I N O W A

EM PAZ. POR AMOR. TUDO ACABA DE ACONTECER.

Categoria: Autoconsciência

Coragem… fé na vida em si.

Mudar… é também aceitar o que não se pode mudar. Aceitar… é também mudar o que não se pode aceitar.

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Na roda-gigante da vida… aquele que mantém-se atentamente centrado… equilibra-se se reequilibrando nos inevitáveis altos e baixos…

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Os medos, desvios e traumas… nos mantém trancafiados numa lamacenta alma… Nossas renovadoras iniciativas e mudanças de atitude… lavam o lodo na alma… abrindo caminho, florescendo a lótus… revelando-se a cintilante alma lavada…

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Incendiando-se de Vida

O céu não é o limite, sua mentalidade pode ser, pois a mente também é ilimitada…

Dançarina de fogo na ilha de Guyam com a Via Láctea no fundo

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Dançarino Kevin Jay Rama do fogo de Isla Kalayo (ilha do fogo) na ilha de Guyam, Siargao Filipinas.  Depois de filmar a Via Láctea na ilha de Guyam e tirar algumas fotos de Jay (dançarino de fogo) em Viento del Mar, quero melhorar minha foto de ambos.  Finalmente eu tive a ideia de combiná-los e assim levar Jay para Guyam.

Dançarina de fogo na ilha de Guyam com a Via Láctea no fundo

* Imagens do Dançarino de fogo Kevin Jay Rama, na ilha de Guyam – Filipinas.

Vida nua, crua e tua.

Encontrar um sorriso todo… Do que buscar o sorriso de todos.

Beija-flores de ouro por Diana Beltran Herrera

Veja como é.

Veja como são.

Vendo como é são.

Beija-flores de ouro por Diana Beltran Herrera

Viva livremente. Vivendo de coração.

 

* Obra: “Beija-flores de papel dourado” por Diana Beltran Herrera.

É presente. Hoje e sempre.

É moroso, doloroso e amoroso… o caminho.

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Para voar

Tire as penas

E dê asas.

 

Leve para sua vida o que valha a paz… Eleve o voo… Tua chama interior é pássaro de fogo…

Chama. Ama.

Chama por aquilo que procuras… E curas… Chamar… Amar… Chama de vida… Chama… Chama por ti… Ama-te…

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Procurar a verdade. Descobrir a verdade. Conhecer a verdade. Revelar a verdade. Ser na verdade… doí, é doído desconstruir todo o mal entendido… Mas assim desdobra-se em verdade, na vida, no caminho…

Assumir a nossa verdade, assumir-se como somos… é tomar consciência e se tornar em sã consciência… revisitando-se, resgatando-se e transformando  tudo o que nos foi imposto, o que foi mal formado e deformado, tudo o que nós mesmos deformamos, encobrimos, negamos, rejeitamos, abandonamos… purificando tudo o que não seja verdadeiro, o que não esteja em conformidade com a lei da vida, do amor, que em nós é o que somos…

Na verdade, errar e acertar são polaridades de um só caminho… O caminho da autoconsciência… Existindo nesta realidade dualística, experienciamos a tal Árvore do Conhecimento… Caindo em Si e Despertando, vivenciamos a realidade holística, ascendemos (retornamos) à tal Árvore da Vida… Realizando a verdade, por meio da Autorrealização…

Nenhuma palavra é o Silêncio. Mas em toda palavra está o Silêncio.

Devida Vida.

Compaixão, dar-se de coração… Gratidão, receber-se de coração… Perdão, desbloquear o fluxo gratuito do coração…

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dê vida…

a vida que recebeu.

dê vida…

a reciprocidade é

o que se pode chamar de vida.

 

A fé, segundo o Budismo.

“Sem lama, não há lótus.”

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“No budismo a palavra fé é mais bem traduzida como “confiança” e “crença”, porque é sobre algo dentro de você e não dirigido para algo externo. O Patriarca Zen Lin Chi (ou Linji) dizia a seus alunos: “Você que não têm bastante confiança em si mesmo, vai em busca destas coisas fora. Você precisa ter confiança que tem a capacidade para se tornar um Buda, a capacidade de transformação e cura.”

Fé é ter um caminho que o conduz à liberdade, liberação e a transformação das aflições. Se você viu o caminho, se você tem um caminho para ir, você tem poder. Aqueles que não têm nenhum caminho para percorrer, sofrem. Eles não sabem aonde ir. Você estava procurando um caminho, e agora achou; você viu o modo.

Se você usa um método de prática e o acha eficiente, e se ele te trouxer plena atenção, concentração e alegria, então a fé e confiança nascerão disto, e não de algo que outras pessoas lhe falam. Isto é fé e confiança não apenas em idéias, mas nos resultados concretos de sua prática. Quando você é bem sucedido na prática da respiração atenta, você se sente claro, sólido, livre. A confiança nasce deste tipo de experiência. Isto não é nenhuma superstição. Não estará confiando em alguém fora de você. A energia da fé pode te trazer muita felicidade. Se você não tiver fé, se não tiver esta energia de confiança, você sofrerá.”

Thich Nhat Hanh (em “A Arte do Poder”)

 

* Fonte: OBudaEmMim

Descubra-se.

Reconhecer como é. Conhecer como sou. Como estou é o desafio contínuo… do caminho… 

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“O autoconhecimento não pode ser dado por outros. O que os verdadeiros mestres fazem é mostrar os caminhos, que já estão em você. Olhe para dentro, apenas você pode atravessar esse portal, não fugindo de si mesmo.”

Faça o como o mestre faz, segue o seu caminho…

 

Como é. Como sou.

 Agradecendo é que se caminha…

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Apesar de tudo, no meio de tudo está. Está no olhar de quem vê. No coração de quem sente corpo e mente livremente. Silencie a mente, eis o silêncio de coração.

 

Sem resistir, resiliente… Sem mais nem menos, inocente…

Impermanente rio.

Choro rios por um mar de sorriso. Quando o rio encontra o mar, sorrio.

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“A água do rio flui sempre, sem cessar. Flui rápida, não para um só instante e se vai. Seu murmúrio evoca em mim o eco do tempo.

A água do tempo brilha no leito do Universo, sempre correndo, fluindo. Pedras, árvores, casas e cidades também fluem vagarosamente nesta correnteza, assim como os pensamentos, as civilizações, nossas vidas e as vidas de todos os seres. Tudo isso pode parecer imutável, mas na verdade essa ideia não passa de uma ilusão.

Apenas nós, seres humanos, acreditamos que tudo é imutável. Esforçamo-nos para não sermos levados pela correnteza, e lamentamo-nos por tudo que se vai. No entanto, mesmo sofrendo e desdobrando-nos por evitar, caindo sete vezes e nos levantando oito, não há como parar o fluir, que envolve também nossa dor e nossa luta.

Ao invés disso, é melhor ver as coisas como são e nos juntarmos a essa correnteza, com suavidade. Apenas assim poderemos encontrar prazer na fugacidade das coisas, uma vez que é justamente essa fugacidade que tece as mais diversas figuras na tapeçaria da vida.” Shundo Aoyama Roshi