Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: rio

AbertaMente

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Nuvens vem, vão e voltam.
O céu está sempre aberto.
Sol e lua encontram-se…
Refletidos no rio da criação.

Gelo ou Vapor é Água…

Fluxo e Refluxo: Confluência…

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Não há separação real entre as coisas, nada está fora ou separado… São aparentes impressões… Estamos sob um todo vivo… Feito formas, estados e aparentes fronteiras… Mutantes em si mesmas… Lembremos da água que em seus diferentes estados, não deixa de ser o que ela é…

Atenção! Grato por sua atenção…

Claro Silêncio

O rio repousa em mar aberto e profundo… As montanhas e pedras guardam em segredo todo o mistério fecundo…

coles bay startrail

Há uma mandala no coração da borboleta.

Há uma borboleta no coração da mandala.

Borboleta e mandala são aquilo que é são… no coração…

 

* Foto: “Star trail” Lincoln Harrison

No caminho das pedras, o rio flui…

Responsável pelo cultivo, pela colheita… Responsável pela escolha…

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Todos os caminhos… levam a um só lugar… Mais cedo ou mais tarde… Todos os rios… encontram um aberto mar…

Olhe para o espelho, observando o que vê… como você enxerga aquele que vê… feche os olhos e veja-se com a visão de coração… reconheça o que há… deixando seus preconceitos, abandonando seus julgamentos, desfazendo suas justificativas, desconstruindo envelhecidos padrões dogmáticos, enrijecidos, dissolvendo aqueles destrutivos pensamentos… é preciso realizar a autodescoberta e o autoconhecimento… preciosa é a metAMORfose do (des)humano em ser humano…

Escolhendo as sementes… Cultivando em si o que deseja colher… Escutando em silencio o que o céu coração tem a dizer…

Como é. Como sou.

 Agradecendo é que se caminha…

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Apesar de tudo, no meio de tudo está. Está no olhar de quem vê. No coração de quem sente corpo e mente livremente. Silencie a mente, eis o silêncio de coração.

 

Sem resistir, resiliente… Sem mais nem menos, inocente…

Impermanente rio.

Choro rios por um mar de sorriso. Quando o rio encontra o mar, sorrio.

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“A água do rio flui sempre, sem cessar. Flui rápida, não para um só instante e se vai. Seu murmúrio evoca em mim o eco do tempo.

A água do tempo brilha no leito do Universo, sempre correndo, fluindo. Pedras, árvores, casas e cidades também fluem vagarosamente nesta correnteza, assim como os pensamentos, as civilizações, nossas vidas e as vidas de todos os seres. Tudo isso pode parecer imutável, mas na verdade essa ideia não passa de uma ilusão.

Apenas nós, seres humanos, acreditamos que tudo é imutável. Esforçamo-nos para não sermos levados pela correnteza, e lamentamo-nos por tudo que se vai. No entanto, mesmo sofrendo e desdobrando-nos por evitar, caindo sete vezes e nos levantando oito, não há como parar o fluir, que envolve também nossa dor e nossa luta.

Ao invés disso, é melhor ver as coisas como são e nos juntarmos a essa correnteza, com suavidade. Apenas assim poderemos encontrar prazer na fugacidade das coisas, uma vez que é justamente essa fugacidade que tece as mais diversas figuras na tapeçaria da vida.” Shundo Aoyama Roshi

O timo Ótimo

“Onde não há coisa existe o todo.” Zen – O ritmo do ser

ZEN

Segue um poema feito de anagramas, inspirado no diálogo poético com Cristileine Leão do blog Depressão Com Poesia:

O Ritmo

OM Trio:
Tom Rio
I Motor.

Or Mito
I Morto
OM Rito.

Caminho…

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mostre o caminho, mestre caminho.

está no seu caminho

está no caminho

o caminho.

“Chamem-me pelos meus verdadeiros nomes”

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“Chamem-me pelos meus verdadeiros nomes
Não digam que parto amanhã
Porque hoje estou ainda chegando.

Olhe bem, a cada instante estou chegando
Para vir a ser botão de flor em ramo de primavera
Para ser passarinho de asas frágeis
Aprendendo a cantar em meu novo ninho,
Para ser lagarta na corola da flor,
Para ser gema oculta na pedra.

Estou ainda chegando para rir e chorar,
Para sentir medo e esperança
O ritmo do meu coração é o nascimento e morte
De tudo o que vive.

Sou a libélula em metamorfose
Em voo sobre as águas do rio
E sou pássaro que se lança ao ar para engolir a libélula.

Sou rã que nada descuidada
Nas águas claras da lagoa
E cobra que em silêncio se alimenta da rã.

Sou a criança em Uganda, só pele e osso
Minhas pernas como gravetos
E sou o traficante que vende armas para Uganda.

Sou a jovem púbere
Que escapa em uma balsa
E que, violentada por um pirata, lança-se ao mar

Mas sou o pirata ainda incapaz de sentir e de amar
Minha alegria é como a cálida primavera
Que faz florescer toda a Terra.
Minha dor é como um rio de lágrimas,
Tão vasto que enche os quatro oceanos.

Chamem-me pelos meus verdadeiros nomes,
Para que eu possa despertar e enfim escancarar
Em meu coração as portas da compaixão.”

por Thich Nhat Hanh

Em si. Em frente.

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de frente é que se olha.

no meio, a visão.

do alto é que se vê.

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