Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: renascimento

Ando regenerAndo

“O todo é mente.”

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enfrente os medos…

com a coragem e discernimento.

em frente, de frente…

é sempre daqui pra frente.

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Uma serpente enlaça e conduz à paixão… Duas serpentes entrelaçadas elevam à compaixão…

A realidade é vibracional e sincrônica… Oscila harmonicamente… E é hermeticamente simbólica, oracular… A vida em si é um enigma… A ser por ti conhecida e decifrada…

Pontos finais e ponto… da virada.

Vir e virando, revirando…

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viva a arte de ser… vivente…

a todo instante é nascente…

a cada dia renascente…

e a noite… inocente…

 

* Imagem de Julia Branco, por Folha do Estado.

Nem temor, mor…

Verão que vi. Vi que verão.

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Tem a morte.

Tenha amor.

Sol… Solitude.

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Em si, nas alturas

Em frente ao mar

Em noite escura.

 

De encontro a luz do primeiro dia

Borboleta dourada, batendo asas

Contra vento, a favor da brisa:

O silêncio.

 

Através da porta

Portas da percepção, a visão:

Eternizado instante

Em família…

 

* Inspirado no encontro sincrônico, na noite do primeiro dia do ano, com uma grande borboleta completamente amarela, feito revelado sol interior.

Renascimento do Ovo

Colha, escolha…

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Era princípio

Era ouro

Era novo.

 

Era enfim

Besouro

De novo.

“É o FINício…”

No fim, o princípio…

Ah! Sim… é um longo caminho, de passos únicos… dê passos certos… certos de sua escolha… e que venha a colheita…

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Alta estrada

Pousou e voou:

Um gavião…

De coração

De volta pra casa.

 

Ver-de-Verdade

Respirar, transpirar e transformar-se… na Vida… Em síntese, fotossíntese…

folha que recebe a luz solar

folha que respira e transpira

folha que nutre e renova toda a vida

doando luz em forma de energia

transformando o dióxido em oxigênio

que possibilita a vida existir e ser o que é

o que também somos: um todo.

Fé… Olha… É… Folha…

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Folha de chá… Folha do arbusto, da árvore, da planta… Folha levada ao chão… Viva a Vida que se renova… Em toda e qualquer estação… 

 

Tema: Não Tema

“…à mais profunda e elevada presença.”

“Que eu possa ser uma flauta de bambu na qual o Sopro da Vida toque sua melodia…”

Todos temos sofrimentos, apegos e ignorância… Mas há quem esteja mergulhado em sofrimentos, apegos, ignorância e raiva… muita raiva, numa ira que provoca repetidamente, velhos e novos inimigos…

Para poder… ilusoriamente sentir-se que está do “lado do bem”… e alimentar sua sensação de poder, de controle e domínio… mas o “justiceiro” ao mesmo tempo olhar-se no espelho e enxergar-se a vítima de tudo isso…

Não aceita o outro como ele é, não permite que o outro seja o que ele é… não aceita a vida como ela é… Pois simplesmente não aceita-se… e infelizmente é o próprio inimigo infeliz…

Não rivalize, não negue, não rejeite, não tema… sim aceite, sim perdoe, sim reconcilie, sim respeite… faça as pazes consigo mesmo, pois assim é… simplesmente… ser livre… dos próprios algozes…

 

Não julgue nem culpe, lamente se preciso, mas abra-se e limpe a mente e o coração… Silenciando, aceitando, deixando passar todo e qualquer pensamento… Esvaziando toda aquela água parada no coração… Retornando à Fonte, renovando-se… Preservando-se repleto de paz…

Cada dia de uma vez, cada noite outra vez, mais uma vez é: um… novo… presente…

EsvaziAndo o Casulo

Tenho três notícias para compartilhar contigo. Uma refere-se ao passado, outra ao futuro, e a essencial é referente ao agora:

A primeira notícia é que… está morta a lagarta.

A segunda… está viva a borboleta.

A terceira é… que esta metamorfose, diz respeito ao ser que eu sou…

“Experiência única” – Jean-Yves Leloup

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“Esta experiência é única.

Nela ocorre algo que nunca poderemos esquecer e que não poderemos também explicar.

Em um itinerário espiritual, deve-se fazer desta experiência uma oportunidade de iniciação.

Não a considerar como algo que jamais se reproduzirá ou como uma graça maravilhosa que queremos que se repita a todo instante.

Porque esta experiência é uma revelação de nossa natureza verdadeira.

São momentos em que, efetivamente, a paz dura um pouco mais e onde, no interior de nossa mente, o silêncio torna-se algo real.

É preciso acolher estes momentos gratificantes com gratidão, mas, ao mesmo tempo, não se apegar a eles e não os procurar.

Porque, se nós nos apegamos a estes momentos, se quisermos reencontrá-los sem cessar, em lugar de nos ajudarem a avançar, eles nos param, nos bloqueiam, fazendo-nos entrar em uma espécie de complacência com eles.

A vida, porém, é uma grande mestra e se encarrega de tirar nossas ilusões.

E o sinal de que a experiência luminosa realmente nos tocou é que não podemos mais viver da mesma maneira que antes.

Porque podemos ter tido experiências maravilhosas e magníficas, mas concretamente, em que elas mudaram as nossas vidas? O que mudou em nossa vida cotidiana? Dessa maneira, podemos ter necessidade de uma prática, de um método em nosso itinerário.

Ao final de um itinerário espiritual não sobra muito da imagem que se tinha de si mesmo no início do processo. É como se houvesse uma morte de si mesmo.

Mas esta morte não é o fim.

O que alguns chamam de morte da lagarta, outros chamam de nascimento da borboleta.”

Jean-Yves Leloup em Terapeutas do Deserto