Um Sol Coração

Onde a vida está? Onde tu és?

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Torra na Torre

“O raio que me parta…”

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O Ego é um caso perdido.

O Self é o centro resgatado.

 

Quando a casa cai… É possível ver o céu…

O aprendizado é terno, eterno.

Ego é plural. Self, um total.

Louva-a-deus… Louva-adeus…

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apego

cego

nego

ego

desapegando

vendo

aceitando

sendo

“Paixão e Morte” – Gnosis Brasil

Qual o significado desse mistério de Paixão e Morte referente à Semana Santa?

O que é a Paixão referida aqui?

E o que é esta Morte assinalada nesse período?

Quem vive o Drama de paixão e morte? Somente Jesus? Ou todos nós também o vivemos em algum aspecto na nossa jornada espiritual?

Qual a razão de Jesus ter passado por todo esse Drama?

Qual o ensinamento silencioso que está sendo passado com todas as cenas que são mostradas nessa caminhada realizada por este grande Mestre?

Carregar uma Cruz? Qual o significado oculto por trás desta cena?

Ser humilhado pela multidão que pede a crucificação de uma pessoa que representa Deus?

Qual o sentido esotérico de tudo isso? Qual a mensagem passada para cada um de nós presente em todo esse drama?

Quando vemos Jesus levando a sua Cruz para ser crucificado vemos que nessa jornada está representado o Drama que devemos viver dentro de nosso mundo interior. Este grande Mestre está nos ensinando os passos de como realizar a obra espiritual.

Quando falamos de Jesus Cristo, cabe ressaltarmos que a palavra Cristo refere-se a uma força Divina. Esta força é a vida e a substância que anima tudo que há. É Deus dentro do homem. E essa força está latente dentro de cada um de nós esperando ser germinada.

Na história da humanidade existiram vários sábios que se integraram com esta força por meio de uma transformação e regeneração interior. E Jesus foi mais um desses grandes seres que atingiu a perfeição através de uma mudança de comportamento e regeneração interna, culminando o seu trabalho espiritual com a integração desta força Cristo dentro de si.

O Drama de paixão e morte é a representação da jornada espiritual que temos que percorrer para que também possamos nos integrar com esta força.

Ora, e como vamos realizar este Drama dentro de nós mesmos?

A Gnosis nos ensina que temos que eliminar de nosso interior todos os defeitos que temos. Os vários defeitos que possuímos nos faz pessoas inconstantes, egoístas, escravas de falsos conceitos e vítimas das circunstâncias. E é esse conjunto de defeitos presente em nosso interior que representa a “Paixão”, o Ego que carregamos dentro.

Esses defeitos são representados no Drama da Semana Santa pela multidão que pede a crucificação de Jesus. E assim acontece dentro de nós, pois os nossos defeitos pedem a crucificação de nosso Cristo Íntimo, da divindade que temos latente em nosso interior.

A “Morte” neste Drama significa o papel que temos de eliminar todos os defeitos psíquicos que temos para nos integramos com a Divindade que possuímos – o nosso real SER.

Drama este que temos que viver a cada dia, para buscar a real mudança dentro de nós. Dessa forma, aprendemos a não reagir e não nos identificar com os problemas diários.

Assim, fica claro porque Jesus levava a sua cruz sem reclamar e sem questionar diante aos insultos que eram direcionados a ele. Reclamar e esbravejar de tudo aquilo que sofremos seja por causa de uma situação financeira, familiar ou diante da ofensa vinda do outro, somente faz com que alimentemos os egos e assim os eventos voltam a ocorrer. Até que tiremos todo o sumo de aprendizado que tivermos que ter para nosso crescimento.

Semana Santa Gnosis Brasil

As recorrências nos afastam a possibilidade de morrer psicologicamente mais rapidamente. Ou seja, nos transformarmos em uma pessoa melhor fica cada vez mais difícil.

Devemos ficar irados porque nos tratam com ira? Ora, mas isso não serviria apenas para alimentarmos a nossa ira? Como queremos eliminar a ira agindo assim?

