Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: namaste

Mandala ❃ Mãedala

Pétalas sobre o jardim da alma… Perfumes no ar que se respira… Consciência circulando em florescência… Ó vida… Mandala viva…

Flower-Mandalas-by-Kathy-Klein_5

Flower-Mandalas-by-Kathy-Klein_3

Flower-Mandalas-by-Kathy-Klein_8

Flower-Mandalas-by-Kathy-Klein_

Flower-Mandalas-by-Kathy-Klein_4

Flower-Mandalas-by-Kathy-Klein_7

Flower-Mandalas-by-Kathy-Klein_9

 

❃ Mandalas de Kathy Klein. Fonte: lunelli.com.br/

Paz que se faz desfazendo-se…

Nascemos prontos… prontos para a mudança…

Imagem relacionada

“Nada é fixo. Nada é permanente.”

 

Paciência, a tua existência é passageira… São mutáveis teus estados de consciência… Desfazendo-se das próprias negações, ilusões e resistências… Fazendo as pazes com aquele que é, é possível viver em paz… Convivendo pela paz… Como a vida é…

Coração de ouro… Em ti estás o tao tesouro…

Tudo e Todos São Um Todo

Reunidos por uma paixão. Unidos por compaixão.

Imagem relacionada

ama-te,

amante.

amaste:

namastê.

 

 “Aquele que habita meu coração, saúda Aquele que habita seu coração.”

Nada. Caminhada.

“Caminha e o caminho se abrirá.”

Resultado de imagem para Gassho

A fé se completa na felicidade.

A felicidade completa-se na fé.

 

Em meio a tudo, fluxo. Apesar de tudo, flui.

 

 

É na paz. Na paz que há.

Fluindo, pacificando… Florescendo, circulando…

NamasteOliveGreen

Amor é descanso… Enquanto não canso de amar…

 

* Mandala “Namaste”, por Cristina Mcallister.

A porta do que importa…

Está selado em ti… Abra-se, desdobre-se… E descubra-se a mensagem… Que tanto procura…

Imagem relacionada

É o caminho que importa…

É a jornada que importa…

A travessia é que importa…

Ao ser renascente que somos…

A impermanência que é…

Neste perene presente… em si-agora…

 

“Entregue-se, confia, aceite, agradeça”… Abra a porta para esta presença, que em si mesmo desdobra-te… Revelando aquilo que somos… Nem um nem outro: Um Todo.

Está em casa… Quando se é compreendido… É em nós o laço…

Dar sauDar

Resultado de imagem para rio conto zen

Amar é compreender, fluir. Amor é compreensão, confluir.

 

Estar em si-agora, no fluxo que o conduz… Discernindo as sombras em si… Atravessando o escuro… Transparecendo, sendo luz…

 

Quando não existe Eu, eu sou Deus? “O Deus que habita em mim, saúda o Deus que habita em ti…”

De Fé, FéLiz.

Imagem relacionada

fé em deus que é em ti…

fé na fonte que renova-te…

fé no fluxo da vida que permeia-te…

fé no caminho do coração que encontra-te…

 

Ser de fé, sê aquele que é: Amor…

Se faltar sentido, sente-se, silencia e confia… pois a bússola é e está em si… e o caminho é sempre aberto, se dê abertura… Sem medo de altura é que se voa… Sem medo do escuro é que se vê a luz… Sem medo de ti é que encontra-se… Sem medo, coragem com fé…licidade.

 

Oração é Gratidão… Unir-se gratuitaMente à Graça… Fundir o Silêncio com a Voz do Coração…

“O poder do perdão em nossa vida”

Frase Gandhi

Como limpar seus Sentimentos Negativos através do Perdão.

“Senhor, quantas vezes poderá pecar meu irmão contra mim, para que eu lhe perdoe? Será até sete vezes?”, perguntou Pedro. “Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes”, respondeu-lhe Jesus. Isso é um grande exemplo de perdão.

E estamos dispostos a perdoar aquele que quebra sua confiança setenta vezes sete vezes? Esta é a questão à qual devemos nos atentar. O homem é um ser relacionável e todo o conflito é causado pelo ego. O super-arrogante-ser dentro de nossas mentes que prefere perder um afeto a ter de abrir mão da razão.

Qual o propósito disso? A ilusão de estar certo. De ganhar. Mas, em um combate, em um conflito só há perdas. Ambos os lados saem em más vistas perante o outro porque sua visão de mundo é diferente.

