen: O sabor da dor

O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse:

“Qual é o gosto?” perguntou o mestre.

“Ruim “ disse o aprendiz.

O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:

“Beba um pouco dessa água”. Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou:

“Qual é o gosto?”

“Bom!” disse o rapaz.

“Você sente gosto do sal?” perguntou o mestre.

“Não” disse o jovem.

O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:

“A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo… Torne-se um lago…”