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T O D O S O U O UM : OM E S M O U T R O

Categoria: Autoconhecimento

PorTao: A-ponte para o Dia

perdoar é desenterrar aquele zumbi… que em si te amaldiçoa…

e lhe devolver a vida… relembrando que a borboleta voa livre)mente…

somente ao partir, romper, cruzar… a sombra que oculta a luz da consciência…

é preciso atravessar… a ponte imprecisa… e plena… a-ponte para o dia…

você é a luz que está na sombra de si mesmo… se desafiando, aventurando-se rumo ao princípio sem fim…

 

*Inspirado na canção “Ponte para o Dia” de Humberto Gessinger.

Perdão, você se Dá.

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pensei egoica)mente… que a culpa era dos pais…

mas intui que sou total)mente responsável pela minha paz…

“Não importa o que fizeram de mim, importante é o que eu faço com o que fizeram de mim.”

Liberdade é o que você faz daquilo que aconteceu com você.”

AssombrosA Luz

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na Sombra está a Luz que proCuramos…

Fiat Lux! Que o que passou, seja passado a limpo.

chega disso, basta de coitadismo…

em suma, assuma… se responsabilize… por isso tudo que te aflige…

os prejuízos que sofreu, os danos que você causou…

transforme as tuas penas em asas…

transmute o teu rancor em transparecer…

é incinerar o des… e incendiar o …amor!!!

faça novamente a tua fênix feliz… doe-se, perdoe… ame-se…

todo dia é dia de recomeçar… de alçar voos, realizando teus sonhos…

o interior chama, a chama interior… fonte inesgotável de amor…

L e v E l e v e

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levar a sério

cheio de graça.

Conto Zen: Dar e receber

Um professor de Zen, após anos como orientador de um aluno particularmente sensível e sábio, resolveu lhe dar um presente:

“Estou ficando velho, em breve morrerei. Para simbolizar sua sucessão a mim como mestre vou lhe dar este livro valiosíssimo.”

O discípulo, entretanto, não estava interessado em livros:

“Não é necessário, obrigado, mestre. Eu aceitei o seu ensinamento como o Zen que prescinde a palavra escrita. Gosto de sua face original. Fique com seu precioso livro.”

O professor insistiu, e afirmou, orgulhoso:

“Este livro atravessou sete gerações, é uma relíquia! Por favor, fique com ele como um símbolo de sua aceitação do manto e da tigela!”

O outro apenas disse:

“Está bem, dê-me o livro.”

Ao recebê-lo, o discípulo simplesmente atirou o livro no fogo próximo, queimando-o. O
professor ficou chocado. Gritou para o aluno, indignado:

“Como pôde fazer isso?! Era uma peça inestimável de conhecimento!”

Foi a vez do sábio discípulo ficar indignado:

“Como podes dar mais valor a papel e couro do que àquilo que me ensinastes diretamente, de forma pura? Ensinar uma sabedoria que não se pode praticar é como agir sem coração, e não ser nada mais do que um repetidor de textos sagrados. Tu me deste um objeto, e eu usufrui dele como considerei adequado. Como podes ficar indignado com um simples ‘dar e receber’?”

L u z E s C u r a

quanto

mais eu

menos em si.

quanto

mais em si

menos eu.

menosÉmais: o si, síntese.

Eterno Escaravelho

e cara…

são máscaras, caras demais.

cara a cara, a carapuça

encara e te desmascara.

o cara é caracol

sol e solitude

profunda altitude

alta profundidade.

ex-cara-velho e terno, é o cara.

 

gosto A gosto

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estou agosto, sou estação, esta ação.

2 lados do 1

não – é sim ou não.

sim – é não e sim.