Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: pânico

A travessia em si é o caminho.

Não apegue-se ao sofrimento, deixe ele vir a tona e transborda-se… Ele é o véu que encobre os nossos segredos…

Tome coragem, tome conhecimento para vir a tomar consciência… O sofrimento guardado, mesmo lá no fundo, nos consome profundamente e nada ensina… Não aprendemos com aquilo que negamos, rejeitamos… Aprendemos com aquilo e com aquele que reconhecemos…

Só haverá cura se eu me reconhecer enfermo… Só há outro lugar para ir se eu reconhecer o lugar em que estou… Conhecer a natureza do sofrimento, é o caminho do aprendizado, é autodescoberta, autoconhecimento e é tornar fértil o jardim da autorrealização…

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Quando se procura, inicia a cura… 

Iniciamos o aprendizado quando cansamos do sofrimento…

Quando decidimos não mais ignorar ou suportar nosso sofrimento…

Quando escolhemos reconhecê-lo, aceitá-lo, assumi-lo, tomar conhecimento das causas, dos traumas, dos segredos e dos maus hábitos…

Quando procuramos pela cura… Quando pedimos e aceitamos ajuda…

Quando buscamos cuidar de nós mesmos, por falta de opção, por intuição e corajosa decisão, por respeito e propósito, por amor e consciência…

Claro que é difícil, duvidoso, moroso, doloroso transformar o sofrimento em autoconhecimento, saúde e qualidade de vida, alcançar uma certa paz e a consciência limpa…

Mas o sacrifício, a vontade e esforço legítimo, o sagrado ofício de se transformar num são ser… humano… é a via para retornar ao lar que és tu em si… é a entrada-saída para o caminho da paz interior… é o propósito-desafio da vida… perpetuar o que é são e vivo, por meio da constante e contínua transformação, evolução…

As travessias ensinam sobre o caminho consciencial… que é realizado sob nossos pés… além da mente, aqui no agora com a fé no coração…

Todo dia é oportunidade para aprender… Toda noite é oportunidade para desaprender… Todos os dias, um de cada vez… desapegar, discernir e rejuvenescer…

Gratidão… Graças a Gratidão…

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Renascente somos.

De corpo e alma somos um só espírito… Com a mente em coração somos uma sã  consciência… Sê ponte… e se encontre… renascente-mente…

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Estamos todos nesta luta interior, num labirinto rumo ao ponto central, mas no fundo, na ponte, no centro, algo nos diz que esta roda gira feito ascendente espiral… Ao fazermos as pazes com aquele que somos, aprendizes em aprendizado único… por princípio, somos todos um, afinal…

A vida segue, é caminho… e nas travessias conseguimos e seguimos feitos seres vivos… menos sofrido, mais curativo… propósito único por diferentes motivos…

Quando se cansar, descanse, ao se perder, em ti está sempre ao seu alcance, acolha-se como um filho único, não desista do caminho… resgatando-nos estamos sempre a caminho… do caminho em si contínuo…

Peça ajuda, aceite ajuda, ajude-se. Assim estou seguindo e conSeguindo ir em frente pacificando este caminho interior… o caminho de retorno ao retornável…

Temos o nosso próprio tempo e… a vida nos convida a sintonizarmos com ela… por espontânea sincronia… Deixa fluir, deixa o mal passado passar… e ir embora…

Que agora é presente que se renova passo a passo, noite e dia, vida a vida. Esteja consigo, abra-se, se abrace e conseguirá encontrar-se na fonte renascente da vida que é em ti, laço em nós, um todo em meio a tudo… no silêncio sereno que canta em soul maior…

Cuide-se como uma mãe, cuide-se como um pai… Cuide-se como um filho que és tu… Cuide-se filho… Pois tu és… Amado amor…

O que nos assombra? O que nos ilumina?

“Abrace a sua sombra e traga ela pra vida. As vezes, no escuro se encontra a saída.”

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O que não está claro e tememos é o sombrio. O que está esquecido mas negamos, rejeitamos, abandonamos e mantemos escondido é sombrio. O que não queremos mostrar, o que impedimos de se revelar, o que negamos estar em nós, o que não se expressa é a nossa sombra que nos assombra… assombrando a realidade que se vivencia.