Uma vez, em um debate entre o sábio Jiddu Krishnamurti e um teólogo, este último disse: “Quanto mais eu converso com você, mais me certifico que é um ateu”. Jiddu coçou a cabeça lentamente e respondeu: “Sabe, eu costumava ser. Até que descobri que eu sou Deus”. O teólogo estupefato rebateu: “Ah, então você está questionando a divindade de Jesus na Terra?” e Krishnamurti, em tom de surpresa, disse: “Não! De jeito algum! Jamais duvidaria da divindade de Jesus ou de qualquer outra pessoa!”

O que Jiddu quis dizer é que em todas as pessoas há a manifestação do divino. Isso é o que quer dizer Namastê na filosofia oriental: o Deus que há em mim saúda o Deus que há em você. Todos somos feitos dos mesmos milhões de átomos, assim como a natureza, o planeta, o sol e qualquer matéria. Todos somos uma única energia, vibrando em sintonias diferentes.

Não há discussão.

Quando existe conflito, uma parede atravessa os sentimentos, mantendo duas pessoas conectadas, porém divididas. O perdão é a única porta para atravessar esta parede.

A percepção da unicidade cura os conflitos. Suas angústias são as mesmas em todos os seres humanos, em graus diferentes e com contextos diferentes. Mas de mesma natureza.

Sábios, profetas, mestres, sabem disso e é por isso que não discutem. Não tentam impor sua visão de mundo ou fazer com que os outros recebam a verdade a força. Eles convidam, aceitam a condição e o tempo do outro, mas jamais discutem.

Mahatma Gandhi expulsou o maior império do mundo naquela época, a Inglaterra, da Índia dominada por meio da não-violência, da verdade, do destemor e da aceitação. Jamais houve uma discussão.  Nem sequer quando os oficias buscavam Gandhi em sua casa pra prendê-lo por qualquer acusação rodeada por mentiras. Ele os recebia com sorriso nos lábio e oferecia seus pulsos. E assim, dia após dia, venceu!

Não há discussão. Não há derrota.

Mas somos seres perfeitamente imperfeitos e, por isso, temos uma segunda chance de nos redimir. Este poder curador que retira os véus de ilusão, ao qual nos impede de enxergar a realidade como ela é, se chama perdão.

Erramos. Aprendemos. Pedimos perdão. Perdoamos. Agradecemos. Este é o fluxo perfeito e cíclico da evolução humana. Ao enxergarmos um erro, nosso ou de outro, somos seres racionais suficientes para pedir perdão ou perdoar. Setenta vezes sete vezes se for preciso.

E para sabermos se o assunto foi mesmo resolvido, ainda fomos abençoado com a prova dos nove do agradecimento. Se realmente perdoamos, a comprovação disso vem através da gratidão! Agradecer os aprendizados e o novo ciclo que se inicia.

O perdão nos traz a reafirmação de laços afetivos, nos permite praticar a humildade, nos livra de sentimentos angustiantes como raiva, tristeza, ansiedade, repulsa, insegurança e, ainda, nos faz ficarmos melhor com nós mesmos.

Não há discussão. Não há derrota. Não há culpa.

Por isso, termino sugerindo um autodesafio de listar pessoas desde seus tempos jovens até os dias atuais, de pessoas que você julgou ter feito mal ou que te fizeram mal. Após essa extensa lista, reserve um bom tempo, feche os olhos e se recorde da primeira pessoa, sem bater boca ou se justificar imaginariamente. Peça perdão a ela  por tudo que vier à sua cabeça e depois perdoe ela por tudo que aparecer em sua mente. E então, perdoe a si mesmo(a) por tudo que fez a esta pessoa. Quando terminar, agradeça por todos os acontecimentos que fortaleceram vocês e trouxeram tantos aprendizados e, por fim, diga silenciosamente o quanto ama essa pessoa, não por sua relação direta, mas por ser este ser humano perfeito que é! Após terminar este processo com a primeira pessoa, aplique para as demais até finalizar a sua lista.

Permita deixar as emoções fluírem durante o processo todo e apenas observe suas reações mentais, emocionais e físicas, se dói em algum lugar, o que dói, se você consegue saber o porquê dói.

Fonte: QueroEvoluir.com.br

Pelas ondas do amar, somos…

Namasteestá enganado aquele que mente,
ou comumente ignora…
pensa que sabe, mas não sente a verdade,
não percebe que sem a assumir a própria realidade,
é impossível viver a verdade.
a ilusão nos resseca de solidão.
vivenciando é que se descobre,
discernindo é que se aprende,
sinceramente é com lealdade,
que se compreende…
a natureza da nossa ilusão.
uma gota d’água é imensidão…
pois entrega-se, integra-se ao oceano.
somos o que somos…
quando não mais detemos,
o fluxo de energia vital,
denominado desapego.