Devemos ficar impacientes porque nos tratam com impaciência? Que horrível seria se agíssemos de tal maneira. Como eliminaremos os defeitos que carregamos dentro se a cada instante damos alimento a eles? Vejamos na íntegra o trecho do livro “Morte na Cruz” do V.M. Lakhsmi esclarecendo pontos referente ao que foi dito:

“Quando o Mestre fez todo o percurso com sua Cruz nas costas, recebeu todos os atropelos contra sua dignidade humana e contra sua mensagem. As multidões o fizeram por ordem de Caifás.

Caifás era Sumo Sacerdote, símbolo da má vontade que Pilatos não quis conter e este, para justificar a morte do Mestre, perguntou às multidões o que preferiam, se a crucificação e morte de Jesus ou a crucificação e morte de Barrabás.

E as multidões gritavam referindo-se a Jesus: Crucifica! Crucifica!

Barrabás neste drama representa o Ego. Claramente as multidões sempre apoiam a existência do Ego e a morte do Cristo.

Como já dissemos, terminada esta viagem do Mestre com a Cruz e havendo recebido toda classe de vitupérios e maus tratos sem haver pronunciado uma palavra de protesto, este Homem ganhou o direito de morrer na Cruz.”

A princípio pode ser complexo para cada um de nós não reclamar e não reagir diante dos eventos da vida e aceitar a nossa crucificação, dissolvendo aquilo que somos hoje. Porém, o que nos levará a ter uma vida mais consciente e com mais harmonia?

Dar energia e importância para nossos defeitos ou dissolvê-los morrendo na Cruz?

Fica a reflexão com uma frase do mestre maior, Jesus Cristo: “Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me”. Que essas palavras sejam o nosso guia!

 

Fonte: GnosisBrasil.Com

Somos veneno e antídoto.

Ignorância é veneno.

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Estamos no caminho

Quando estamos em si.

Onde estamos? Onde está?

 

Conhecimento é antídoto.

Onde está?

Realidade…

1919

É onde a sua atenção está.

Realizar-se Canção

Íntimo ser. Testemunha de sua existência. Voz do silêncio. Sã consciência.

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Krishna, a voz fraterna do amigo…

Tao, a voz do caminho…

Buda, a voz do silêncio…

Cristo, a voz do verbo…

Canções do coração…

 

Diferentes avatares, mestres, discípulos, guias da humanidade… Estiveram e estão por aí… São arquétipos da síntese, do self, da sã consciência… Exemplos históricos-simbólicos de seres “autorrealizados”, legítimos modelos de como os humanos podem vir-a-ser como são: um-todo… Uma saudável e perene essência realizando-se em conformidade com a ordem da vida… Via autoconsciência e fraterna coexistência…

Faça como o mestre faz… Busca o mestre, Descubra o mestre e Segue o seu caminho…

A mensagem é uma só… Desdobrando-se na consciência… Feito flor de lótus… Como tu és…

 

 

“O ser o que somos, um passo a mais.”

 

“Ele só se tornará Jonas se for na direção de si mesmo, ousando dirigir-se para Nínive, ou seja, em direção ao outro. Porque é na relação com o outro que nós nos tornamos quem somos.

É o fato de ter uma tarefa a cumprir que torna cada um de nós insubstituível, dando um sentido a nossa existência. Essa não é uma tarefa reservada apenas os grandes sábios e profetas, mas é o que cada ser humano pode realizar em sua existência. Só nos tornamos realmente quem somos se formos na direção do outro.

Não fugir do próprio desenvolvimento e não cair no conformismo patológico – o que chamamos de normose – é o resultado de um processo, de uma escolha cotidiana. O fato de ir além de si mesmo, ir além das próprias possibilidades, não é para se perder, mas para se encontrar.

Abraham Maslow fala do complexo de Jonas como sendo o medo que temos da nossa própria grandeza – o medo do Self. Se conseguirmos atravessar esse medo, se confiarmos nessa energia que revela em nós o desejo de realização e de plenitude, então nossa missão se cumprirá.

Resta ainda, uma pequena dificuldade a ser vencida: Qual é a imagem que postulamos do Self? Que imagem temos do Absoluto que nos habita?

Normose significa estar estagnado, retido, seja numa imagem, seja num sintoma. A tarefa, então consiste em dar um passo a mais. Recordo a minha definição de espiritualidade, que é a mesma do peregrino de Compostela: dar um passo a mais.