Pode ser uma dor sentida, uma dor ressentida – o sofrimento, pode ser uma memória ruim e o medo daquilo se repetir, um erro, um engano, uma decepção, um apego, um segredo não tão bonito, pensamentos ofensivos e opressivos, sentimentos egoicos, julgamentos injustos, preconceitos, justificativas e pode ser o que há de mais puro em nós, mas está obscuro, bloqueado por nós e nos deprimindo…

Todas as formas de velar-se, de aparentar o que não é, de fingir como está, de ocultar a luz do entendimento, a clareza do discernimento, todo modo de evitarmos, fugirmos ou bloquearmos a nossa sincera, legítima e espontânea expressão… não pacifica nosso mundo interior, não limpa a consciência, não estamos em sã consciência… somos o anti-herói da própria existência…

 

É preciso chorar.

É preciso botar pra fora… o que nos paralisa.

É preciso esvaziar-se do que provoca o nosso vazio existencial.

É preciso ouvir e ser ouvido, ver e ser visto.

É preciso se respeitar, se aceitar, assumir-se e acolher-se.

É preciso cuidar-se, amar-se, se refazer e se curar.

É preciso realizar as tais catarses e…

Unir-se àquilo que é em si… o vivo.

 

É insuportável viver repetindo-se e se consumindo pelo desamor e sofrimento… Reciclar-se e se renovar é a forma de manter-se sustentável no presente da plena presença… É tempo de aprender a crescer pelo amor e florescer na cura… Tempo de refazer as asas com as próprias penas… e encontrar-se nas alturas do céu aberto-coração…

Sou a resposta da própria questão.

Este texto, são comentários que fiz a respeito da poesia Olhei para dentro de mim, estou cega. do Blog Antagônicos.

O caminho é um só… interior.

Esvaziar-se daquilo que nos esvazia – que nos transborda de vazio existencial – é o que nos torna um repleto-vazio. (Em síntese, um paradoxo possível de síntese.)

É tempo de formatar nosso hd… Tempo de lavar a alma… É tempo de limpar a consciência… Tempo de fazer as pazes consigo mesma… É tempo de transformar o veneno em antídoto… Tempo de retirar a pressão da nossa depressão e dar vazão ao que nos faz respirar… Dando luz as nossas sombras, iluminando-as… Esvaziando-se das fantasmagóricas memórias escondidas, despindo-se dos inconscientes registros históricos em nós… É tempo de atravessar as fronteiras da mente, nossos véus, camadas internas, reconhecendo o mórbido, a morte, sem morrer fisicamente… Tomando coragem, tomando conhecimento, tomando consciência… De que a vida é do princípio ao fim um aqui-agora.

É tempo de desenterrar o mal passado e os males dos antepassados em nós… uma série de zumbis que habitam em nós… É tempo de dar passagem a vida… É tempo de dar vida a nossa vida… É tempo de fazer a faxina em todos os corpos – mental, emocional, espiritual, físico… É tempo de atualizar a nossa versão… ser a versão renovada…

Sabemos que é muito difícil, confuso, sofrido, quase inacreditável… mas a verdade está em nós, a saída é para dentro e ao cairmos em si, seguiremos autênticos, pois encontramos o sentido da existência… e aí sim, se aceitando, se assumindo, se pertencendo pelo mundo afora…

É tempo de cura, de transformação e libertação… Dar liberdade de sermos quem somos: mutáveis, passageiros passantes nesta retornável passagem… Não este acumulo de sofrimentos, enganos e medos, mas uma pessoa com seu espaço aberto de paz e amor… aqui-agora a sempre se realizar…

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A questão que nos limita é o porque? porque isso? porque assim? porque eu?

A libertadora questão é como? como é? como sou? como sair? como mudar? como seguir em frente?

“O problema não é encontrar a resposta, mas enfrentar a resposta.” Terence Mckenna

Questionar é importante, mas conhecer sem resistência é prioridade.

 

* Pinturas de Claude Monte, com temas sobre a “ponte”.

Prospere, receba-se.

Cuide-se… Como se estivesse cuidando do ser que você mais ama…

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Aceite ajuda.

Peça ajuda.

Ajude-se.

