Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: pena branca

Pontos finais e ponto… da virada.

Vir e virando, revirando…

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viva a arte de ser… vivente…

a todo instante é nascente…

a cada dia renascente…

e a noite… inocente…

 

* Imagem de Julia Branco, por Folha do Estado.

Que pena, que leveza.

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“A vida não pode ser um conta gotas na tua mão
Uma chuva que não chove, um sol que não sai
A vida não pode ser medida com precisão
Motor que não se move, nuvem que não se vai”

A vida há de ser uma gota em mar aberto, na tua mão

Chuva que sempre molha, sol que sai e sempre vai

A vida é precisa na sintonia do ser com o coração

Amor que nos move, nuvem que vem e vai

 

* Diálogo com a canção “Nuvem” – Humberto Gessinger

Sendo Senda

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há Um elevado espaço transparente e precioso…

há Um metal nobre a ser forjado… nas profundezas do ser…

há Um espaço sagrado… feito ouro e cristal…

há Um… AUM… é Um… total…

“Fé na vida todo santo dia”

Humildade é a porta de entrada para o discernimento…

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Humildade, lealdade, fidelidade… Ser de fé… Ser feliz por aquele que é…

“Faça a sua escolha. Ganhe a sua decisão.”

Honrar é Aceitar-se

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Honre o teu passado… Aceitando aquele que tu és.

Honre a origem e teus ancestrais… Aceitando este aqui-agora… Como a legítima e gratificante realidade… A se vivenciar… Criando, transformando e desfrutando… Celebrando e Consagrando-se…

Aprendendo e ensinado a Sabedoria – em Si – Perene… A presença presente na escola da vida…

Realizando-se em vida… Ao permitir que a vida possa espontaneamente circular… Inovando e se Renovando… Sendo por princípio, finalmente, o próprio Lar e-terno Lar…

 

A Cura está no Encontro com Aquele que proCura-se…

Sentir-se parte, ser inteiro.

An abstract line art work in the shape of a sunburst

a pena caiu, pomba voou

a folha caiu, fruto amadurou

a chuva caiu, vento soprou

a noite caiu, ensolarou

 

* Obra de Penabranca

 

Viagem ao Céu Coração

 

me aceitando, em harmonia, sorrio para a vida…

em paz, entro em sintonia e sincronia com a vida…

borboletas polinizam as flores que crescem em mim…

uma grande ave atravessa a minha alma cheia de graça…

os raios de sol me enraízam, incendeiam a minha centelha divina…

é indescritível… são poemas que a existência escreve com o ser-poesia…

é mistério e magia… no mais simples e espontâneo instante do dia a dia…

viva! viva… estes raros momentos sem duração… onde estamos de coração alado e pés no chão… quando a gente vai ao céu coração…

“Leve-me lá”

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bolhas de lá…

esferas de luz sagrada

ave da paz em vida

leve-me lá…

onde amor é mar

onde amar é mor

e respiramos o mesmo ar.

leve-me sopro leve e inspirador…

deixa eu ser a tua pena branca.