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T O D O S O U O UM : OM E S M O U T R O

Categoria: Espiritualidade

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Escolha das Escolhas

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a vida é feita de escolhas…

então, escolhemos nascer, viver… e corresponder a esta escolha…

escolhemos caminhar no caminho que leva ao destino… aquele princípio em si…

é circular esta causa-efeitos… é salto quântico o retorno na espiral… é ressonar os sonhos mais profundos… na superfície do sem fundo…

Conto Zen: Nada é desperdiçado

Certo dia, o mestre Yi-shan tomava banho, mas a água estava muito quente. Ele pediu então ao seu discípulo que trouxesse água fria. O discípulo encheu um balde e foi despejando-o devagar na tina de banho, e em determinado momento o mestre disse:

“Está bom, obrigado. A quentura foi diminuída e agora está muito agradável.”

Como sobrou um pouco de água no balde, o noviço simplesmente virou-se e jogou a água no chão, perto da tina. O mestre ao ver isso gritou para o outro monge:

“Por que fizestes tal estupidez?! Tudo tem utilidade. Por que desperdiçou a água? Poderia tê-la despejado sob uma planta ou árvore, onde poderia ser útil! Ou então por que não a jogou num canteiro de flores? Nunca se esqueça: não devemos desperdiçar nem mesmo uma gota de água, nem uma folha de grama!! Tudo neste mundo é valioso.”

Ouvindo isso, o monge noviço compreendeu o significado da vida. Desde então ele ficou
conhecido como “Gota D’água”.

v e l A m o r

o sagrado mistério do amor… se revela no crepúsculo mente, na lama da alma, no eclipse do ser… ao incendiar o coração…

a escuridão inconsciente vem à tona, toma-se consciência… ao acendermos a vela da fonte universal… o essencial que nos habita…

o verbo dos tempos… no tempo dos verbos… ser e estar…

PorTao: A-ponte para o Dia

perdoar é desenterrar aquele zumbi… que em si te amaldiçoa…

e lhe devolver a vida… relembrando que a borboleta voa livre)mente…

somente ao partir, romper, cruzar… a sombra que oculta a luz da consciência…

é preciso atravessar… a ponte imprecisa… e plena… a-ponte para o dia…

você é a luz que está na sombra de si mesmo… se desafiando, aventurando-se rumo ao princípio sem fim…

 

*Inspirado na canção “A Ponte para o Dia” de Humberto Gessinger.

Perdão, você se Dá.

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pensei egoica)mente… que a culpa era dos pais…

mas intui que sou total)mente responsável pela minha paz…

“Não importa o que fizeram de mim, importante é o que eu faço com o que fizeram de mim.”

Liberdade é o que você faz daquilo que aconteceu com você.”

AssombrosA Luz

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na Sombra está a Luz que proCuramos…

Fiat Lux! Que o que passou, seja passado a limpo.

chega disso, basta de coitadismo…

em suma, assuma… se responsabilize… por isso tudo que te aflige…

os prejuízos que sofreu, os danos que você causou…

transforme as tuas penas em asas…

transmute o teu rancor em transparecer…

é incinerar o des… e incendiar o …amor!!!

faça novamente a tua fênix feliz… doe-se, perdoe… ame-se…

todo dia é dia de recomeçar… de alçar voos, realizando teus sonhos…

o interior chama, a chama interior… fonte inesgotável de amor…

L e v E l e v e

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levar a sério

cheio de graça.

Conto Zen: Dar e receber

Um professor de Zen, após anos como orientador de um aluno particularmente sensível e sábio, resolveu lhe dar um presente:

“Estou ficando velho, em breve morrerei. Para simbolizar sua sucessão a mim como mestre vou lhe dar este livro valiosíssimo.”

O discípulo, entretanto, não estava interessado em livros:

“Não é necessário, obrigado, mestre. Eu aceitei o seu ensinamento como o Zen que prescinde a palavra escrita. Gosto de sua face original. Fique com seu precioso livro.”

O professor insistiu, e afirmou, orgulhoso:

“Este livro atravessou sete gerações, é uma relíquia! Por favor, fique com ele como um símbolo de sua aceitação do manto e da tigela!”

O outro apenas disse:

“Está bem, dê-me o livro.”

Ao recebê-lo, o discípulo simplesmente atirou o livro no fogo próximo, queimando-o. O
professor ficou chocado. Gritou para o aluno, indignado:

“Como pôde fazer isso?! Era uma peça inestimável de conhecimento!”

Foi a vez do sábio discípulo ficar indignado:

“Como podes dar mais valor a papel e couro do que àquilo que me ensinastes diretamente, de forma pura? Ensinar uma sabedoria que não se pode praticar é como agir sem coração, e não ser nada mais do que um repetidor de textos sagrados. Tu me deste um objeto, e eu usufrui dele como considerei adequado. Como podes ficar indignado com um simples ‘dar e receber’?”