Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

Tag: rosa cruz

“Amor I Love You”

Com Paixão… Por ComPaixão…

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Graça recebida por Entrega gratuita.

 

eu Sou

eu Soul

sou Livre

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Por Amor incondicional… A condição é a Cura…

Trinado da Ave

O canto do pássaro… Perpassa os quatro cantos… Circulando o lar triangular…

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Cruzando o caminho.

Coroa de estrelas.

Rosa de coração.

Círculo em circulação.

 

Correspondendo aos Sinais…. Sinalizando a correspondência…

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Rosa

Amo

Rosa

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Rosa amorosa. Alma perfumada.

 

* Fiz estas fotos ontem (02.10.19), rosas no jardim da Ordem Rosacruz – AMORC (Curitiba/Brasil)

Florescer da preciosa Alma.

Daqui pra frente… Adentro e altamente… Em ti perpetuamente…

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Somos portadores de uma preciosa pedra bruta… Mas sem lapidação e transmutação… Pesada ela permanece, nos estagnando e nos afundando… nas sombras da inconsciência…

Ao lapidarmos e transmutarmos a bruta pedra preciosa… Elevada ela se torna, brilha presentemente e translúcida nos faz rolar renovadamente… na clareza da autoconsciência…

Urbi et Orbi “À cidade e ao mundo; a todo o universo.”

Presente… em nosso espaço-templo… A alma é uma flor delicada, que guarda em si o perfume do eterno amor… Florescência é o teu fim primordial…

Diálogo de graça.

“Todo mundo foi chamado para um trabalho específico, e o desejo por este trabalho foi colocado no seu coração.” Rumi

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Exalando paz… Perfumado amor… Pétalas de coragem revelam-se em exaltado destemor… Permitindo que o coração leve seja… Que a mente se eleve e veja… Desabrochando livremente uma alma-flor…

Estando por inteiro… aqui, entregue em ti… “Tudo agora é… Luz.”

“Deixa claro. Estás ou não estás assombrado? (…) Sem você não tem graça”. Foi o que em silêncio se ouviu.

Rosa Mel Abelhas

DAT ROSA MEL APIBUS…

Rosa dá o Mel às Abelhas…

“As abelhas somos todos nós que, tal como os alquimistas que Robert Fludd evocava, procuramos o centro, mais do que a superfície das coisas.” SUMMUM BONUM, 1629

No ROSARIUM PHILOSOPHORUM, antologia de textos alquímicos editados em 1550, encontramos citações de Platão, de Arnaldo de Villanova, de Senior, o Ibn Umail que já referi como autor do Corpus Arabicum, entre muitos outros que se dedicaram aos mistérios desta Arte ou desta Ciência conforme os pontos de vista.

O autor deste Rosário, que também podia ser um Roseiral, não esconde que lhe agrada a aproximação aos mistérios da Igreja para definir os mistérios da Pedra Filosofal.

O Tratado encerra com uma gravura em que “a vitória da Pedra é representada como a ressurreição de Cristo”. A intenção não contém heresia, pelo menos propositada, pelo contrário, procura o clérigo, ou o monge que foi autor ou copista testemunhar da sua fidelidade e devoção sem mácula a uma causa de absoluta entrega espiritual.

A procura do Centro, para um religioso é a procura de Deus. Não é Deus o Centro e a Circunferência, o Um e o Todo do universo na sua múltipla manifestação?

O místico é o que sente, quando se entrega a Deus na noite escura da alma (como S.João da Cruz). O alquimista é o que sente quando se entrega no seu laboratório à nigredo que não só contempla na “matéria confusa” como vive na ansiedade da sua própria alma, tendo a noção de que é mesmo da sua alma que se trata e não de qualquer outra coisa, preciosa, eventualmente, mas exterior.

Os que buscaram o ouro morreram sofrendo, sem ele. Os que buscaram a pura luz da consciência atingiram a perfeição, ou ficaram a caminho dela.

Herberto Helder em ÚLTIMA CIÊNCIA (1988) anuncia a sua arte da roseira, a travessia que o afunda no real da palavra como o adepto se afunda no real da “imaginação verdadeira”.

“Pratiquei a minha arte de roseira: a fria
inclinação das rosas contra os dedos
iluminava em baixo
as palavras.
Abri-as até dentro onde era negro o coração
nas cápsulas. Das rosas fundas, da fundura nas palavras.
Transfigurei-as.
….
– Uma frase, uma ferida, uma vida selada.”

No Jardim de Reguengos (dedicado à Maria):

“Já pesam as romãs semi-abertas
nas romãzeiras molhadas

Caíram as chuvas da tarde
aguardam-se os beijos fatais
que só os Anjos concedem

Bagos vermelhos
em bocas apetecidas

Jardins de Inverno
onde se perdem as vozes
onde se abrem feridas

Onde secretamente
mais árvores são plantadas”

por Yvette Centeno

 

* Fonte: Simbologia e Alquimia

Agora em Ordem

Pela imagem da Rosa Cruz, Jesus é tirado da Cruz e nela brota a força viva e invencível do Cristo, a Rosa.” Fernando Pessoa

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A CRUZ, A ROSA E A ROSA CRUZ

Por que choras de que existe
A terra e o que a terra tem?
Tudo nosso – mal ou bem –
É fictício e só persiste
Porque a alma aqui é ninguém.

Não chores! Tudo é o nada
Onde os astros luzes são.
Tudo é lei e confusão.
Toma este mundo por estrada
E vai como os santos vão.

Levantado de onde lavra
O inferno em que somos réus
Sob o silêncio dos céus,
Encontrarás a Palavra,
O Nome interno de Deus.

E, além da dupla unidade
Do que em dois sexos mistura
A ventura e a desventura,
O sonho e a realidade,
Serás quem já não procura.

Porque, limpo do Universo,
Em Christo nosso Senhor,
Por sua verdade e amor,
Reunirás o disperso
E a Cruz abrirá em Flor.

* Poema datado de 6 de fevereiro de 1934, de Fernando Pessoa

“O Encoberto” – Fernando Pessoa

Pegue o caminho… Desapegando do caminho.

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“Que símbolo fecundo

Vem na aurora ansiosa?

Na Cruz Morta do Mundo

A Vida, que é a Rosa.

*

Que símbolo divino

Traz o dia já visto?

Na Cruz, que é o Destino,

A Rosa, que é o Cristo.

*

Que símbolo final

Mostra o sol já desperto?

Na Cruz morta e fatal

A Rosa do Encoberto.”

 

Por fora montanha rochosa, por dentro caverna cristalina.

Cruzar e Florescer: Perfumado Mel.

“A rosa dá o mel às abelhas.”

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eros.

rose:

o ser

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“O símbolo da Rosa Mística é que se um homem cuida da semente com a qual ele nasce, dá-lhe o solo certo, dá-lhe a atmosfera certa e as vibrações certas, move-se num caminho certo, onde a semente pode começar a crescer, e o final do crescimento simbolizado como a Rosa Mística: Quando seu ser floresce e abre todas as suas pétalas e libera sua bela fragrância.” Osho