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T O D O S O U ‚ôĺ UM : OM E S M O U T R O

Mês: abril, 2017

Hoje, pois √Č…

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Dar valor ao que se vive…
E tornar valiosa a vida…
Lição do dia.

An√ļncios

Tempo √© Arte. Seja Artista…

com o passado aprendi…

que o futuro se faz agora

no presente da vida.

Passado a Limpo

hoje, me preparo

para o futuro…

pois o tempo passa

e o presente…

é sempre agora.

 

*Foto de Sean Goebel: Sombra do vulcão Mauna Kea, no Havaí, projetada pelo sol nascente sobre outro vulcão Hualalai, enquanto a lua cheia brilha no céu.

dificilMente consigo, mas quando Consigo…

Imagem relacionada

em minha mente egoica h√° um juiz…

na verdade, há dois juízes:

Рum sempre condena o outro e a sentença é prisão perpétua.

Рo outro, condena a si mesmo e a sentença também é prisão perpétua.

n√£o √© condenar-se para absolver o outro ou condenar o outro para ser absolvido…

mas estar livre, ser livre… √© n√£o julgar, n√£o colocar-se juiz, n√£o sair de cena… e sim entregar-se ao momento presente e aceitar o presente… estar em Si (no Todo), ser presen√ßa: discernir e compreender.

amar √© ser presen√ßa, amar √© ser liberdade, amar √© ser aceita√ß√£o…

ser livre √© entregar-se, ser livre √© confiar, ser livre √© amar… sem julgar…

n√£o julgar, n√£o √© ter que silenciar… √© simplesmente ser sil√™ncio… sil√™ncio.

Madre Teresa dizia que “se voc√™ julga as pessoas, n√£o tem tempo para am√°-las”… logo, se nos julgamos, n√£o temos tempo para se amar.¬†

 

Sobre o sil√™ncio do Zen: ‚ÄúZen √© Zazen. Zazen √© estudar a Si-mesmo. Estudar a Si-mesmo √© esquecer-se de Si-mesmo.‚ÄĚ

flexivelMente…

“A mente deve ser como o lago, que nunca ret√©m o reflexo que passa por ele. A nuvem passa se reflete no lago. A nuvem se vai e o reflexo, igualmente.”

profundaMente…

Pacific-Island1

profundamente

tranquilo,

pacífico

oceano.

 

 

Conto Zen: A Alegria dos Peixes

“Chuang Tzu e Hui Tzu atravessavam o rio Hao, pelo a√ßude.

Disse Chuang: “Veja como os peixes pulam, e nadam t√£o livremente; Isto √© a sua felicidade.”

Respondeu Hui: “Desde que voc√™ n√£o √© um peixe, como sabe o que torna os peixes felizes?”

Chuang respondeu: “Desde que voc√™ n√£o √© eu, como √© poss√≠vel que saiba que eu n√£o sei o que torna os peixes felizes?

Hui argumentou: “Se eu n√£o sendo voc√™, n√£o posso saber o que voc√™ sabe, da√≠ se conclui que voc√™ tamb√©m n√£o sendo um peixe n√£o pode saber o que eles sabem.”

Disse Chuang: “Um momento. Vamos retomar a pergunta inicial. O que voc√™ me perguntou foi: “”Como voc√™ sabe o que torna os peixes felizes?””

Dos termos dessa pergunta voc√™ sabe evidentemente que eu sei o que torna os peixes felizes. Conhe√ßo as alegrias dos peixes no rio atrav√©s da minha pr√≥pria alegria, √† medida que vou caminhando √† beira do mesmo rio”.

Tomas Merton em A Via de Chiang Tzu

“O rio da exist√™ncia √© Um.¬†Todos aqueles que est√£o conscientes da vida em fluxo cont√≠nuo¬†reconhecem a felicidade genu√≠na, pois est√£o imersos na mesma plenitude¬†da natureza; a muito “venceram” os desafios da mente fracion√°ria¬†e retomaram a beleza de viver em perfeita harmonia com todos os elementos¬†da natureza.¬†Neste conto Chuang Tzu nos mostra que a simplicidade √© a joia¬†mais preciosa¬†pois √© fruto da pura compreens√£o, fruto da verdadeira comunh√£o.¬†Afinal, √©¬†muito simples ser feliz.¬†Mas √© muito dif√≠cil ser simples…” Lilian¬†Ventos de Paz

Conto Zen: Egoísmo

O Primeiro Ministro da Dinastia Tang era um herói nacional pelo seu sucesso tanto como homem de estado quanto como líder militar. Mas a despeito de sua fama, poder e riqueza, ele se considerava um humilde e devoto Budista.