 

Enxergando todos os seres como professores (incluindo a si mesmo)… Vivenciando cada momento como um valioso aprendizado… Com gratidão e compaixão, cultivando a humildade… Descobre-se eterno aprendiz, o velho sábio em si… A consciência atualizável…

Abra-se e se Abrace.

S O U Luz em sombras.

Sobre o tal Encontro indesejado com a Sombra… Provocado pelo Ser… Na Luz da consciência… S O U Luz em sombras…

Sempre acho… Que por vezes estou perdido… Por vezes acho… Que sempre estive no caminho… Mas se procuro, acho… Este é o caminho… 

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Ao deixar de sentir-se vítima… Deixa também de ser o próprio vilão… Amar-se é assumir a sombra, cair em si, revelando-se a luz da consciência… Dando vida ao herói que em céu coração… É a salvação… 

A cada vez que adiamos o encontro… Com o assombroso engano/desvio que já foi percebido… maior é a sombra do dito inimigo…

Torna-se mais doloroso, moroso e difícil ser amigo… Ser a luz daquilo que em nós é incompreendido…

Adiamos, fugimos, fingimos… Mas não escapamos daquilo que foi vivido, mal passado, ferido, traumatizado… que no fundo está de luto, que ainda permanece velado em nós…

Desatar os nós, se conhecer, se transformar… Autoaceitação, abrir o coração e amar… é experimento, serviço, propósito-desafio, responsabilidade de cada um de nós… É realizar a liberdade de ser… A paz interior… Um-todo a sós…

Ser humano é um processo de humanização… De reintegrar o ser ao humano…. De sintetizar a luz com a sombra… 

Quando a gota d’água finalmente reconhece a nascente… E entrega-se ao fluxo totalmente, ela renasce… E ao renascer, bebemos da fonte… E a fonte damos de beber… Sendo assim um-todo renascente… fluindo, confluente…

 

* Imagens referente ao “esclarecedor” filme Cisne Negro.

De(s)pressão. Se dê o respeito.

Sem casulo não haveria borboleta… Coragem!

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não dê pressão…

dê abertura, dê ouvidos.

não dê pressão…

dê tempo, dê atenção.

não dê pressão…

dê colo, dê carinho.

não dê pressão…

dê trégua, dê a mão.

não dê pressão…

dê permissão, dê o seu perdão, de coração… a si mesmo.

 

Dê um passo de cada vez, dê paz outra vez… Dê sentido ao caminho, decidindo aceitar o que se faz e o que te fez…

Estamos todos no mesmo caminho… de retorno a si mesmo.

 

Entrei na dança.

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partimos quando a incerteza nos consome…

partimos quando o perigo nos desespera…

partimos quando o pânico nos paralisa…

partimos quando o sofrimento nos dilacera…

partimos quando o sentido é insustentável…

partimos quando a existência é insuportável…

por fim partimos…

partimos para a mudança, com a mudança, pela mudança…

só a mudança é imutável…

 

O que a vida quer? Coragem… Entrar na dança é o que há… e o que é… Em si-agora é que se dança a dança…

Degradando, não mais…

Se é dando que se recebe… Então, vamos acordar e agradecer… Fazendo a graça descer, desfazendo aquilo que nos impede de se elevar…

Lagoas formadas pela água das chuvas - Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

Não tenha medo de desagradar, medo de ser desaprovado…

Pois se alguém não se desagradar ou não te aprovar…

Possivelmente você está se desagradando e desaprovando…

Escolhendo deixar… O envelhecido passado…

Escolhendo receber… Um futuro renovado…

Aceitando o presente… Que ando escolhendo e colhendo…

Tentando outra vez… Escolhendo nova-mente…

A Senda: Acenda, Ascenda, Sendo Luz.

Quando em sua mente, o passado não passa… é tão somente uma presente e doída ausência…

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Quando esvaziamos a mente… não há passado nem futuro, somos simplesmente o presente… em si-agora, plena presença…

Na raiz do coração brota a vida… Na fonte do ser brota a fé… Na presença em si brota a tua paz, a tao verdade…

Atravessar as sombras, sendo luz… Acolhendo-se, se perdoando, agradecendo por ser este que é…. Aceitando a misteriosa revelação que é existir…

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Ar, silenciAr… Orar, ancOrar…