A vida espiritual nem sempre consiste em ter grandes idéias e maravilhosos projetos, e sim, em dar um passo a mais a partir do ponto que nos encontramos. Não temos que nos comparar com ninguém. Para atingir o alvo, cada um precisa percorrer um caminho longo e único. O importante é dar um passo a mais. O ponto em que paramos é o começo do caminho que segue. É esse passo a mais que resgata a vontade da vida, que vem vindo ao nosso encontro.

Temos que escolher entre uma vida perdida e uma vida escolhida e doada. Através do dom de nós mesmos, descobrimos aquilo que nunca vai morrer em nós. Pois a única coisa que nada nem ninguém pode nos tirar é aquilo que já doamos.” Jean-Yves Leloup

“A normose pode ser definida como o conjunto de normas, conceitos, valores, estereótipos, hábitos de pensar ou de agir que são aprovados por consenso ou pela maioria em uma determinada sociedade, e que provocam sofrimento, doença e morte. Em outras palavras, é algo patogênico e letal, executado sem que os seus autores e atores tenham consciência de sua natureza patológica. Toda normose é uma forma de alienação.” Pierre Weil

 

Do livro: Normose, a patologia da normalidade.

* Fonte: Blissnow.com.br

OM sOMbra OM

É preciso (e nada preciso) aprender… É preciso (e nada preciso) perder, cair, desiludir-se…

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O escuro, desconhecido, incerto… O frio, apertado, rígido… O pesado, doído, sofrido… O feio, caótico, difícil… O distante, escondido, perdido… São o que nos impedem de sermos Sãos? São o que nos desafiam a vivermos com propósito e nos transformam em Sãos… enquanto a vida for o caminho da conscientização…

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Errar é o que não queremos, não admitimos, não aceitamos, não perdoamos, não iluminamos e vivemos assombrados, assombrando o caminho da autoconsciência…

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Nos enganam… Enganamos e… Nos enganamos… Inevitável aprendizado, discernir o que é do que não é…

Luz! Iluminar o que negamos… Luz! Iluminar o que rejeitamos… Luz! Iluminar o que abandonamos… Luz! Iluminar Aquilo… Que chamamos de nós mesmos… O laço contínuo…

Resgatar a pessoa humana… Resgatar-se na pessoa íntegra… Resgatar o ser no humano…

 

desiLUZões Em Si

No centro da espiral, o nosso lar… Deste caminho intimamente circular…

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Enquanto aceito-me, desapego…

Desdobro-me, descubro o Ego…

E desperto, encontro-me Self…

CentradaMente aberto…

 

Siga a sua verdade… E encontre toda a verdade…

Sincroniza Lá em Si.

Sincronicidade… É sintonia fina… Entre a cósmica cidade e sua cidade interior…

“Não posso provar a você que Deus existe, mas meu trabalho provou empiricamente que o “padrão de Deus” existe em cada homem, e que esse padrão (pattern) é a maior energia transformadora de que a vida é capaz de dispor ao indivíduo. Encontre esse padrão em você mesmo e a vida será transformada.” Carl Jung

“O poeta sabe muito bem que a combinação de palavras e sentenças, antes desconexas, faz-se de modo inesperadamente harmônico, sem que se possa afirmar que o poeta seja o autor, isto é, a causa do poema. O poema se cria à sua revelia, como se ele fosse apenas o espectador e o escrevente de “coincidências” significativas de palavras. Seu agrupamento harmônico não depende do poeta.

Assim são as sincronicidades. Elas se efetuam, apesar das pessoas a quem se destinam e para quem fazem sentido. A criação poética tem, pois, o aspecto de uma sincronicidade, bem como todo ato de criação. Criar, inventar, consiste em juntar elementos díspares numa combinação impregnada de um novo sentido. Lembremos aqui que os nossos mutantes (buscadores do caminho) são particularmente criativos, quando não simplesmente poetas.

Para quem procura um criador, um autor da criação, podemos perguntar se o criador não seria o próprio processo criativo — o processo seria, assim, acausal. Para existir, ele precisa de uma testemunha, para quem ele tem significado. Assim como o poeta é testemunha do processo criativo da poesia, a pessoa é testemunha do processo de sincronicidade que lhe é dirigido.”

“Quando o discípulo está pronto, o mestre desaparece.”

 

* Trecho do Ebook Os Mutantes – Uma nova humanidade para um novo milênio