Freq√ľentemente ele visitava seu mestre Zen favorito para estudar com ele, e eles pareciam se dar muito bem. O fato de que ele era primeiro ministro aparentemente n√£o tinha efeito em sua rela√ß√£o, que parecia ser simplesmente a de um reverendo mestre e seu respeitoso estudante.

Um dia, durante sua visita usual, o Primeiro Ministro perguntou ao mestre, “Mestre, o que √© o ego√≠smo de acordo com o Budismo?” O rosto do mestre ficou vermelho, e num tom de voz extremamente desdenhoso e insultuoso ele gritou em resposta: “Que tipo de pergunta est√ļpida √© esta?!?”

Tal resposta t√£o inesperada chocou tanto o Primeiro Ministro que este tornou-se imediatamente arrogante e com raiva: “Como ousa me tratar assim?” Neste momento o mestre Zen sorriu e disse: “Isto, Sua Excel√™ncia, √© ego√≠smo…”

Conto Zen: A Sabedoria do Lago

Um samurai depois de ter sido derrotado numa importante prova de habilidades, vagou sem rumo com os pensamentos confusos, enfurecido, sem querer aceitar a derrota.

Parou em um lago que encontrou no seu caminho e lançou violentamente
uma pedra contra as suas águas, que se agitaram violentamente.

O samurai ainda com raiva e ressentido, percebeu algo e refletiu:

–¬†‚ÄúMesmo¬†ofendido e perturbado com a pedra que atirei, em¬†instantes o lago se recomp√īs, retornando a¬†tranquilidade inicial.”

O samurai concluiu que mesmo que lançasse todas as pedras da redondeza, pequenas ou grandes, o lago sempre retornaria à sua natural tranquilidade, como se nunca tivesse sido atingido por nada.

Ao refletir sobre isso o homem evocou “Mizuno¬†kami”¬†(O Esp√≠rito das √Āguas):

– ‚ÄúEsp√≠rito das √Āguas, por que quando meu¬†cora√ß√£o √© ferido ficam cicatrizes e este lago,¬†em instantes apaga todos os vest√≠gios da¬†agress√£o sofrida‚ÄĚ?

Respondeu o ‚ÄúEsp√≠rito das √Āguas‚ÄĚ:

– ‚ÄúO Lago faz com que a pedra se perca na sua¬†grandeza e profundidade, logo, √© como ser¬†atingido por nada. O lago conserva consigo o¬†sil√™ncio, e n√£o as queixas. Eis o segredo de sua¬†serenidade‚ÄĚ.

O Samurai curvou respeitosamente em gratid√£o para o lago e declarou ao ‚ÄúEsp√≠rito das √°guas‚ÄĚ:

– ‚ÄúHoje aprendi um grande ensinamento com as¬†√°guas silenciosas de um lago‚ÄĚ!

*

“A profundidade da Consci√™ncia dispensa explica√ß√Ķes. √Č espa√ßo, totalidade, absoluto; do que iria reclamar, do que iria se afastar, e como?¬†
Inclus√£o, aceita√ß√£o, e acolhimento e gratid√£o s√£o da natureza do Ser. Reconhece a sua Totalidade, reconhece que nada est√° fora de Si, tudo lhe pertence… porque iria dizer n√£o para SI mesmo?
Somente a ideia de um ego separado do Todo, e que detém em si alguma autonomia, seria capaz de imaginar ser possível se afastar de algo. 
Somente a ideia de fra√ß√Ķes e fragmentos pode imaginar que podemos de fato nos afastar de alguma coisa, ou algu√©m.¬†
Nada est√° fora, simplesmente porque “fora” √© algo que nunca existiu, nem tem como existir, j√° que a exist√™ncia √© completa em Si mesma, √© Total e absoluta em tudo e em todos.¬†
A gota no oceano √© tamb√©m o oceano na gota…¬†
Reconhecer isso √© descansar em SI mesmo, e desfrutar da jornada da vida, sendo l√° qual for, o encontro √© sempre consigo mesmo…”¬†Lilian¬†Ventos de Paz

Doe amor, perDoe.

se perdoar…

n√£o √© isentar-se da responsabilidade do erro…

mas justamente o contr√°rio

se responsabilizar pelo pr√≥prio ato…

é o primeiro passo para o recomeço

ou para permanecer no caminho.

estar no caminho da paz, do encontro, da felicidade…

√© ser… ser capaz de cultivar a liberdade…

preservando o respeito e a autorresponsabilidade…

perd√£o √© sen√£o, purificar o cora√ß√£o…

respeitando o cord√£o que une compaix√£o e gratid√£o.