I N O W A

EM PAZ. POR AMOR. TUDO ACABA DE ACONTECER.

Tag: metamorfose

“Torna-te quem tu és”

“O que não o mata o fortalece.”

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“Sou liberto”, a lagarta afirma.

“Estou liberto”, no casulo a lagarta reafirma.

“Eu liberto”, a lagarta feito borboleta confirma.

 

* Citações de Nietzsche.

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Panapaná

Ó ser na leveza eterna.

Ó borboleta… serena e terna.

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Força de vontade é a minha fé…

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Liberdade é a minha fé…

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Felicidade é a minha fé…

 

* Panapaná ou panapanã: Coletivo de borboletas; Bando de borboletas que migram em certas épocas, formando verdadeiras nuvens; Aglomeração de borboletas, reunidas para sugar sais minerais em terra úmida à beira de rios.”

Eu É vÉu

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eu vi

eu vivi

eu vou.

 

eu vi

eu vivo

eu voo.

Por amor, sobre a dor.

Buscador do caminho. Solitário caminho.

Solidário caminho. Caminho do buscador.

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doendo, ardendo…

tomado pela dor…

derrubado por sua dor…

busca dor…

busca reconhecer e conhecer a dor…

busca descobrir a natureza da dor…

busca diminuir a dor…

busca extinguir a dor…

busca adaptar-se, aceitar a dor…

busca aprender com a dor…

busca ensinar sobre a dor…

a dor faz o buscador…

a dor desfaz e refaz o buscador…

o buscador é a dor em busca…

 

É possível curar sofrimentos e tornar digno de paz, o sofredor… Mas honestamente não sei se é possível curar-se, realizar a paz com amor… sem a dor… pois existir dói… a existência é doída, dolorosa… e é dela que nos tornamos o que originalmente somos: ardor…

Vir a Ter… Ternura… Vir a Ser… Sereno…

Em busca da cura, o buscador…

O buscador… Em paz… Cura-se por amor… 

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Devorando conteúdos, faminto por conhecimento… A lagarta é o buscador curioso pelo caminho…

Metamorfoseando os conteúdos, aprofundando-se em autoconhecimento… Na crisálida o buscador está despindo-se para o caminho…

No repleto vazio de todo o conteúdo… Encontra-se realizando com a sabedoria, retribuindo a fonte do conhecimento… A borboleta é o buscador no caminho…

S O U Luz em sombras.

Sobre o tal Encontro indesejado com a Sombra… Provocado pelo Ser… Na Luz da consciência… S O U Luz em sombras…

Sempre acho… Que por vezes estou perdido… Por vezes acho… Que sempre estive no caminho… Mas se procuro, acho… Este é o caminho… 

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Ao deixar de sentir-se vítima… Deixa também de ser o próprio vilão… Amar-se é assumir a sombra, cair em si, revelando-se a luz da consciência… Dando vida ao herói que em céu coração… É a salvação… 

A cada vez que adiamos o encontro… Com o assombroso engano/desvio que já foi percebido… maior é a sombra do dito inimigo…

Torna-se mais doloroso, moroso e difícil ser amigo… Ser a luz daquilo que em nós é incompreendido…

Adiamos, fugimos, fingimos… Mas não escapamos daquilo que foi vivido, mal passado, ferido, traumatizado… que no fundo está de luto, que ainda permanece velado em nós…

Desatar os nós, se conhecer, se transformar… Autoaceitação, abrir o coração e amar… é experimento, serviço, propósito-desafio, responsabilidade de cada um de nós… É realizar a liberdade de ser… A paz interior… Um-todo a sós…

Ser humano é um processo de humanização… De reintegrar o ser ao humano…. De sintetizar a luz com a sombra… 

Quando a gota d’água finalmente reconhece a nascente… E entrega-se ao fluxo totalmente, ela renasce… E ao renascer, bebemos da fonte… E a fonte damos de beber… Sendo assim um-todo renascente… fluindo, confluente…

 

* Imagens referente ao “esclarecedor” filme Cisne Negro.

Topo em Tempo

O que nos guia… Está no que ar que se respira… Está naquele que se inspira e transpira… Está no ar… De graça…

bor

É passado… É pássaro…

Virá e passará… Vira e passa…

Há de passar… Há devir… Há de vir a paz…

borboleta

Entre luzes e sombras… Um todo… Transparecendo do ser… Na alma…

Com Um. cOMum.

“A busca pela comunhão com todas as faces”… que é em si sem rosto.

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“As pessoas são como as três borboletas em frente da chama da vela.

A primeira se aproximou da chama e disse: Eu sei o que é o Amor.

A segunda tocou a chama com as suas asas e disse: Eu sei o quão doloroso pode a ser a chama do Amor.

A terceira jogou-se no meio da chama, e deixou-se devorar. Ela sabe o que é o verdadeiro Amor…”

 

* Citação do filme “Baba Aziz”

 

 

 

E agora, o que você decide ser?

Olá! Car@s companheir@s de jornada…

Resolvi me propor uma prática “a moda zen”, e estendo esta proposta à vocês.

A prática é simples, consiste em diariamente, se perguntar o seguinte: “E agora, o que decido ser?”.

A ideia é que tomemos consciência do momento presente, que se ouça a intuição, que tomemos as rédeas do nosso caminho aqui-agora. Que assim, pratiquemos o livre-arbítrio, que sejamos livremente centrados, abertamente concentrados em nossa jornada, a qualquer hora, em todo lugar. E que renovemos as nossas intenções, que se fortaleça as nossas decisões ou façamos novas escolhas, discernindo a nossa verdade das ilusões. Apesar de termos um desconhecido destino com um misterioso princípio, somos o meio deste princípio encontrar o seu destino. Então, sem mais delongas…

E agora, o que decido ser?

De verdade…

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Um abraço fraterno. 🐛🌻🦋

Em paz. Por amor. ☀️⭐💛

O fogo que nos transforma – Rubem Alves

Preciosa mudança… é preciso no impreciso mudar.

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“Como o milho duro, que vira pipoca macia, só mudamos para melhor quando passamos pelo fogo: as provações da vida.

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens, para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, mas que, pelo poder do fogo, podemos, repentinamente, voltar a ser crianças!

Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. O milho de pipoca que não passa pelo fogo, continua a ser milho de pipoca. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.

O fogo é quando a vida nos lança em uma situação que nunca imaginamos. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre.

Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão – sofrimentos cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso dos remédios que apagam o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro, ficando cada vez mais quente, pense que a sua hora chegou: “vou morrer”.

De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Mas subitamente, a transformação acontece: pum! – e ela aparece como outra coisa, completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Mas existem pessoas PIRUÁS que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. Ignoram o dito de Jesus: “Quem preservar a sua vida, perdê-la-á.” – A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira.

Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém.

Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás, que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira…”

 

* Rubem Alves (1933-) é escritor, pedagogo, teólogo e psicanalista.